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portugal@lareirananet
uma ideia a lançar na senda do trabalho de Alexandre Parafita
Propostas
1.
alguma BIBLIOGRAFIA sobre a Zona da Margem Sul do Tejo
2
BIBLIOGRAFIA relacionada com a LITERATURA TRADICIONAL
Brugel
- Jogos Tradicionais
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A
LÍNGUA A NA EDUCAÇÃO BÁSICA, Ministério
da Educação - 1997
-
OS PRINCÍPIOS ORIENTADORES no ENSINO DA LÍNGUA
MATERNA:
1- O crescimento linguístico...
2 -Acesso ao Português Padrão...
3 - Valorizar atitudes cognitivas...
4 - Competências nucleares...
5 - A Língua Materna - a Língua Padrão
- as Outras Disciplinas... - as Línguas estrangeiras...
(Consciencialização dos Problemas).
6. A Mestria... os Textos Literários e Não Literários
(das diversas Regiões e Variantes...) .. as Várias
Épocas e Géneros... a diversidade e multiplicidade
da dimensão da Experiência Humana.
Este
princípios baseiam-se aliás num ou dois bastante
mais alargados que podemos enunciar assim:
"Perante
a hetrogeneidade (variedades - variantes - varáveis)
Social, Cultural e Linguística que podemos observar
na Escola e nos Ambientes Sociais em que estamos envolvidos,
há que educar as pessoas para a tolerância e
para o respeito pelo diferente, dando a todos a oportunidade
de desenvolverem as suas capacidades, para se realizarem como
Pessoa, e poderem Comunicar com o maior número possível
de interlocutores."
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AS
MIL E UMA NOITES - CONTOS ÁRABES, autor?, I vol. Tomo 1 e
2 , II vol. Tomo 3 e 4, Livraria Lello e Irmãos Editores,
Porto, s/d
(A
arte de contar histórias intermináveis que terminam a cada
passo e se encadeiam e misturam sem nunca perderem a UNIDADE
e a inesgotável variedade!... portadoras de uma sabedoria
profunda e enraizada, fugindo à banalidade sem perder a capacidade
de "encantar" ... afinal, já foi descoberta há milhares
de anos... A tentativa "imbecilizante" que as TELE/SÉRIE/COMPACT-NOVELAS
tentam aproveitar do mais superficial desta OBRA ÚNICA é pura
e simplesmente uma mera tentativa de confundir bolinhas de
vidro "brilhante" com o ouro puro por exemplo dos
Índios, Íncas, Azetecas, Maias!!!)
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AFFREIXO,
José Maria da Graça
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MEMÓRIA
HISTÓRICO-ECONÓMICA DO CONCELHO DE SERPA, (304 P.), 1ª edição
de 1884, e 2ª de 1984, da Câmara Municipal de Serpa.
Além de uma pequena introduão do Presidente da Câmara a assinalar que
é a 2ª edição facsimilada depois de A TRADIÇÃO, tem um desenvolvido
prefácio de José Mariz, mostra, 100 anos depois que não se
trata de uma simples MONOGRAFIA, mas uma fonte de rigor para
a investigação actual. Trata-se do tema para a dissertação
da “aula” de Economia Política da Universidade, em 1883/84.
A parte I, com IX capítulos, das origens aos cidadãos ilustres;
e a Parte 2ª, com VIII capítulos que vão da Misericórdia,
às assocoaçõs, população, instrução e indútrias.
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ANDERSEN,
HANS CHRISTIAN (1805
- 1875), Dinamarca.
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O
PATINHO FEIO, O PEQUENO ABETO, O ROUXINOL, A PRINCESA E A
ERVILHA, A RAINHA DAS NEVES (Conto em sete Histórias), TUMBELINA,
A SEREIAZINHA, O SLDADINHO DE CHUMBO...
são
alguns dos muitos contos que tornaram imortal este autor.
Nasceu em Odense. Filho de um sapateiro. Deixou a casa aos
14 anos para buscar fortuna em Copenhaga. Foi primeiro actor
e depois escritor. Após extremas dificuldades, conseguiu ajuda
de pessoas influentes e do próprio rei. Escreveu poemas, novelas
e peças de teatro, mas foram os contos de fadas que o tornaram
imortal. Admirado por muitos notáveis seus contemporâneos
como Walt Whitman, Oscar Wild e Charles Dickens..., este escreveu-lhe
uma vez: "Seja o que for que faças na vida não desistas
de escrever, pois não podemos dar-nos ao luxo de perder nenhum
dos teus pensamentos. Eles são demasiado belos para ficarem
escondidos na tua mente".
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ANDERSEN,
Hans Christian,
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CONTOS
IMORTAIS, publicados entre 1835 e 1872..., Publicações Europa
América, Lisboa, 1944
(Andersen
viveu entre 1805 e 1875 e, como outros autores, estamos perante
CONTOS para crianças ou infantis que os adultos, se quisessem,
poderiam tentar analisar e... entender!)
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ASBJÖRNSEN,
PETER CHRISTIEN (1812
- 1885, Noruega
MOE,
JÖRGEN ENGERBRETSEN
1813 -1882), Noruega.
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PORQUE
É SALGADO O MAR, A LESTE DO SOL E A OESTE DA LUA...(do 1º9
e Histórias de diabretes e Duendes (o 2º)
são
alguns dos contos mais conhecidos destes dois autores que
produziram extensas antologias de contos tradicionais noruegueses.
Conheceram-se em 1826 (14 e 13 a.), na escola de Norderhov,
norte de Oslo, tornando-se amigos e colaboradores pela vida
fora. AsBJÖRGSEN VEIO A SER ZOÓLOGO e Moe, após alguns anos
como professor veio e ser padre e foi bispo de Christiqansand.
O primeiro inspirou-se especialmente no decurso de viagens
através dos maravilhosos fiordes da Noruega, e Moe, mais nas
expedições em zonas áridas e montanhosas. A 1ª antologia apareceu
em 1843 e a 2ª em 1844, com, por exemplo, as famosas histórias:
TRÊS BODES RABUGENTOS, e A PRINCESA NO MONTE DE VIDRO...
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BAUM,
Lyam Frank,
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THE
WONDERFUL WIZARD OF OZ, ou simplesmente o FEITICEIRO DE OZ,
com ilustrações de W. W. Denlow, Publicações Europa América,
Lisboa, s/d (1986?)
(BAUM
viveu entre 1856 e 1919 e escreveu mais ou menos sessenta
livros para crianças. Em 1900, havia cerca de treze livros
sobre OZ. A fantasia com que nos sabe levar com a desastrada
Dorothy nas asas do furacão, com os seus companheiros, o espantalho
de palha, o lenhador de lata, e o leão de peluche, à procura
das soluções m gicas do fant stico FEITICEIRO DE OZ!, decididamente
que só pode ser uma história para divertir criancinhas! Proponho
mesmo, na minha modesta e ingénua opinião, que devia ser um
livro proibido para adultos , especialmente se tiverem algum
cargo ou responsabilidade educativa e governativa!!!
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BETTELHEIM,
Bruno,
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PSICANÁLISE
NO CONTO DE FADAS... (Da biblioteca da Escola)
(Um
livro importante para tentar desvendar os signos, os símbolos,
os mitos, os valores, os costumes a sabedoria oculta... duma
CULTURA TRADICIONAL, que resiste ORAL, escrita, ORAL, através
dos tempos, das diversas versões, das agressões e até às sentanças
dogmáticas da "infalível" cultura erudita!!!)
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BRAGA,
Teófilo,
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O
POVO PORTUGUÊS NOS SEUS COSTUMES, CRENÇAS E TRADIÇÕES, I E
II Vol., Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1985( 1ªed. 1885);
CONTOS
TRADICIONAIS DO POVO PORTUGUÊS, com um Estudo sobre Novelística
em Geral, I e II Vol., Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1987,
(1ºEd. 1883):
ROMANCEIRO
GERAL PORTUGUÊS, 1º vol - Romances Heróicos, Novellescos e
de Aventuras, Manuel Gomes Editor Livreiro de Suas Magestades
e Altezas, Lisboa, 1906; 2º vol - Romances de Aventuras, Históricos,
Lendários e Sacros, Manuel Gomes Editor Livreiro de Suas Magestades
e Altezas, Lisboa, 1907, 3º vol - Romances com fórmula Literária
dos séc. XV-XVII, J.A. Rodrigues & Cª Editores, Lisboa,
1909; ed. fac-similada, com introdução de Pere Ferré, baseada
na 2ª ed ampliada, Editorial Vega?, s/d, 1983?;
HISTÓRIA
DA POESIA POPULAR PORTUGUESA - Ciclos Épicos, com prefácio
de João David Pinto-Correia, Edição fac-similada, Vega, Lisboa,
1987.
(Obras ainda na linha do trabalho pioneiro vindo do Romantismo lançado
por Garrett e Herculano com valiosos dados e elementos de
Etnografia, Antropologia... e a memória da maravilhosa arte
de contar histórias com as suas marcas de oralidade e poder
de encantamento!)
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BUCK,
Pearl S.,
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HISTÓRIAS
MARAVILHOSAS DO ORIENTE, Edição Livros do Brasil, Lda, Lisboa,
1965
(Podemos
dizer que, afinal, estas Histórias são "...uma Viagem
de descoberta por terra e mar." "...a um MUNDO FABULOSO
DE ENCANTO E FANTASIA, o mistério lendário das terras orientais.
Os primores da sabedoria e da imaginação asi ticas reflectem-se
nestas histórias maravilhosas que Pearl Buck recriou com talento
inimitável que lhe valeu o Prémio Nobel"... Mais ou menos
como a história do segador de erva que ganhava cinco dinheiros
por dia no seu trabalho duro e quase miserável...que... poupando
um dinheiro por dia... transformou as suas economias num presente
fabuloso que fez felizes princesas e príncipes!!!
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CARDOSO,
Fernando
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POETAS
POPULARES, (1º volume, 1971?, ed. v.pref. 1976, 2ª ed.); 2º
volume - pref. Agosto de 1977, 2ª ed.; 3º volume - pref. Agosto
de 1977, 4º volume, pref. Nov. de 1977, 2ª ed.; Colecção poesia,
3,4,5,6, sem editora, sem data, e deve ser Setúbal?.
O 1º vol. tem poemas de um CAUTELEIRO - ANTÓNIO ALEIXO, um CAVADOR -
MANUEL ALVES; um MECÂNICO - SILVA PEIXE, um SERRALHEIRO -
J. MARIA DA SILVA.
O 2º vol. tem poemas de um BARBEIRO - AUGUSTO PIRES; um CALAFETE - ANTÓNIO
MARIA EUSÉBIO, um CARPINTEIRO - J. MOREIRA DA SILVA; um CHOFER
- J. FREDERICO DE BRITO; um CONTÍNUO - A. VILAR DA COSTA.
O 3º vol., poemas de um ARDINA - CARLOS DOS JORNAIS; um GANHÃO - J.
DA MANTA BRANCA; um GUARDA-FREIO - EDUARDO FRANCISCO; um LAVRADOR
- JOSÉ FERNANDES BADAJOZ; um PEDREIRO - JOSÉ CRISPIM.
O 4º vol., poemas de ua BORDADEIRA - ISABEL MARIA V. LOPES; um CALCETEIRO
- JOÃO AUGUSTO MENDES; um CORTICEIRO - JOSÉ VICENTE; um CRIADOR
DE CÃES - LUCIANO H. MARQUES; um PESCADOR - MANUEL PARDAL.
Cada autor tem uma vasta e pormenorizada biografia e informações
e referências abundantes.
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CARROL,
Lewis,
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ALICE
NO PAÍS DAS MARAVILHAS, (Título original: Alice's in Wonderland,
Natal de 1865), Public. Dom Quixote, Lisboa 1988;
ALICE
RACONTÉE AUX PETITS ENFANTS ET POESIE POUR ALICE (Texte Français
par Henri Parisot) suivi de LETTRES A DES ENFANTS (Texte Français
par Jacques Papy), Eric Losfeld, Editeur, 1969, @ by Edition
du Terrain Vague, 1969.
(Lewis CARROL ou Charles Lutwidge Dodgson, 1832-1898, professor de matemática,
que ficou famoso com a publicação de Alice no País das Maravilhas,
em pleno reinado da Rainha Vitória, em Inglaterra, conseguiu
uma verdadeira pedrada no charco naquilo que até então se
considerava a Literatura Infantil! O sonho, o inverosímil,
o "non-sense", a angústia, o terror, as soluções
m gicas..., têm um papel importante no imaginário e na vida
das crianças! e dos adultos!!! Resumir aqui os estudos e possíveis
implicações desta obra é, evidentemente, tarefa impossível.
A segunda obra, em francês, é uma possível visão, feita pelo
próprio autor.
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CARVALHO,
Abília Pereira de
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HISTÓRIA
DE UMA CONFRARIA, (1677-1855), (184 p.), Edição da Câmara
Municipal de Castro Verde, 1989.
Este livro trata de uma CONFRARIA DE S. MIGUEL DE CASTRO VERDE ao longo
de 10 capítulos, o 11º, são as notas biográficas e o 12º os
agrdecimentos, e faz o historial do seu aparecimento até às
competências e administração de recitas, até mostrar o estado
actual do templo que era a sua sede.
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CASTRO,
Manuel de
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AS
DEIXAS, Edição da Câmara Municipal de CUBA, 1987.
Um livro que tem pesquisa e comentários de Cristóvão Enguiça, com recolha
de familiares e população de Cuba, está dividido em 6 capítulos:
1º - A MORTE (3poemas); 2º A JUVENTUDE (8); 3º - A FOME (14);
4º - O MISTICISMO (8); 5º - AFILOSOFIA (7); 6º - A VIDA (5);
que é, evidentemente um critério do organizador, vendo por
exemplo a NOVA CORTANTE NXADA metida no 4º tema a fome, que
quanto a nós é um poema à vida, à renovação, à morte que gera
a vida...
Contemporâneo que foi de ANTÓNIO ALEIXO, e com encontros memoráveis
na FEIRA DE CASTRO, este e aquele poeta precisavam de um estudo
mais desenvolvido e em conjunto, para saber algo de despiques
e desgarradas e baldões e das raízes e performances da poesia
popular portuguesa.
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CENTRO
CULTURAL POPULAR BENTO JESUS CARAÇA
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HÁ
TANTA IDEIA PERDIDA... (1) e (2), 1º e 2º ENCONTRO POETAS
POPULARES ALENTEJANOS, 1º em 21, 22e 23 de Agosto de 1981;
edição de Setembro de 1981, e o 2º 30 e 31 de Julho e 1 de
Agosto de 82, Vila Viçosa. 1ª edição do 2º Encontro, em Outubro
de 1982.
Estes livros apresentam o resultado da participação de 1º 30 poetas,
subordinado ao tema - mote: EU TRABALHO NOITE E DIA/ HÁ CHUVA
E AO CALOE/HÁ TANTA IDEIA PERDIDA / NÃO HÁ QUEM LHE DÊ VALOR,
em que além das décimas aparecem sextilhas e quadras subordinads
a outros temas...; e
2º 60 poetas populares a quem tinham sido distribuídos “sete
motes respeitantes a quatro temas: Alentejo, Trabalho, Amor
e Paz.”. São essencialmente Décimas e “a título de exemplo,
um dos despiques e duas das desgarradas...”. Mostra até a
diferença entre DESPIQUE (obra escolhida pelo poeta ou “dezedor”
de entre as que fez ou aprendeu; A DESGARRADA que obriga a
executar uma décima a partir do mote... Tem a fotagrafia de
muitos dos participantes.
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CESARINY,
Mário, (selecção, fixação do texto, prefácio e notas),
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HORTA
DE LITERATURA DE CORDEL, (O Continente Submerso, o Grande
Teatro do Mundo, os Sobreviventes do Dilúvio, Monstros Nacionais,
Monstros Estrangeiros), Assírio e Alvim, Lisboa, 1983.
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CHEVALIER,
Jean, e GHEERBRANT, Alain,
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DICTIONAIRE
DES SYMBOLES, (MYTHES, RÊVES, COUTUMES, GESTES, FORMES, FIGURES,
COULEURS, NOMBRES, Éditions Robert Laffont S.A. et Éditions
Jupiter, Paris, 8ª réimpression, 1988, a partir da revisão
de 1982, 1º ed. baseada na ed. original de 1969
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COELHO,
Adolfo,
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CONTOS
POPULARES PORTUGUESES, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1988
(1ªed. 1879)
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CONDE
DE FICALHO
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NOTAS
HISTÓRICAS ACERCA DE SERPA e O ELEMENTO ÁRABE NA LINGUAGEM
DOS PASTORES ALENTEJANOS. (176 P.), sem editor que deve ser
a família, António Martim de Mello, Marquês de Ficalho, Serpa,
31 de Março de 1979.
É como se diz na introdução, “um primeiro passo na reedição da Obra
do Conde de Ficalho, nascido em 27 de Julho de 1837 e falecido
em 19 de Abril de 1903, e nelele se condensa a colaboração
prestada pelo autor à revista A TRADIÇÃO, publicada em Serpa,
nos anos de 1899 a 1904. São XIV NOTAS que procuram acompanhar
a História de Serpa desde a possível passagem de D. Afonso
Henriques em 1145, dando numerosos dados históricos e informações
sobre a ocupação árabe, até à tomada definitiva por D. Sancho
II e o modo como ficou pertença de Castela devido às fronteiras
pelo Guadiana após completada a reconquista com D. Afonso
III. O elemento árabe na LINGUAGEM é uma estudo linguístico
a provar que a ocupação árabe deixou marcas e enriqueceu o
nosso vocabulário, mas não mudou a língua nem a religião destes
povos.
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COSTA,
Helder,
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ZÉ
DO TELHADO, Teatro, Centelha, Coimbra, 1978
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DELGADO,
Manuel Joaquim,
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A
ETNOGRAFIA E O FOLCLORE DO BAIXO ALENTEJO, 2ª ed. da Assembleia
Distrital de Beja, 1985 (1ªed. separata da Revista Ocidente,
Lisboa 1956;
A
LINGUAGEM POPULAR DO BAIXO ALENTEJO E O DIALECTO BARRANQUENHO
(estudo etnofilológico), 2ªed. da Assembleia Distrital de
Beja, 1983, 1ªed. do autor, depois de ter sido publicada em
artigos no Arquivo de Beja, entre 1948 e 1950.
SUBSÍDIO
PARA O CANCIONEIRO DO BAIXO ALENTEJO, I E II VOL., 2ªed. do
Instituto Nacional de Investigação Científica, Lisboa, 1980,
1ªed. Lisboa 1955.
ENSAIO
MONOGRÁFICO (Histórico, Biográfico, Linguístico e Crítico)
acerca de Beja e dos Bejenses mais ilustres, Beja 1973.
(Que dizer deste autor e obra? Professor primário, vindo de longe, que
se fixou em Beja, estudioso, autodidata, sócio do Instituto
Português de Arqueologia, História e Etnografia, sócio fundador
da Sociedade de Língua Portuguesa, !!! revela um incansável
e exaustivo trabalho de recolha e investigação, talvez demasiado
isolado e incompreendido, com a consciência dos seus limites
mas que terá armazenado um "manancial de preciosos elementos"
possivelmente irrecuperáveis e que teriam exigido o trabalho
de muita gente e de muitos anos de trabalho!!!)
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FERREIRA,
José Gomes e
OLIVEIRA,
Carlos,
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CONTOS
TRADICIONAIS PORTUGUESES, I, II, II, IV vol., das Iniciativas
Editoriais, especial para a LIVRARIA FIGUEIRINHAS, PORTO,
sem data, (1958?)
(Esta
OBRA podemos considerá-la como que uma oferta saborosa de
uma viagem através do maravilhoso que os melhores autores
portugueses incluiram em muitas das suas obras...!
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FRAZÃO,
Fernanda,
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LENDAS
PORTUGUESAS, I, II, II IV, V, VI. Amigos do Livro Editores,
sem data, (1984?)
(A
recolha de numerosas LENDAS de todas as regiões de Portugal
que servem, pelo menos para informação ou investigação base.)
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GALLOP,
Rodney,
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CANTARES
DO POVO PORTUGUÊS - Estudo Crítico, Recolha e Comentário,
Instituto de Alta Cultura, Lisbos 1960, 2ª ed
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GALRITO,
Francisco Augusto
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A
VERDADE DA POESIA, Volume I, (256 9), Edição do Autor, Castro
Verde, 1993.
Foi lançado na Feira de Castro de 1993 e embora na maioria Décimas o
autor faz também outros tipos de poesia e passa por temas
que percorrem por assim dizer toda a vida e todo o quotidiano
até figuras populares desconhecidas...
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GARRETT,
João Batista de Almeida,
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VIAGENS
NA MINHA TERRRA, (edições de várias editoras, com ou sem estudos
introdutórios);
FREI
LUÍS DE SOUSA, (várias edições, algumas com notas para orientação
de estudos):
O
ROMANCEIRO, I - Romances da Renascença, Imitações, Reconstruções
e Estudos meus sobre o Antigo ( é a obra XI,1852? 1853?, do
autor desde a publicação de ADOZINDA em 1828, 2ª ed. em 1843);
II - Romances Cavalherescos Antigos de Aventuras, sem referências
à História ou sem a ter conhecido, (1ª parte), XXIV exemplar
reservado pelo autor, 1852; e III - é a continuação do IIº
para este não fazer demasiado volume, (2ª parte), Lisboa,
1851, xxv volume reservado pelo autor, 1852; O IV volume era
reservado para o 3º Livro das Lendas e Profecias que não chegou
a ser publicado, mas esta Edição de 1983, inclui alguns manuscritos,
no III volume; Com organização, fixação do texto, prefácio
e notas de Augusto, Mª Helena e Luís Augusto Costa Dias, Editorial
Estampa, Lisboa, Novembro de 1983.
(Cito só estas três obras pelo desafio da 1ª "a tomar o bordão
de ROMEIRO e caminhar de novo por esse Portugal fora, à procura
de histórias para te contar..." (será agora, a nossa
vez?); a 2ª como tentativa mais conseguida de renovar o teatro
em Portugal, desde Gil Vicente; e a 3ª por ser mais uma recolha
do rico ROMANCEIRO PORTUGUÊS.)
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GIACOMETTI,
Michel, com a colaboração de
Fernando
Lopes Graça,
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CANCIONEIRO
POPULAR PORTUGUÊS, Edição do Círculo de Leitores, 1981
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GRIMM,
JAKOB 1785 - 1863), Alemanha, e
GRIMM,
WILHELM (1786 - 1858), Alemanha.
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CONTOS
PARA CRIANÇAS E PARA OS SERÕES, 1812,
foi
o primeiro pequeno volume que os dois irmãos publicaram em
1812 e logo se tornou o livro mais lido universalmente depois
da Bíblia. Era a recolha de contos que até aí só eram conhecidos
oralmente. entrevistando meticulosamente velhos alemães como
camponeses, pastores e outras pessoas, fizeram uma colecção
que incluia os contos mais populares como BRANCA DE NEVE E
OS SETE ANÕES, HANSEL E GRETEL, O PRÍNCIPE
RÃ, RAPUNZEL... Ambos estudaram Direito mas cedo se
interessaram pelos velhos poemas épicos e lendas alemãs. Primeiro
só se interessavam pelo que as histórias revelavam sobre o
pensamento e a linguagem do homem primitivo. Um amigo que
as leu providenciou pela sua publicação, e foram um ~exito
devido à sua simplicidade, a vivacidade da narrativa, o triunfo
dos simples (anónima "gentinha"), a presença da
magia, de encantamento, de animais falantes... Tornaram-se
especialistas em Literatura Antiga e Linguística.
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GUERREIRO,
António Machado
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COLOS
- ALENTEJO - ELEMENTOS MONOGRÁFICOS, Edição da Câmara Municipal
de Odemira, 1987.
Obra dividida em três grandes capítulos: I - Situação. História. População.
Economia. (108 p.); - II - A gente. Tipo e carácter. Tradições
e diversões. (109 - 176); III - Literatura escrita. Literatura
oral. (179 - 327). Com abundantes Figiras e fotografias com
índice. Foi apresentado como dissertação de Filologia Românica
à Faculdade de Letras de Lisboa, em 1968.
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GUERREIRO,
M. Viegas
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PARA
A HISTÓRIA DA LITERATURA POPULAR PORTUGUESA, ed. do Instituto
de Cultura Portuguesa, Ministério da Educação, 1ª ed. 1978,
2ª ed. 1983, Lisboa.
Desde uma introdução que procura discutir Literatura ou não Literatura
e a tese de que o povo nada cria antes usa e deturpa o que
lhe vem da classe culta!, as rigens, até è importância da
literatura popular, o livro desenvolve-se em VII capítulos,
desde a época medieval à actualidade. Os textos finais de
literatura Popular Contemporânea são transmitidos por conhecidos
autores!!!
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HERCULANO,
Alexandre,
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LENDAS
E NARRATIVAS, Tomo I e II, Livraria Bertrand, Lisboa, 28ª
edição, s.d., (com advertência da 1ªed, s.d., e da 2ª de 1858)
(Falar
deste trabalho pioneiro, só se tivesse tempo e saber para
contar toda a mestria e engenho deste mestre e iniciador da
narrativa contemporânea ou da narrativa portuguesa!)
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KIPLYNG,
Rudiard,
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SIMPLES
CONTES DES COLLINNES, Brodard e Taupin - Imprimeur - Relieur,
Le Livre de Poche, Paris, 1965;
KIM,
Brodard e Taupin - Imprimeur - Relieur, Le Livre de Poche,
Paris, 1961
O
LIVRO DA SELVA
(O inglês "da Índia" que ganhou o Prémio Nobel em 1907, pela
sua obra e o autor do indispensável "IF", e com
os Contos das Colinas nos faz relatos sobre os ingleses na
Índia, no tempo da Rainha Vitória, manifestando um raro poder
de observação temperado com a malícia brincalhona que leva
à ironia. O Livro da Selva, tornou-se o livro fundamental
para o movimento do Escutismo, em todo o mundo.)
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LA
FONTAINE, Jean de,(1621 - 1695)
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FÁBULAS,
1ª compilação de 1668
(Obra
baseada nas FÁBULAS DE ESOPO aproveitadas para através duma
desorganizada! reserva de caça ou inconcebível Jardim Zoológico,
nos dá um retrato da pedante sociedade francesa do séc. XVII,
dedicada ao jovem Delfim, para sua instrução e formação como
futuro rei.
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LAGERLÖF,
Selma,
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A
MARAVILHOSA VIAGEM DE NILS HOLGERSON ATRAVÉS DA SUÉCIA, Editora
Educação Nacional de Adolfo Machado, 5ªed., Porto, s.d.
HISTÓRIAS
MARAVILHOSAS, Editorial Minerva, Lisboa, 1952;
O
LIVRO DAS LENDAS, Edição dos Livros do Brasil, Lda, s.d.
A
CARROÇA FANTASMA, Editorial Minerva, 1941
OS
SETE PECADOS MORTAIS E OUTROS CONTOS...
(As
obras da primeira mulher que ganhou o Prémio Nobel da Literatura
por todas AS MARAVILHOSAS VIAGENS ATRAVÉS DO MARAVILHOSO que,
no dizer desta autora, "...tudo isto é mais real do que
eu estar aqui e tu aí" como lhe dizia a sua avó que "...quando
morreu e partiu..., é como se tivessem fechado, para sempre,
as portas do maravilhoso e do deslumbramento..." Não
é verdade, como o prova esta autora, e, mesmo no nosso país
e na nossa terra, felizmente!, ainda não se fecharam todas
as portas do fascínio!, nem morreram, ainda, todos OS CONTADORES
DE HISTÓRIAS nem todos OS VIAJANTES DO MARAVILHOSO!...
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LANG,
ANDREW (1884 - 1912), Inglaterra.
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BLUE
FAIRY BOOK, 1889 e depois o RED FAIRY BOOK, YELLOW FAIRY BOOK,
GREEN FAIRY BOOK, OLIVE FAIRY BOOK, PINK FAIRY BOOK, VIOLET
FAIRY BOOK, CRIMSON FAIRY BOOK, TALES FOR GRIMM, IT'S PERFECTLY
TRUE AND OTHER STORIES, por HANS CHRISTIAN ANDERSEN...
São
títulos das imensas colecções que este autor e editor fez
de histórias em inglês. Nasceu na Escócia, formou-se em Oxford,
foi alguns anos Deão da Universidade e depois dedicou-se mais
de quarenta anos à escrita tendo sido um dos maiores escritores
do seu tempo escrevendo artigos, notícias, crítica literária,
poesia e novelas. Todas as coisas do passado fascinavam LANG
- a História da Escócia, da França, da Literatura da Grécia
Antiga especialmente Homero e, os contos tradicionais que
encheram as suas inúmeras colectâneas. Compilou a maior colecção
de contos de fadas em língua inglesa.
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LEÇA,
Armando,
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MÚSICA
POPULAR PORTUGUESA, 1º vol., Colecção Folclore e Pedagogia,
Subsidiado pelo Instituto para a Alta Cultura, Editorial Domingos
Barreira, s/d
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LOBATO,
Padre João Rodrigues,
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AMARELEJA,
RUMO À SUA HISTÓRIA, Évora, 1961;
ALJUSTREL.....?
(que
não tive oportunidade de consultar)
(Obras
e autor que interessa consultar pela investigação e pelas
recolhas que tem feito de numerosa documentação sobre valores
tradicionais do Alentejo, como contos, lendas, falares, usos,
costumes...
VILA
DE ENTRADAS - BREVES NOTAS DE HISTÓRIA E ANTOLOGIA, (158 p.),
Edição da Câmara Municipal de Castro Verde, 1987.
Livro
com XI capítulos, que vai desde as raízes históricas e do
notável Frei Manuel de Entradas, à origem de nome, à importância
que teve como vila e sede de município, seguindo pelas visitas
ilustres que teve, por ex. a de D. Sebastião em 1573, aos
problemas da Misericórdia e Irmandades, dedicando os últimos
três capítulos à ANTOLOGIA desde falas, à poesiaàs lendas...
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LOPES
GRAÇA, Fernando,
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A
CANÇÃO POPULAR PORTUGUESA, Col. Saber, Publicações Europa
América, Lisboa, Maio de 1974 (2ªed)
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MACHADO,
Francisco Valente
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MONOGRAFIA
DE VILA VERDE DE FICALHO, ed. da Biblioteca e Museu de Vila
Verde de Ficalho, 1980
(Além
de todas as preciosidades guardadas nesta obra os caminhos
que abre e as pistas que deixa em aberto..., os numerosos
trabalhos que publicou e o muito material que tem (tinha?)
guardado e correm risco de extravio... é uma obra e um autor
a pedir etenção, estudo, divulgação e continuidade.
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MARQUES,
Gentil,
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LENDAS
DE PORTUGAL, I, II, II, IV, V, Editorial UNIVERSUS
I,
em 1962, LENDAS DOS NOMES DAS TERRAS,
II,
em 1963, LENDAS HERÓICAS,
III,
em 1964, LENDAS DE MOURAS E MOUROS,
IV,
em 1965, LENDAS RELIGIOSAS,
V,
em 1966, LENDAS DE AMOR.
(Trabalho
que revela um imenso e perseverante trabalho de recolha, estudo
e divulgação, desde os já velhos tempos das LENDAS DA NOSSA
TERRA, divulgadas em jornais e programas de r dio, e com numerosas
notas sobre vocabul rio e outros esclarecimentos, a propósito
de cada LENDA, revelando algumas uma cuidadosa investigação.)
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MÜLLER,
Adolfo Simões,
|
O
PRÍNCIPE IMAGINÁRIO E OUTROS CONTOS TRADICIONAIS PORTUGUESES,
Distri Editora, 1985.
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NAZARÉ,
João Ranita,
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MÚSICA
TRADICIONAL PORTUGUESA - Cantares do Baixo Alentejo - , Biblioteca
Breve, Instituto da Cultura Portuguesa, !979 (1ª ed.)
MOMENTOS
VOCAIS DO BAIXO ALENTEJO, Cancioneiro da Tradição Oral que
inclui disco de pesquisa científica, Imprensa Nacional Casa
da Moeda, 1986.
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NEVES,
António da Silva,
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BANDARRA,
O PROFETA DE TRANCOSO, Publicações Europa América, Lisboa,
1990.
(Situando
Bandarra no séc. XVI, em plena época dos Descobrimentos, em
que Portugal atingia o máximo explendor e estava aberto à
aventura e à divulgação de profundos humanistas, e aberto
a temas como religião, filosofia, mudança... e outros caminhos
da Ciência e Conhecimento..., o autor apresenta-nos assim
BANDARRA "para lá do mito, a grandeza do sofrimento e
da renúncia".)
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| PARAFITA,
Alexandre |
A
COMUNICAÇÃO E A LITERATURA POPULAR, Plátano
Editora, 1999.
O
MARAVILHOSO POPULAR - Lendas - Contos - Mitos, Plátano
Editora, Lisboa, Fevereiro de 2000
CONTOS
POPULARES... mais dois ou três volumes que abrangem
uma recolha em 75 aldeias envolvendo muitos alunos e professores...
«histórias de almas panadas, bruxas, diabos,
fadas, lobishomens, morte, mouras encantadas, olhara+os e
trasgos...» (Ver http://www.platanoeditora.pt)
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| Este 2.º volume da Antologia
dos Contos Populares debruça-se sobre os “Contos
Jocosos e Divertidos”, que constituem um vastíssimo
espólio, aqui apresentado em sete subdivisões:
contos de padres, contos obscenos, contos de mulheres
de mau génio, comilonas, preguiçosas e linguareiras,
contos de doidos e de avarentos, contos de galegos
e de povos vizinhos e rivais, contos de crítica
de usos e costumes, outros contos jocosos e divertidos.
Para além de catalogados, os contos estão munidos
da respectiva contextualização sociológica, na
linha do que vem sendo adoptado nos circuitos
científicos ocidentais. |
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| A presente Antologia de Contos
Populares apresenta um vasto espólio de contos
religiosos, contos novelescos, contos de fadas
e contos do demónio estúpido. Para além de catalogados,
os contos estão munidos da respectiva contextualização
sociológica, na linha do que vem sendo adoptado
nos circuitos científicos ocidentais. |
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| O Maravilhoso Popular é um
livro que desafia o leitor a uma viagem pelo mundo
sobrenatural, à descoberta dos cenários meio reais
meio fantásticos que o povo conserva na memória
oral. Fruto de uma pesquisa cuidada, no âmbito
de rigorosos estudos sobre as crenças e superstições
do povo rural, esta obra traz a lume um vasto
conjunto de histórias de almas penadas, bruxas,
diabos, fadas, lobisomens, morte, mouras encantadas,
olharapos e trasgos - entidades narrativas que
atormentam, entretêm e educam as gerações e as
comunidades por onde vão passando. |
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| As histórias do maravilhoso,
que outrora desassossegavam a instituição educativa,
são hoje um aliado de peso das novas correntes
da pedagogia. Ninguém duvida já de que a relação
da criança com o maravilhoso dos contos, das lendas
ou dos mitos, contribui para que ela cresça saudavelmente,
ajudando-a a estabelecer os limites do imaginário
e do real. O "Maravilhoso Infantil"
é uma colecção concebida para trazer às crianças
de hoje as histórias que encantaram muitas gerações
e andavam « perdidas» na memória dos mais idosos
dos vales e planaltos transmontanos, onde foram
colhidas. |
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| As histórias do maravilhoso,
que outrora desassossegavam a instituição educativa,
são hoje um aliado de peso das novas correntes
da pedagogia. Ninguém duvida já de que a relação
da criança com o maravilhoso dos contos, das lendas
ou dos mitos, contribui para que ela cresça saudavelmente,
ajudando-a a estabelecer os limites do imaginário
e do real. O "Maravilhoso Infantil"
é uma colecção concebida para trazer às crianças
de hoje as histórias que encantaram muitas gerações
e andavam « perdidas» na memória dos mais idosos
dos vales e planaltos transmontanos, onde foram
colhidas. |
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PEDROSO,
Consiglieri,
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CONTOS
POPULARES PORTUGUESES, Ed. Vega, s.d. (1978?) (1º ed.1910)
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PEREIRA,
Pe. Jaime Pinto,
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ALEGRIAS
POPULARES, Volumes
I
( Cancioneiro folclórico de Alvoco da serra), Edição do autor?
Coimbra 1952; e
II
(Cancioneiro Folclórico do Concelho de Seia - Baira Alta),
edição do Autor?, s/ referência, local e data, com prefácios
de 1967.
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PERRAULT,
Charles,
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LES
CONTES DE MA MÈRE L'OYE", 1694
CONTES
DES TEMPS PASSÉ (1697)
(Afinal
estamos perante uma LITERATURA INFANTIL? ou perante uma profunda
e inesgotável LITERATURA POPULAR TRADICIONAL? Outra pergunta:
Quem terá o direito ou a pretensão de dar versão escrita -
definitiva - à riqueza sem limites ou barreiras da LITERATURA
ORAL? O desastre que terá acontecido com estes e outros autores
foi em vez de serem percursores de algo a continuar, terem
ficado como "donos definitivos" de algo sempre em
movimento, renovação e criatividade!
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PERRAULT,
CHARLES, (1628 - 1703), França.
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HISTOIRES
OU CONTES DU TEMPS PASSÉ AVEC LES MORALITÉS , 1697
Foi
o volume publicado com histórias como por exemplo O GATO DAS
BOTAS, O BARBA AZUL, CINDERELA... Foi com certeza o escritor
francês que mais contribuiu para a lieratura infantil. Nasceu
numa importante família, estudou advocacia e foi secretário
de Jean Baptiste Colbert, o poderoso ministro das finanças
do rei Luís XIV. Após a morte de Colbert, em 1683, dedicou-se
à literatura escrevendo ensaios, poemas e as suas memórias.
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PINHEIRO,
J. M. Monarca
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CANTADORES
DE ALEGRIAS MÁGOAS E MANGAÇÕES, (268 p. grande formato), Edição
da Câmara Municipal do Alandroal, 1993.
Com um índice original na orelha da contra capa, apresenta os poetas
distribuídos pelas freguesias de A landroal (10); F erreira
de Capelins (10); Juromenha (1), Santiago Maior (10); Terena
(7). João Manuael Monarca Pinheiro aparece como autor da introdução,
selecção, correcção de textos e notas. Talvez levante muitos
problemas quanto à metodologia das recolhas, mas é assim que
se estão a fazer. Toda a edição, desenhos, gravuras e fotografias
apresentam uma cuidada apresentação!
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PINTO-CORREIA,
João David,
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ROMANCEIRO
TRADICIONAL PORTUGUÊS, apresentação crítica, organização,
notas e sugestões para análise literária de João David PINTO-CORREIA,
Editorial Comunicação, Lisboa, 1984 (1ª ed).
(Obra
que começa por tentar dar uma definição do que é o ROMANCE
TRADICIONAL, com várias propostas de definição, texto, estrutura,
classificação,... Geografia do Romanceiro..., História do
Romanceiro..., e Estudos. Tem ainda uma vasta BIBLIOGRAFIA
de referências, principal ACTIVA, principal PASSIVA e auxiliar.
Além disso apresenta uma longa referência de DISCOGRAFIA por
exemplo os 6 discos de Michel Giacometti, com recolhas e estudos
de Fernando Lopes Graça; a cassete que acompanha o Cancioneiro
Popular Português, ed. Círculo de Leitores, Lisboa, 1981;
CANTE DA TERRA, grupo de Cantares do Redondo; POIS CANTÉ,
Grupo de Acção Cultural; ROMANCEIRO... ditos por vários, Decca,
SLP DS 2022; ROMANCES, realização de Vitorino, Pedro Caldeira
Cabral, Janita e Carlos Salomé; e vários de ALMANAQUE, BRIGADA
VÍTOR JARA, TERRA A TERRA e TROVANTE...)
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PIRES,
Maria Laura Bettencourt,
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HISTÓRIA
DA LITERATURA INFANTIL PORTUGUESA, Editorial Vega Lisboa,
s.d. (1987??)
(Considero
que, por motivos que desconheço uma vez que a HISTÓRIA abrange
toda a Literatura Tradicional, esta autora só cometeu um erro
no título, que foi o ter-lhe chamado "infantil".
Esta obra contém ainda uma vasta Bibliografia sobre Literatura
"Infantil" e outra lista de Literatura Tradicional.)
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PROPP,
Vladimir,
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MORPHOLOGIE
DU CONTE, (tradução francesa em 1970)
(O
livro que definiu as funções do CONTO, como característica
fundamental dos contos tradicionais que se manteve na tradição
oral em diversos lugares e através dos tempos imemoriais...
A
obra principal deste autor, um folclorista e etnóçogo russo,
foi publicada em Moscovo em 1928. No ocidente apareceu só
em 1958, na Inglaterra. Só com o apogeu do )estruturalismo
metódico aplicado à antropologia, folclore, crítica literária,
etc., e da semiótica, é que se passsou a considerar a obra
de Propp como ponto de partida para todos os estudos sobre
a técnica da narrativa. (Ver p. 76 de : Estilística
Poética e Semiótica Literária de Alicia Yllera).
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RAMOS,
Francisco Martins,
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ALCUNHAS
ALENTEJANAS, Estudo Etnográfico, Edição da (ADIM) Associação
de Defesa dos Interesses de Monsaraz, Dezembro de 1990.
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Recolha
da Coordenação Distrital de Beja, MNE, DGEA.
|
LITERATURA
POPULAR DO DISTRITO DE BEJA, (340 p.), Coordenação distrital
de Beja, Ministério da Educação e Cultura, Direcção-Geral
da Educação de Adultos, 1986.
Esta
recolha feita pela Coordenação Distrital do Distrito de Beja,
aparece esta como AUTOR?!, tem também notas e coordenação
do texto de M. Viegas Guerreiro e António Machado Guerreiro,
e a nota prévia é de Abílio Perpétua Raposo, coordenador Distrital
de Beja.
Tem 12 capítulos: Os CONTOS e as LENDAS -(10 de v. localidades); As
ANEDOTAS -(3/4 p.); AS ADIVINHAS. OS PROVÉRBIOS -(11 títulos);
OS ROMANCES -(5?!); QUADRAS (Umas 37 décimas); AS CANTIGAS.
OS VERSOS -(25 p.); POEMETOS -(30p.); AS MODAS (ca. 90 páginas
e a maioria com a música); O CANTE A DESPIQUE - (como funciona.);
LENGALENGAS. TRAVA-LÍNGUAS. JOGOS INFANTIS.-(10 p.); REZAS.
BENZEDURAS -(13 p. div. localidades); e um APÊNDICE com COSTUMES,
CRENDICES, MEDICINA POPULAR -(em 18 p.). O índice por concelhos
indica os 12 concelhos do Distrito de Beja.
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RIBAS.
Tomaz
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DANÇAS
POPULARES PORTUGUESAS, (122 P.), Ministério da Educação, Biblioteca
Breve, Instituto de Cultura e Língua Portuguesa, lisboa, 1983.
Uma vez que é assunto que não está estudado neste país, este livro aborda
I - o problema da DANÇA POPULAR; depois II - as RAÍZES DA
DANÇA POPULAR; III - a CLASSIFICAÇÃO DAS DANÇAS...; IV - as
DANÇAS POPULARES hoje; V - mais umas BREVES NOTAS e I e II
Anexo. Algumas fotografias e gráficos ajudam a perceber este
problema que tem muito para estudar e investigar.
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RIDER'S
DIGEST
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OS
MAIS BELOS CONTOS DE FADAS, UMA
ANTOLOGIA DO RD,
com
ilustrações de Fritz Kredel e tradução de Botelho da Silva,
Selecções do Rider's Digest, Lisboa, Rio de Janeiro, Nova
Iorque, com prefácio de Maria Cimino, antiga bibliotecária
da Central Children's Room da Biblioteca Pública de Nova Iorque,
s/d
Uma ANTOLOGIA de 65 CONTOS, provavelmente, como diz Maria Cimino, AS
MELHORES HISTÓRIAS PARA TODAS AS GERAÇÕES, Título do prefácio,
e inclui como autores e coleccionadores dos contos desta antologia:
HANS CHRISTIAN ANDERSEN, (1805 - 1875), Dinamarca.
JAKOB 1785 - 1863) e WILHELM GRIMM (1786 - 1858), Alemanha.
PETER CHRISTIEN ASBJÖRGEN (1812 - 1885) e JÖRGEN ENGERBRETSEN MOE 1813
-1882), Noruega.
CHARLES PERRAULT (1628 - 1703), França.
ANDREW LANG (1884 - 1912) (Compilou a maior col. de contos de fadas
em língua inglesa), Inglaterra.
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SAINT-EXUPÉRY,
Antoine de,
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LE
PETIT PRINCE, Librairie Gallimard, Paris, 1943
(Mais um livro que em princípio é para crianças ... e, de facto "As
pessoas crescidas nunca compreendem nada sozinhas e é fatigante,
para as crianças, estar sempre, sempre a dar explicações."!!!,
como talvez o VOLE DE NUIT, TERRE DES HOMMES, Librairie Gallimard,
Paris, 1939, e o hermético CITADELLE!...Mas para felicidade
ou comodidade de todos os "eruditos" este homem
nasceu em 1900, foi piloto de guerra, e desapareceu num vôo
de reconhecimento em 1944! Por pouco, a guerra acabava antes
de morrer! e talvez nem se falasse dele!
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SANTINHOS,
Manuel José (poeta popular),
|
MEMÓRIA
DAS GENTES DO LUGAR, Trabalho de Campo e Tratamento paraeditorial
de Vítor Manuel Bastos e Maria Celeste Matias Rodrigues, Edição
da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, 1991.
(Além
da originalidade deste poeta popular que se exprime através
de quadras, quintilhas, sextilhas e as já tradicionais DÉCIMAS
ou QUADRAS DE QUARENTA PONTOS, apresenta as pouco conhecidas
e difíceis QUADRAS DE SESSENTA PONTOS!...)
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SANTOS
COSTA, Fernando Jorge dos,
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BANDARRA,
POETA, PROFETA E SAPATEIRO DE TRANCOSO, Edição Câmara Municipal
de Trancoso, 1ª ed., 1990.
(Banda Desenhada com o resumo e obra deste sapateiro profeta.)
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SILVA,
Manuel João,
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RIQUEZA
DOS FALARES REGIONAIS, Recolha feita nos Concelhos de Santiago
do Cacém e Sines, Edição da Câmara Municipal de Santigo do
Cacém, 1985, (1ªed)
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SWIFT,
Jonathan,
|
AS
VIAGENS DE SAMUEL GULLIVER, publicado em 1726
(Uma
obra que desde a existência iluminada do que se convencionou
chamar LITERATURA INFANTIL, tem sido divulgado como TAL; e
que na época devido à sua ingenuidade e candura e inocente
crítica à modelar sociedade inglesa (do tempo!!!) foi proibido
em Inglaterra!
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TAVARES
DA SILVA, D.A.,
|
Esboço
dum VOCABULÁRIO AGRÍCOLA REGIONAL, Separata dos ANAIS DO INSTITUTO
SUPERIOR DE AGRONOMIA, 482 pág.s Vol. XII, Lisboa, 1942
(Um
Esboço! do que poderia ser um volumoso Dicionário dos regionalismos
e significados diferentes que as palavras têm nas diversas
regiões, mesmo na agricultura, e no resto?, com numerosos
e desenvolvidos estudos em muitos e variados temas!)
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TORGA,
Miguel,
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BICHOS
CONTOS
DA MONTANHA
NOVOS
CONTOS DA MONTANHA
(Da vasta obra, aqui, cito só estes sem comentários!)
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TRANCOSO,
Gonçalo Fernandes,(1515/20 A 1596?)
|
CONTOS
E HISTÓRIAS DE PROVEITO E EXEMPLO, de 1575 EM DUAS PARTES
E MAIS UMA 3ª EM 1596
(Autor
que nem sequer se sabe se seria de Trancoso e se teria sido
comtemporâneo ou conhecido do célebre BANDARRA, soube aproveitar
"o abundante filão da tradição oral, influenciado ou?
pelos maiores contistas do séc XV, XVI)
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VASCONCELOS,
José Leite de,
|
ETNOGRAFIA
PORTUGUESA, VII volumes c/ dt. div.
CONTOS
POPULARES E LENDAS, I (1964) e II (1969), por Ordem da Universidade,
Coimbra, coord. Alda da Silva Soromenho e Paulo Caratão Soromenho;
CANCIONEIRO
POPULAR PORTUGUÊS, I, (1975), II, (1979), III, (1983), Por
Ordem da Universidade, Coimbra, coordenação de Maria Arminda
Zaluar Nunes;
ROMANCEIRO
PORTUGUÊS, I, (1958), II, (1960), por Ordem da Universidade,
Coimbra, com notíciapreliminar de Menedez Pidal;
TEATRO
POPULAR PORTUGUÊS I (Religioso), (1976), II (Profano), (1979),
III (Açores), (1974), coordenação e notas de A.Machado Guerreiro,
Por Ordem da Universidade, Coimbra.
TRADIÇÕES
POPULARES DE PORTUGAL, 1ªed.1882, reed. INCM, 2ªED.1986,
(Obra enorme e de inestimável valor, publicada devido aos esforços e
dedicação dos autores já mencionados e ainda com o apoio do
Prof. Manuel Viegas Guerreiro, sob a orientação do Professor
Dr. Orlando Ribeiro. Estariam aqui as bases de um exaustivo
trabalho de recolha e descoberta dos VALORES DUMA CULTURA
NACIONAL, ainda possivelmente viva ou a perder-se irremediavelmente,
que seria urgente continuar em cada Região, em cada LUGAR,
em cada ESCOLA.
|
alguma BIBLIOGRAFIA
sobre a Zona da Margem Sul do Tejo

Aí ficam uns tópicos que fomos buscar à publicação do
Manuel Lima:
A QUINTA DA ÁGUA EM CORROIOS - DO ESPAÇO RURAL À ESCOLA JARDIM;
as QUINTAS d’ESTA BANDA;
outras histórias que se contam e ele sabe como as de um tal infante
D. Francisco, filho de D. João VI?...;
a Fernão Lopes;
aos livros que a Câmara do Seixal tem vindo a publicar, como:
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15
ANOS DE PODER LOCAL DEMOCRÁTICO ‑ 1974/1989
|
Câmara
Municipal do Seixal, 1989
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A
TERRA E O HOMEM, Aspectos Geológicos do Concelho do Seixal
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Catálogo
da Exposição, com Programação de Manuel Lima / Graça Filipe
Projecto de Jorge Raposo, Textos de Manuel Lima..., Ecomuseu
/ Câmara Municipal do Seixal, 1993.
|
|
AGRICULTURA
E ESPAÇOS RURAIS NO CONCELHO DO SEIXAL
|
Ecomuseu
Municipal, Câmara Municipal do Seixal, 1992 (Exposição com
intervenção de Graça Filipe, Manuel Lima, Jorge Raposo, Teresa
Fernades e muitos outros...).
|
|
ARQUEOLOGIA
NA QUINTA DO ROUXINOL - Projecto de investigação “Ocupação
Romana na Margem Esquerda do Estuário do Tejo”
|
Ecomuseu,
Câmara Municipal do Seixal, 1987
|
|
ÁRVORES
DO SEIXAL - CARACTERIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO NO CONCELHO
|
Câmara
Municipal do Seixal, 1989.
|
|
AS
AUTARQUIAS E A COMUNIDADE ESCOLAR NO MUNICÍPIO DO SEIXAL ‑
GUIA DE APOIO
|
Câmara
Municipal do Seixal, 1988
|
|
AS
CEGADAS DO CONCELHO DO SEIXAL
|
Recolha
de Joaquim Pinto Malta, Edição e propriedade da Câmara Municipal
do Seixal, 1988.
|
|
AVES
AQUÁTICAS E RIBEIRINHAS DO CONCELHO DO SEIXAL
|
Com
texto e Fotografias de Manuel Lima / Ecomuseu, Câmara Municipal do Seixal, Ecomuseu, 1995.
|
|
BIVALVES
e GASTERÓPODES das parais do Seixal
|
com
texto e fotografias de Ecomuseu - Manuel Lima, Câmara Municipal
do Seixal, Ecomuseu, 1992.
|
|
GUIA
DO MUNÍCIPE ‑ SEIXAL
|
Câmara
Municipal do Seixal, 1993
|
|
HISTÓRIA
DO CONCELHO DO SEIXAL, I CRONOLOGIA
|
António
J. NABAIS, Edição da Câmara Municipal do Seixal, 2ª ed. ‑
1982
|
|
HISTÓRIA
DO CONCELHO DO SEIXAL, património industrial, MOINHOS DE MARÉ
|
António
J. C. NABAIS, Edição da Câmara Municipal do Seixal, 1986
|
|
O
TEJO E A MARGEM SUL NA POESAI PORTUGUESA
|
Antologia,
Recolha, Introdução e Notas de João Carlos L. PEREIRA, Edição
da Câmara Municipal do Seixal, 1993.
|
|
OS
FORAIS DE ALMADA E SEU TERMO
|
,
de Alexandre M. FLORES e António j. NABAIS, Edição das Câmaras
de Almada e Seixal, 1983.
|
|
OS
REDONDOS
|
José
Luís GONÇALVES, com os apoios da Câmara Municipal do Seixal,
Junta de Freguesia da Arrentela, Fernão Ferro e Associação
de Moradores dos Redondos, 1991.
|
|
PLANTAS
DOS SAPAIS E ZONAS RIBEIRINHAS DO SEIXAL
|
Câmara
Municipal do Seixal, 1989
|
|
RETALHOS
DA MINHA TERRA - Monografia do Concelho do Seixal
|
Manuel
de Oliveira REBELO, Edição da Câmara Municipal do Seixal,
(1ª, 1959), 2ª, 1992.
|
|
RUAS
DO SEIXAL ‑ roteiro do concelho
|
,
Edição da Câmara Municipal do Seixal, 1982?.
|
|
SEIXAL
(Guia Turístico)
|
Costa
Azul, Portugal, 1991
|
Em
todos eles, e outros que faltará citar, encontramos fonte de inspiração
para contar, recontar, e recriar para recrear, histórias, contos,
anedotas, lendas, desafios à nossa criatividade e imaginação...
para que as raízes não se percam..., para que a construção do FUTURO
seja sustentado e sólido, eficaz e humano, com condições de felicidade
e bem-estar para os vindouros... se é que ainda vamos a tempo de
salvar alguma coisa..., mas é nossa obrigação tentar o que pudermos...

PROPOSTAS
/ desafios para realizar a curto, médio e longo prazo -
pelas
as Turmas...
a Escola...
Biblioteca...
Comunidade Escolar...
-
Levantamento da Toponímia (Terras - Lugares - Ruas... - Porquê
- a história...
-
Ladainha das Quintas - as que ainda continuam e as que passaram
a recordação...
-
(re)Buscar na Bibliografia e Memórias das Pessoas mais velhas...
(Histórias e Estórias) Personagens, Episódios,
Contos, Lendas... para recri(e)ar e enCa(o)ntar...
-
Levantamento dos trajes típicos (conseguir colecção?)
e Mostra em Dança Movimento Pregões e Texto... e dos
Signos e Símbolos representativos, nas diversas formas de
expressão
-
Implementar contactos com Ecomuseu do Seixal para realizar estas
tarefas...
-
Incluir na FEIRA do LIVRO e / ou Exposições a bibliografia
e as "Coisas" do Seixal.

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