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CEDA
Centro de Estudos Documentais do Alentejo

Conferencistas no 11º Aniversário - 2011 06 18
Etnomusicologia e o Cante

José Rabaça apresenta:
créditos - http://www.youtube.com/user/josejulio8055#p/u/35/Y23ZasDWsZM

https://www.youtube.com/watch?v=XS3DOAw9WrM&feature=related

Questão:
https://www.youtube.com/watch?v=t5E1WlM7sbc&feature=player_embedded

Professora Doutora Salwa El-Shawan Castelo-Branco - Universidade Nova, Lisboa
Profesor Doutor José António da Encarnação Orta - IPBeja
Dr. José Francisco Colaço Guerreiro - Cortiçol - CVerde
Prof. Dr. Salwa El-Shawan Castelo-Branco

Curriculum vitae (last update: 2006)

Prof. Doutora Salwa El-Shawan Castelo-Branco
Professor of Ethnomusicology
Universidade Nova de Lisboa
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Departamento de Ciências Musicais

Entrevista a Salwa Castelo Branco
Ricardo Alexandre entrevista Salwa Castelo Branco, professora catedrática na Universidade Nova de Lisboa e directora do Instituto de Etnomusicologia, directora científica da obra "Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX", a propósito do lançamento desta obra. Quatro volumes que analisam Amália, Carlos do Carmo, José Afonso, Quim Barreiros, Lopes Graça, dos Xutos & Pontapés, Jorge Peixinho entre milhares de outros autores e interpretes.
2010-03-11

Artigos em revistas, livros e enciclopédias de carácter científico/Articles in Journals, Encyclopedias, and Books?
"Grupos Corais Alentejanos e a Patrimonialização do Cante," in Castelo-Branco, Salwa Canto a Vozes no contexto europeu: trajectórias e Perspectivas Actuais (no prelo).

FILIAÇÃO EM ORGANIZAÇÕES ACADÉMICAS/AFFILIATION IN ACADEMIC ORGANIZATIONS

Associação Portuguesa de Ciências Musicais
Associação Portuguesa de Antropologia
Conselho Português da Música
Associação Portuguesa de Educação Musical
Society for Ethnomusicology
International Council for Traditional Music
Asian Music Society
International Musicological Society

Foi substituída pelo Dr. PEDRO FÉLIX

Pedro Miguel Félix Rodrigues
Instituto de Etnomusicologia – FCSH/ UNL
Candidato ao doutoramento em Antropologia (ramo Antropologia Cultural) com a tese “Os Mediadores Como Construtores de Identidade e “Gosto” na Popular Music em Portugal”

Licenciatura em Antropologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com tese “A cantiga é uma Arma” sobre a noção de objecto nas ciências sociais.

NotaFBOOK - Trabalhou na empresa IPB- Instituto Politécnico de Beja (Professor) Estudou em Doutorado em Antropologia - Bélgica Vive em Beja Divorciado, Serpa, nascido a 12 de Julho de 1951

Iniciativa recente -
Terça-feira, 24 de Maio de 2011
Debate sobre o Cante Alentejano
"Realizou-se na Escola Superior de Educação de Beja, no dia 24 de Maio, um encontro cujo intuito foi o de debater o Cante Alentejano. Este debate contou com a organização de José Orta, um antropólogo e um apaixonado pelo cante, que tem promovido estudos relacionados com esta prática performativa." (por Ana Machado in antrhropolugus)

A minha Ligação com o Prof. Dr.

1985/10 - apresentação do IACD_no 1º Congresso sobre o Alentejo, em Évora, com a comunicação:
«A Linguística e a Análise Literária como contributo para o Desenvolvimento do Alentejo - para a criação de um Instituto Alentejano de Cultura»

1995/06 - Por sugestão do Prof. Dr. uma comunicação nas IV Jornadas da ESE/Beja - "Educação e Desenvolvimento . e depois publicada na Revista LER EDUCAÇÃO - «A Literatura (Cultura) Tradicional e o Desenvolvimento e a urgente criação de um Instituto Alentejano de Cultura / Desenvolvimento»

A Revista Arquivo de Beja, pela mão do seu Director, o Professor Doutor José Orta, publica trabalhos meus:

1996 ABRIL - Arquivo de Beja - Lendas de Beja - o Touro e a Cobra

1996 JUNHO - Comunicação nas I Jornadas do Arquivo de Beja, 13, 14 e 15de Junho - Cultura e Sociedade no Baixo alentejo - Retrospectivas, Perspectivs, Prospectivas... publicada depoid em

1996 DEZEMBRO - Arquivo de Beja - Instituto Alentejano de Cultura - iacd

1997 DEZEMBRO Arquivo de Beja - LendasMoura - MOURA - 10 LENDAS - UMA LENDA - A Moura Amor A Morte - A Magia ou a Utopia da Convivência (im)possível.

1998_AGOSTO Arquivo de Beja - Décimas - Uma Linguagem comum Ibero-Americana - uma revisão da comunicação apresentada no Colóquio ARTES DA FALA - em Portel, dias 27, 28 e 29 de 1996, sibordinado ao tema: "da oralidad ao Sul do rio Tejo numa perspectiva antropológica."

1999 DEZEMBRO Arquivo de Beja "GRITOS NA SOLIDÃO - Décimas de Inocêncio de Brito", Poeta Popular de São Matias, Beja... Poeta ignorado e não aceite pelos "conhecedores"...

2000DEZEMBRO - Arquivo de Beja - O PRESÉPIO - AUTO DE NATAL da Freguesia de São Matias, Beja.

2003 - 2005 - Colaboração no Jornal da Confraria do Pão - Há tanta Ideia Perdida - Terena com a coluna «Deixando DEIXAS».

Alentejo Terra e Gente cerca de 8000 no Facebook

«O advogado José Francisco Colaço Guerreiro, 54 anos, (em 2009) Fundador nos anos Oitenta da Castra Castrorum e, mais tarde, da Cortiçol, a que está ligado a Rádio Castrense, Colaço Guerreiro é actualmente notário e conservador em Castro Verde, onde durante muitos anos exerceu advocacia.
Apresentador do programa de rádio "Património", é um divulgador da cultura popular alentejana e ajudou a fundar a MODA - Associação de Cante Alentejano.»

Programa "Património" há 22 anos no ar da Rádio Castrense

[Programa "Património" há 22 anos no ar da Rádio Castrense]
O programa criado por José Francisco Colaço Guerreiro começou por chamar-se "Arco da Velha" na então rádio-pirata de Castro Verde, mas dois anos depois, em 1989 – já com a Rádio Castrense devidamente legalizada –, assumiu a denominação actual: "Património"!


Património - Rádio há 22 anos
"Queremos dar futuro ao passado"

Almanaque Alentejano
«Na sua intervenção, José Francisco Colaço Guerreiro considerou “premente debater o cante alentejano” e sublinhou, que a “proliferação de grupos corais pode iludir a realidade tanto em termos da qualidade mas também da vitalidade do cante alentejano”.

Na sua perspectiva há que “encarar o cante como um património vivo; como algo que ainda não está só na memória”, pois como realçou: “O cante ainda faz parte do dia-a-dia das pessoas de forma natural e espontânea”. Assim, segundo este responsável do Observatório do Cante, “para que os grupos se renovem é necessário alargar a experiência que se está a fazer em Almodôvar, que passa pela introdução do ensino do cante nas escolas.

É de pequenino que se cria empatia com o cante alentejano e o Pedro Mestre que começou nos Carapinhas, um grupo infantil de Castro Verde é disso exemplo”. »

Moderador - Algumas ideias a ventilar...
José Rabaça Gaspar - moderador

Etnomusicologia e o Cante
com intervenção de:
- Professora Doutora Salwa Castelo Branco, substituída pelo Dr. Pedro Félix
-
Professor Doutor José Orta
-Dr. José Francisco Colaço Guerreiro

Muito gosto eu de cantar
Onde quer que os Mestres 'stão
Se nalguma coisa errar
Os Mestres me ensinarão.

O papel de moderador, árbrito, que, quanda as equias são de nível superior, não têm que intervir... quanto mais discretos... invisíveis... melhor...

Eu sou devedor à Terra
E a Terra me está devendo
A Terra paga-me em VIDA
Eu pago à TERRA (em) MORRENDO.

- A Voz do Ventre da Terra - a energia telúrica nanifesta na maneira de cantar dos grupos... e: "Só aprecia os valores Culturais dos outros, quem aprecia e conhece a sua Cultura...
- Eu e o Cante... desde os tempos de África,1969, numa companhia de indígenas onde havia 4 ou 5 alentejanos que cantavam à noite... e a grande emoção na praça do município em Serpa, em 1979 (?), na recuperação da Festa do Altinho, ainda sem grupos corais... onde, dos quatro cantos da praça, um, dois, três, quatro pequenos grupos entoavam uma moda... e TODA a praça imensa... rompia em CANTE que nascia como uma VOZ do VENTRE da TERRA...
- Os Mestres e a Tradição - desde José Leite de Vasconcellos... Manuel Joaquim Delgado... Padre António Marvão... Joaquim Roque... Grupos... e as diversas e imensas recolhas... e a perenidade da Tradição Oral... sempre enraizada... sempre renovada... é o milagre da perenidade da Tradição Oral...
- A grande UTOPIA- "Conhece-te a ti mesmo"... dizem os mestres é o maior desafio posta a cada um... ora, no caso do CANTE e TRADIÇÕES... atrevemo-nos a tentar "conhecer" os indicadores da "nossa identidade como povo"... !!! Grande loucura a que nos propomos... mas não é po ser difícil e utópico que vamos desistir de tentar...

- Nas 3 intervenções, convite aos presentes, a terem presente a vastidão do Alentejo e a diversidade das variáveis... Evocar: São Vicente e Ventosa... Albernoa... Palmela, Ausentes do Alentejo e Grupo do Bairro 1º de maio... São Martinho das Amoreiras, oficina de violas campaniças e associação... Monsaraz, associação... Aldeia de Sete, Cardadores, Oficina e Pedro Mestre... Almodôvar, os Malteses e Associação e Cursos de Música e Dança... Alverca do Ribatejo... Amigos da Mina de São Domingos e os 4 DVD com recolhas de 200 modas base...

- o CANTE só tem sentido pleno no conjunto das outras Tradições: Usos e Costumes... Trabalho, idas vindas... Taberna... Festas familiares... Festas... Contos... Lendas... Poesia... Décimas... Jordões... Mastros... os Presépios... os Tronos... A Padeirinha... os Cantes ao Menino... As Janeiras... Os Reis... as Procissões... os Hinos à Virgem... Danças... Gastronimia... Pão, Azeite, Vinho...
Desafios:
- as Pautas musicais digitalizadas em imagem, para pautas digitalizadas em música...
- A digitalização do imenso Cancioneiro, desde os registas da Tradição (Serpa); Manuel Joaquim Delgado; Padre António Marvão; Joaquim Roque; Grupos Corais... para permitir uma busca e comparação entre várias versões das MODAS... CANTIGAS... QUADRAS... tudo isto relacionado com o levantamento vocabular das palavras e expressões alentejanas...

- Algumas QUESTÕES /Perguntas incómodas:

- das !5H às 17H30, em Junho, não é hora alentejana para debate e reflexão... é mais hora de sesta...

- o Cante não são os Grupos Corais... não se esgotam nos GC... os grupos Corais é que existem porque o Povo canta... porque o CANTE existe enraizado nos alentejanos... nas pessoas... nas famílas... nos grupos de amigos... no trabalho... no lazer... nas festas... na alegria... na tristeza... na dor...

- Se os Grupos corais etnográficos dizem que, para serem autênticos, vestem e cantam às moda dos seus "avós", já se interrogaram, como é que os seus avós vestiam e cantavam para serem autênticos?

- E a grande disputa da origem do CANTE?
Influência gregoriana dos monges de Serpa e Évora?...
Influência árabe... desde a ocupação antes da nacionalidade a D. Afonso III e depois...
- Já se lebraram de colocar a pergunta ao contrário? Afinal como é que nasceu a música clássica... o gregoriano... a música ligeira...
Afinal TUDO NASCE DA TERRA ou não?... e o Povo não pode criar NADA! Não cria NADA?!
O relato da CRIAÇÃO do MUNDO, da Bíblia está ao contrário? Afinal Deus criou primeiro os Catedráticos... os Políticos... os Artistas... os Papas e Frades... e finalmente, para estes inúteis terem emprego, criou o Homem... as pessoas... a Terra e os Mares...
Afinal não é da TERRA... da BASE... do POVO... que TUDO NASCE... ???

- Voltar à proposta de 1985 (1º Congresso sobre o Alentejo - Évora) para criar o IAC/D - Instituto Alentejano de Cultura / Desenvolvimento e a necessidade de uma pluralidade de colaboradores, mestres e especialistas..., desde a base... para a recolha, registo (diversos media...) estudo, divulgação e re/cr(e)iação das Tradições mais válidas e significativas de uma Identidade Cultural... (ver página anterior).

 

Alguns extractos das intervenções: (ver no Facebook)

José Francisco Colaço Guerreiro:

https://www.youtube.com/watch?v=wtONXh_kQAU&feature=related
https://www.youtube.com/watch?v=BhHn1WTHlZo&feature=related

- ... os Cantos do CANTE... a riqueza etnomusical... bailes,,, baldão... viola campaniça... um imenso espólio re/descoberto... a aparição de mais e novos Grupos Corais, a começar pelos Grupos Femininos, como o das Camponesas de Castro Verde, que apreceram nos anos oitenta...

José Orta

https://www.youtube.com/watch?v=wO3sxYEVMyM&feature=player_embedded

... a origem dos Grupos, no tempo de António Ferro e Salazar...e as modas escolhidas e as não permitidas... e a assunção dos grupos como "coisa" sua... em renovação permanente... Afinal, o nome ALENTEJO também é exógeno, imposto de fora... e isto não impede que os Alentejanos assumam, como seu, este nome com marca de colonização, imposto de fora...

Pedro Félix responde:

http://www.youtube.com/watch?v=t5E1WlM7sbc&NR=1

... e o Património Imaterial... e o impacto na vida social das pessoas... como por exemplo o FADO que também está a ser proposto como Património Imaterial da Humanidade...

 

X Aniversário do CEDA - 2010 10 21
http://perfumedelaranjeira.blogspot.com/2010/10/uma-organizacao-das-tres-entidades-por.html

...uma MOSTRA do imenso trabalho desenvolvido... nestes 11 anos...

X Aniversário do CEDA

«Este ciclo de conferências terminaram no dia 4 na Casa do Alentejo com o a homenagem a Brito Camacho, proferida pelo Luís Bartolomeu Afonso da Palma - pai do Luís Afonso - e o Francisco Colaço, Jorge Nunes (Caixa de Crédito Agrícola) e com a participação dos presidentes, já referidos do Município de Aljustrel e do respectivo Centro Republicano, o presidente do CEDA (Francisco Naia) e o representante do Município de Lisboa ( da Comissão Municipal do Centenário).

Seguidamente depois de uma breve apresentação da Memória Alentejana, como já aconteceu nos outros locais, passamos em destaque algumas realizações que marcaram os 10 anos do CEDA, a saber:

A realização de 20 Encontros, Seminários, Colóquios, alguns internacionais - como foi o caso em 2009 em Évora (participações de investigadores portugueses, espanhóis e marroquinos), realizados em outros tantos concelhos alentejanos, sempre em parceria com os Municípios(Câmaras e Juntas de Freguesia), mas também com a Universidade de Évora ou o IPB (neste caso), assim como os Governos Civis, Regiões de Turismo, Associações de Municípios - que fazem chegar a Revista Memória Alentejana aos 47 Concelhos Alentejanos - e diversas entidades públicas e privadas;

a realização de 6 Passeios Campestres no Concelho de Montemor-o-Novo, em colaboração com o respectivo Município e em parceria com a MontemorMel (5 Passeios);

a edição de 5 títulos na colecção "Memória e Escrita Alentejana (parceria com Edições Colibri), 3 Edições da Prémio Literário Pedro Ferro (patrocínio do Governo Civil de Beja,

a edição regular desde 2001 inclusivé da Revista Memória Alentejana, a única neste área do património e da identidade com esta longevidade a sair a Sul do Tejo, distribuída em todas as bibliotecas e associações culturais do Alentejo (Associações do Municípios e DRCA), livrarias de referência Alentejo e Margem Sul, FCSH/UNL (Instituto de Estudos de Literatura Tradicional - IELT), publicações congéneres no país e Espanha (permutas e parcerias, espaço aberto a investigadores, sejam académicos, autodidactas ou estudantes onde se divulga, comparativamente por edição maior número de livros, periódicos, discos e outros de autores alentejanos ou que interessam ao Alentejo (na mais recente edição foram 23).

Concluindo-se que o CEDA e a Revista Memória Alentejana são espaços de debate, pontos de encontro do saber académico e científico com o conhecimento ancestral do povo alentejano, o encontro entre a tradição e a modernidade, com um espírito de liberdade e de cidadania, plural, democrático, independente, de tolerância em defesa da Identidade, da Memória e dos Patrimónios Cultural e Natural do Alentejo.

Foram então entregues os certificados, como o CEDA distinguiu um conjunto de individualidades Alentejanos pelo seu contributo na valorização da Memória e da Identidade Alentejanas:

Os que quiseram (e puderam) estar presentes: António Nabo - na qualidade de jornalista (Director da Folha de Montemor), Carlos Pinto de Sá - Autarca - Montemor-o-Novo, Domingos Montemor - Dirigente Associativo - Amareleja (Moura), Diogo Sotero - Dirigente Associativo - Montes Altos (Mértola), Etelvina Santos - Artesã e Artista Plástica - Montemor-o-Novo, Fernando Caeiros - Autarca - Castro verde, Francisco Colaço - Dirigente Associativo e Autarca - Aljustrel, Guilherme Alves Coelho - Arquitecto e Dirigente Associativo, Joaninha Cabeção - Contadora de Estórias - Cabeção (Mora), João Paulo Ramôa - Empresário Alentejano e Homem de Cultura - Beja, Jorge Nunes - Dirigente Associativo - Santiago do Cacém, José Chitas - Dirigente Associativo e Autarca - Mora, José Orta - Antropólogo e Poeta - Beja, José Salgueiro - Mestre das Plantas e Poeta - Montemor-o-Novo, Joseia Matos Mira - Escritora e Poetisa - Baleizão (Beja), Luís Bartolomeu Afonso da Palma - Dirigente Associativo e Autarca - Aljustrel, Manuela Parreira da Silva - Investigadora Pessoana, Professora e Poetisa - Castro Verde, Pedro Mestre - Divulgador da Viola Campaniça / Músico e Cantor - Aldeia de Sete (Castro Verde) e Rosa Dias - Poetisa - Campo Maior.

Mas também outros amigos foram distinguidos que por razões de saúde ou profissionais não puderam estar presentes: Ana Borges - antiga delegada da DRCA, Luís Jordão - antigo Presidente da Casa do Alentejo, Manuel Macaísta Malheiros - Governador Civil de Setúbal, presidente da MAG desta Casa, sócio fundador e do Conselho Científico do CEDA, José Matias - sócio fundador do CEDA, moliniologista e autor de um dos trabalhos da colecção "Memória e Escrita Alentejana", Sofia Fonte Santa - sócia benemérita (que cedeu a imagem do José da Fonte Santa para símbolo do CEDA), os poetas e escritores Victor Encarnação, Hugo Santos e José Luís Peixoto, ,Monarca Pinheiro (poeta e etnógrafo), os autarcas José Maria Pós-de-Mina, António Tereno (sócio fundador e Presidente do CF do CEDA), José Ernesto de Oliveira, os músicos, intérpretes e/cantautores Francisco Ceia, Eduardo Ramos e Paulo Ribeiro (este representado na sessão por José Orta), o Constantino Piçarra - (historiador )o jornalista António José Brito (Director do Correio do Alentejo, os dirigentes associativos Antero Silva, António Barradas e Constantino Cortes - integrou os órgãos sociais do CEDA e o grupo de trabalho inicial da "Nova Antologia dos Poetas Alentejanos" (no prelo), assim como Manuel Rosa, distinguido enquanto, apaixonada da Natureza.

Houve quem tivesse tido o cuidado de enviar mensagens de felicitações como foi o caso de Fernando Mão de Ferro, José Luís Peixoto ou Ana Borges - que com José Ernesto de Oliveira apoiaram a 1ª edição da Revista quando esta era apenas um projecto. "O CEDA defende a valorização da Memória, mas como é coerente tem memória e não esquece quem pela sua postura e pela sua prática apostou em nós" e dignificou o que significa ser Alentejano como foi também o caso de João Paulo Râmoa, que enquanto Governador Civil de Beja não deixou"cair" um protocolo com o CEDA, que assinou a poucas semanas do governo que o nomeara cair, o que possibilitou o arranque do Prémio Literário do CEDA.

Foi uma reunião de amigos? Também foi, mas estiveram lá muitos dos Homens e das Mulheres, que nas mais diversas áreas representam e o Alentejo tem de melhor, de mais inovador e onde tradição e modernidade se aliam na perfeição.

É uma honra ter um naipe de Amigos como estes "que se deslocam propositadamente à Casa do Alentejo para estarem connosco nesse dia em que se comemorou os 100 anos da instauração da República em diversos locais da Margem Sul: Almada, Moita, Aldegalega, … " referimos na altura.

A Sessão encerrou em confraternização, cantando-se os parabéns ao CEDA, saboreando lanche seguido do jantar, a voz e a viola campaniça de Pedro Mestre.

e a ... Poesia, sempre!»

 

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