Portuguese José d´A Mar
A MAR
Vanguardia
Editorial: Ediciones El Universal
ISBN 950-502-602-5

Como el agua de las fuentes y de los ríos, las VIDAS corren hacia EL MAR… LA MAR… AMAR… En estos poemas con influencia de Camões, Torga y Borges, se proclama una subversión: ¡EL MAR es LA MAR!

Como a água das fontes e dos rios, as VIDAS, correm SEMPRE para O MAR… A MAR… AMAR… Nestes poemas com a influência de Camões, Torga e Borges, é proclamada a subversão: O MAR é A MAR!).

contacto © joraga ®


mar amar a mar

 

No dia 25 de Setembro de 2003, tivemos a rara oportunidade de APRESENTAR, na

 

www.fnac.pt

FÓRUM ALMADA

O LIVRO formato papel a pedido


da

ENCONTRO entre as 21H00 e as 23H00

com José Rabaça Gaspar e muitos AMIGOS / AMANTES d' A MAR

 

A partir das 21H00

começou a ser exibido um SLIDESHOW pacientemente elaborado por JRG, Manuel Aleixo e Manuel Cruz... com imagens e sons do MAR...

com a colaboração inestimável do responsável da FNAC - FÓRUM ALMADA - para a COMUNICAÇÃO, o Senhor Pedro Vinagre...

Para ver carregue no ÁLBUM ao lado............

 


diaporama A MAR

com mais

5 DIAPOSITIVOS

que podem ser vistos UM a UM
com o ANÚNCIO das OBRAS a sair na e-libro e com o PROGRAMA

a partir das 21H30

para tentar expressar toda a emoção vivda pelo autor a quando da edição de A MAR em formato virtual na E-LIBRO

a jovem Célia Mendes apresentou:


(Célia Mendes)

 

Poemas de Alberto Caeiro (Heterónimo de Fernando Pessoa) - Guardador de Rebanhos - poema XLVIII


"Da mais alta janela da minha casa
Com um lenço branco digo adeus
Aos meus versos que partem para a humanidade

E nem estou alegre nem triste.
Esse é o destino dos versos.
Escrevi-os e devo mostrá-los a todos
Porque não posso fazer o contrário
Como a flor não pode esconder a cor,
Nem o rio esconder que corre,
Nem a árvore esconder que dá fruto.

Ei-los que vão já longe como na diligência
E eu sem querer sinto pena
Como uma dor no corpo.

Quem sabe quem os lerá?
Quem sabe a que mãos irão?

... ... ...

Passo e fico como o Universo.

Logo a seguir, como Canção Central de A MAR, os pais da Maria, a Betty (Arisberta) e Manuel ALEIXO, que não puderam estar presentes, enCANTARAM-nos com MARIA ORPHEU... que pode ser ouvida ao lado....


Bety (Arisberta) & Manuel Aleixo


Maria

 

MARIA ORPHEU

(MARIA para cantar)

MARIA é nome de MAR
onde se encontram os RIOS
que correm sempre p'ró MAR
PARA O MUDAR em AMAR

Segue o teu rumo MARIA
VIVE A VIAGEM DA VIDA
e leva contigo os RIOS
os ENTES de todo o mundo
que sempre correm p'ró MAR
que sempre vão dar à MAR
que sempre vão dar a AMAR
Ao MAR
À MAR
AMAR
MARIA TEU NOME AMAR

 

A Fátima Borges, que leu com emotiva expressividade as palavras da Canção, continuou a ler, com JRG, o poema MARIA, que deu origem a esta CANÇÂO...

...

Vou-te dizer um segredo...
um segredo só...
só nosso,
que NINGUÉM no MUNDO sabe
e julga até disparate!?...
mas não ligues!
é segredo e é só nosso e só nós é que sabemos...

É que para MIM...
p'ra TI ?!
o MAR não é O MAR
É
A MAR

...

 

 

 

 

Veio então A MAR - poema para um título...

dito pela SARA CARVALHO


(Sara Carvalho)

 

A MAR

 

A MAR

poema para um título.

quero pôr este nome no meu LIVRO
LIVRO que não escrevi mas já pari
e talvez nem O venha a escrever...

mas aí já fica escrito
como um grito
que este planeta onde vivo e onde habito
e todos desde há muito chamam TERRA
e agora apelidam de "planeta azul"!
este planeta não é terra
é MAR
e não é masculino, é feminino
A MAR

...

ONDAS DO MAR DE VIGO
de MARTIN CODAX, in CV, 884 e CBN, 1227

ONDAS DO MAR DE VIGO

Ondas do mar de Vigo,
se viste meu amigo!
E ai Deus, se verrá cedo!

Ondas do mar levado,
se vistes meu amado!
E ai Deus, se verrá cedo!

Se vistes meu amigo,
o por que eu suspiro!
E ai Deus, se verrá cedo!

Se vistes meu amado,
por que ei en gran cuidado!
E ai Deus, se verrá cedo!

Os "Semeadores de Trovas de Corroios"
com Luciano José, Nuno Filipe, Nélson Mendes, Carla e Janete
cantaram:


Luciano, Nuno, Janet, Carla e Nelson

 

 

FRANCISCO FANHAIS
a surpresa da NOITE
enCANTOU:

- A Pomba caiu ao MAR - Canc. Popular

- Canção para MARIA, de Carlos Loures

- Dá-me uma gotinha d'AGUA, Canc. Popular do Alentejo

- CANÇÃO DA CIDADE NOVA

- LA RONDE, de Paul Fort

 

LA RONDE de Paul Fort

Si toutes les filles du monde
Voulaient se donner la main
Tout autour de la terre
Elles pourraient faire une ronde

Si tous les gars du monde
Voulaient bien être marins
Ils feraient avec leurs barques
Un joli pont sur l'onde

Alors on pourrait faire une ronde
Autour du monde
Si tous les gens du monde
Voulaient se donner la main.

Fátima com as alunas de Teatro, Iris (encoberta), Sara, Célia e Joana, na RODA - "Si toutes les filles du Monde voulaient se donner la main...)

 

(CANÇÃO PARA MARIA)
de Carlos Loures - Poemas com Grades II
in A POESIA DEVE SER FEOTA POR TODOS

Queria um país de sol para te dar
com amantes e crianças nos jardins
pássaros livres a cantar nas árvores
e aluz em liberdade pelas ruas...
As coisas nos lugares onde as sonhámos
e não nos sítios onde estão
com armas aperradas a guardá-las
Um país onde sulcássemos as límpidas manhãs
com sorrisos claros vestindo as faces
Um país sem muros sem medo
nem carimbos nas cartas que escrevemos
e ouvidos nas palavras que dizemos
em
segredo...

 


Fernando Rebelo

 

O Fernando Rebelo
que: «Só digo textos de que gosto e de quem gosto...»

disse:
"Já deixei de ser poeta..."


Desisti de ser poeta
por não poder suportar
as leis as modas as tretas
com que nos querem “capar”...
Assim, decidi ser livre
e como as aves voar
cantar a vida que vive
deixar os outros “falar”!!! (ladrar!!!)

(do Zé que não é poeta)

 

... ... ... SER POETA É:

Viver na noite dos outros
para poder ler as letras das estrelas
e, ao lê-las,
tentar guardar, em sonho e em poesia,
algumas das suas mensagens...

Possam, algumas
alumiar, ao menos, como velas,
os caminhos dos cegos,
que andam de olhos abertos,
durante as longas noites,
a que chamam dias...

Há os que escolhem a noite para assaltar,
roubar e ferir e matar aqueles que dormem...

Há outros, como os poetas
que escolhem a noite para iluminarem os sonhos do sono dos outros...
e descobrirem a escuridão dos dias apressados
vividos sem sentido...

(do Fernando Fingidor - Poeta louco).

 

A Fátima


O Pedro Bernardino e a Ana Sofia Correia
leram um resumo da SINOPSE e da Biografia do autor...

 


Ana Sofia Correia e Pedro Bernardino

 

Os SEMEADORES DE TROVAS de CORROIOS

cantaram ainda

A NOITE

de Manuel da Fonseca

MILHÕES DE BARCOS perdidos no MAR...

e UMA TROVA DE AMOR...


Luciano, Nuno, Janete, Iris, Carla e Nelson...

 

 


Iris Batista

«De NOITE olhando as ESTRELAS

Numa noite, sem dormir,
enredado em mil problemas,
corri para a rua a fugir...
e olhei para dentro de mim
olhando para as estrelas...
em silêncio, pus-me a ouvir
com desejo de (me) entendê-las.
Falavam as mudas estrelas,
e caladas, quem diria?
diziam mil coisas belas
que eu cego não entendia...
e eu surdo não ouvia
Eu olhava...
Elas paradas
corriam em disparada
mudando a noite em dia...
mas eu é que não as via...
ou ouvia? ou via???

Fiquei tonto.
Adormeci.
Foi-se a noite. Veio o dia.
E uma vez já cansado
de ver só noite e ver dia
pus-me a ver, assim parado
a hora em que o sol fugia
sem ser noite nem ser dia.

Veio a noite. Foi-se o dia.
Esperei. A luz não chegava
mas um roxo anil tingia
o azul que eu olhava,
quando o sono me vencia...
Acordei. A luz nascia
anunciando a madrugada.

 


Joana Serra

 

É Maio

É MAIO, MEU AMOR!,
onde estás? que te não vejo!
não te oiço
não te sinto
não te encontro!...
É tempo de haver sol e de haver flores!...
dentro em pouco a primavera 'stá a findar!?...
já passou?
inda não veio?
não cresceram as sementes.
não as semearam? Talvez?!
não nasceram...
as flores.
tenho frio.
o sol já não aquece.
ou aquece demais para matar?!
que é feito desse tempo, meu Amor?, em que havia primavera e verão e outono e inverno!?
deixou de haver a sucessão das estações
sempre certas, sempre regulares?

...

 

MILHÕES DE BARCOS perdidos no MAR...

Milhões de barcos perdidos no mar!
Perdidos na noite!
(Perdidos no mar)

As velas rasgando de todos os ventos.
Os lemes sem tino
Vogando ao acaso
Roçando no fundo
Subindo na vaga
Tocando nas rochas!

E quantos e quantos naufragando...
(Perdidos... Perdidos no Mar!)
Quem vem acender faróis na costa do mar bravo?!
Quem?!

 


Luciano, Nuno, Janete, Carla e Nelson

 


Nuno, Carla e Nelson

Soneto de Florbela Espanca:

Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,
A essa hora dos mágicos cansaços,
Quando a noite de manso se avizinha,
E me prendesses toda nos teus braços...

Quando me lembra: esse sabor que tinha
A tua boca... o eco dos teus passos...
O teu riso de fonte... os teus abraços...
Os teus beijos... a tua mão na minha...

Se tu viesses quando, linda e louca,
Traça as linhas dulcíssimas dum beijo
E é de seda vermelha e canta e ri

E é como um cravo ao sol a minha boca...
Quando os olhos me cerram de desejo...
E os meus braços se estendem para ti...

 

Sara Carvalho

Joana Serra

Iris Batista

Célia Mendes

em...

 

A PEDRA DE VER A MAR...

 

 

Muitos AMIGOS

quiseram estar presentes...

 

 

 

 
 

 

 

 

 

 

 

A ASSINATURA e DEDICATÓRIA

de alguns dos poucos exemplares que havia...

 

Um ABRAÇO a TODOS simbolizado nesta RODA...

 

Até a...

 

Até a...

Pode ainda ouvir, se lhe der gosto,

outras canções preparadas,

que não puderem ser apresentadas:

MARIA com Manuel Aleixo 1

MARIA com Manuel Aleixo 2

MARIA com Manuel Aleixo e Bety 3

Pescador da Barca Bela, de Garrett, por Bety

Dá-me uma Gotinha dÁGUA, por Bety e Manuel

Um PROJECTO a continuar por ? 5 ANOS? com a

até às primeiras 20 OBRAS já arquitectadas... e a seguir...

Um ESPAÇO NET para a Família e os Amigos poderem ir Vendo e Admirando as Obras que vão aparecendo publicadas por - joraga - e alguns dos seus mil e um deNÓMIOS...
E-Mail:
joraga@netcabo.pt e joraga@netc.pt

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