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Portugal
à Lareira
Contos & Lendas de Todos para Todos, todos os
dias...
 
luz&tnia@lareiranarede
Ligue-se
a nós e Conte... Ligação em estudo
Vimos
propor um ESPAÇO ABERTO ao país, desde as
aldeias às fregursias, a todas as Escolas, Associações,
Entidades, Famílias, Grupos de Cultura, animadores
e fazedores de Cultura...
um
ESPAÇO ABERTO para que apareçam as Lendas,
os Contos, os Mitos... contados e recontados das mais diversas
maneiras e formas...
e
que uma equipa pluridisciplinar possa ir descobrindo as
diversas leituras, significados e simbolismos que cada maneira
de contar, em seu devido contexto, pode ter,
para
continuarmos a descobrir Quem e o Que Somos, como Seres
individuais e colectivos - seres Únicos, integrados
em sucessivas e alargadas Sociedades...
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portugal@lareiranarede
- Portugal à Lareira
luz&tnia@lareiranarede - Lusitânia à Lareira
(de
LuxEtnia - grupo humano com unidade linguística e cultural,
numa região onde predominaria a Luz)
ou a imperecível força do efémero sempre a
renascer... na linha mais pura da Kabala ou Tradição
em que os Saberes acumulados por gerações sucessivas,
a Sabedoria, é transmitida de Boca a Orelha em permanente
redescoberta e re/creatividade... e até recreio...
Este
projecto nasce a partir da abordagem do fenómeno (podemos
dizê-lo assim) Alexandre Parafita e a sua Obra
a pedir um PROJECTO fascinante para o século XXI no campo
da Literatura Popular de Tradição Oral, como
ele decide chamar a esta Arte milenar...
(é proposta dele designá-lo, dignificando-o, por "literatura
popular de tradição oral")
Na Era da Internet e da Comunicação sem Fronteiras,
aproveitando a sua criatividade e dinâmica contagiante, é
a Hora de propor uma interActividade de dimensão Nacional
e, possivelmente, à escala Universal...
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Alexandre
Parafita, a afirmar-se, desde os anos setenta do século
XX, neste Universo da Literatura Popular de Tradição
oral, como, em boa hora decidiu chamar a esta Arte milenar
de Contar, é já um valor incontornável
nos primeiros anos do Século XXI a abrir horizontes
para este 3º Milénio.
Este
fenómeno Parafita vem demonstrar uma coisa muito simples.
Afinal esta Arte milenar de Contar, sempre em vias de extinção
e com mortes sucessivamente anunciadas, por profectas de desgraças
e aprendizes de feiticeiros, é mesmo imperecível,
apesar de todas as concorrências e das soluções
desastradas dos que se arrogaram em "donos" da Cultura,
em vez de estarem ao serviço da Cultura.
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| Alexandre
Parafita, natural de Sabrosa (Trás-os-Montes), é
Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade
da Beira Interior (UBI) e prepara o Doutoramento em Cultura
Portuguesa na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
(UTAD). |
Julgamos
pois, que a sua dinâmica de investigador incansável,
e a sua criatividade contagiante, que põe dezenas de
pessoas, alunos e conhecidos, em movimento, poderá
ou deverá gerar um movimento imparável que nos
permita encarar este fenómeno à luz das novas
tecnologias, para dar resposta às necessidades e anseios
das novas gerações, sem esquecer ou cortar com
as raízes ancestrais, antes pelo contrário,
re/descobrindo o segredo óbvio da sua perenidade indestrutível,
que se baseia nas potencialidades sempre renováveis
do efémero, que é cada Acto de enC(a)ontar.
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Acomodados
aos fenómenos geniais que nos foram legados desde Leite
de Vasconcelos e seus antecessores e seguidores, como Adolfo
Coelho e Teófilo Braga, chegou possivelmente o momento
de restituir ao Povo aquilo que é do Povo e, alicerçados
nesta sua obra já firmada, abrir uma Página,
um Espaço na Rede Universal onde este fenómeno
desta milenar ARTE Maior de CONTAR encontre o seu sentido
e não perca nada da sua ancestralidade e enraizamento,
criatividade e actualidade.
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A
Comunicação e a Literatura Popular
Alexandre Parafita
Plátano, 1999, 160 págs) |
Ora
vejamos.
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Em
todas as recensões, críticas e elogios, Parafita
é apontado como mais um caso raro de "escritor
e investigador", "é autor das mais interessantes
recolhas feitas nos últimos anos sobre o filão
ameaçado mas inextinguível da nossa tradição
oral" como diz José Jorge Letria (in Revista "Tempo
Livre", Dezembro/2002)
Afinal,
aquilo que todos temiam, desde os alertas lançados
desde os finais do século XIX por J. Leite de Vasconcelos
e seus seguidores, continua a ser um "filão sempre
ameaçado mas inextinguível". Porquê?Porque
apesar de toda a concorrência que agora personificamos
nos serões televisivos estupidificantes e massificadores,
e apesar da "ameaça de extinção
que a todos nos assusta", esta Arte milenária
de Contar persiste, e tem sempre uma leitura, um significado
e um simbolismo diferente em cada contextualização,
de acordo com as circunstâncias de tempo e de espaço.
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O
Maravilhoso Popular - Lendas, Contos Mitos
Alexandre Parafita,
Manuel Trovisco (ilustr.)
Plátano, 2000, 192 págs. |
Parafita
vai às raízes que tem a felicidade de ter mantido
"virgens" e tem sabido mobilizar e/ou acompanhar
uma nova geração de Contadores de Histórias
e de Estórias" que estão a descobrir que
afinal esta é uma Arte imperecível, sempre a
desafiar a criatividade e a Arte em cada Acto de Contar, como
uma celebração ou um ritual em que acontece
sempre algo de Novo e estimulante...
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Ele
foi, vai e manda ir às Raízes, às Fontes,
e depois, num Acto de pura magia reconta, reconstrui, rescreve,
recria..., em prosa e em verso... desafia outros a complementar...
a ilustrar... a recontar... reinventando afinal o que já
estava inventado e que torna assim esta ARTE de CONTAR imortal
e imperecível.
Quando a minha avó me dizia que me contava os contos
que tinha ouvido à sua avó, bastava ouvir a
filha, a minha mãe, contar os mesmos contos, ou ouvir
a mesma avó contar aos meus irmãos mais novos
os mesmos contos, para verificar que "quem conta um conto..."
e que cada Conto Contado é um Acto Único e irrepetível
e por isso mesmo imorredoiro.
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As
Três Touquinhas Brancas,
Alexandre
Parafita
Plátano Editora, Lisboa,2000 |
Então
porque escrevê-los e registá-los? Para que não
se perca a matriz e porque a "passagem" do tempo
tronou-se agora voraz e implacável.
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Muitas
editoras e entidades deram conta deste fenómeno e estão
a aproveitá-lo e, como ele diz e as suas inúmeras
palestras, que faz por todo o lado, o demonstram, o Alexandre
faz deste seu trabalho uma "Verdadeira Missão"
de que alguma Entidade Superior o incumbiu!
É
só questão de estarmos atentos e descobrirmos,
todos, ou pelo menos muitos dos seus admiradores, o verdadeiro
significado deste fenómeno.
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Histórias
de Natal contadas em verso
Alexandre Parafita
Âncora Editora, 2000 |
Muitas
editoras e entidades deram conta deste fenómeno e estão
a aproveitá-lo e, como ele diz e as suas inúmeras
palestras, que faz por todo o lado, o demonstram, o Alexandre
faz deste seu trabalho uma "Verdadeira Missão"
de que alguma Entidade Superior o incumbiu!
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É
só questão de estarmos atentos e descobrirmos,
todos, ou pelo menos muitos dos seus admiradores, o verdadeiro
significado deste fenómeno.
O
registo que ora fazemos não pode servir como registo
definitivo e anunciador da morte da criatividade e da reinvenção...
Desempenhado
o seu papel, o registo escrito, que desempenha hoje o papel
que a transmissão oral de geração em
geração permitia, há uns tempos atrás,
durante um período razoável, o que hoje, perante
a voragem da mudança, e as facilidades das alternativas
sedutoras, se torna quase impossível, desempenhado
esse papel, dará lugar a novas versões e formas,
as mais diversificadas e...
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Antologia
de Contos Populares (Vol.1)
Alexandre Parafita
Plátano Editora, 2001 |
É
neste sentido que queremos fazer um desafio ao Autor e ao
Projecto Vercial.
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Vimos
propor um ESPAÇO ABERTO ao país, a todas as
Escolas, Associações, Entidades, Famílias,
Grupos de Cultura, animadores e fazedores de Cultura... um
ESPAÇO ABERTO para que apareçam as Lendas, os
Contos, os Mitos... contados e recontados das mais diversas
maneiras e formas... e que uma equipa pluridisciplinar possa
ir descobrindo as diversas leituras, significados e simbolismos
que cada maneira de contar, em seu devido contexto, pode ter,
para continuarmos a descobrir Quem e o Que Somos, como Seres
individuais e colectivos - seres Únicos, integrados
em sucessivas e alargadas Sociedades...
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Antologia
de Contos Populares (Vol.2)
Alexandre Parafita
Plátano Editora, 2002 |
Como
se vai chamar?
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-
para o grande livro da
-
Literatura Popular de Tradição oral.
-
O Maravilhoso Popular - Lendas. Contos. Mitos
-
Lendas Contos e Mitos (MitosContos&Lendas)
-
Portugal à Lareira
Luzitania
à Lareira
Luzitania
ou LusitâniaContos&Lendas
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Branca
flor, o Príncipe e o Demóniode
Alexandre Parafita
Asa, 2001 |
Onde
se vai alojar?
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Poderá
e deverá ter um suporte em papel para atingir os que
ainda não têm acesso à internet e não
só?
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A
mala vazia - algumas histórias de tradição
oral
Alexandre Parafita
Âmbar, 2003 |
Propostas:
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Ver
Contos&Lendas em www.joraga.net
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Diabos,
Diabritos e outros Mafarricos
Alexandre Parafita
Texto Editora, 2003 |
Claro
que um ESPAÇO no Projecto Vercial teria outra visibilidade
e abrangência, com uma equipa adequada capaz de receber,
arquivar, catalogar e divulgar os inumeráveis contributos
que apareceriam das mais diversas origens.
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Estas
ideias de base já foram expostas em diversos trabalhos
publicados por JRG:
1985
- Outubro, Évora - A Linguística e a Análise
Literária como contributo para o Desenvolvimento do
Alentejo - in ACTAS do CONGRESSO SOBRE O ALENTEJO, III volume,
pp. 1127 - 1131
1995
- Março / Dezembro in LER EDUCAÇÃO Nºs
17/18 - Revista da Escola Superior de Educação
de Beja
1996
- Dezembro - in Revista Arquivo de Beja- Vol. II e III, série
III - INSTITUTO ALENTEJANO DE CULTURA (IAC/D)
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Bruxas,
Feiticeiras e suas Maroteiras
Alexandre Parafita
Texto Editora, 2003 |
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OUTROS
trabalhos de Parafita:
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"Ah
Trás-os-Montes!" (ed. autor, 1978)
"Retalhos
deste povo" (ed. Câmara Municipal de Vila Real
1981)
Uma
Andorinha no Alpendre (Civilização, 1994)
"A
lenda da princesa marroquina" (Europress, 1995)
O
Segredo do Vale das Fontes (Europress, 1996)
"A
princesinha dos bordados de ouro" (Porto Editora, 1996)
"Chovia
ouro no boque" (Porto Editora, 1996)
O
Último Gaiteiro (Europress, 1997)
As
Aventuras de Rik & Rok (co-autor, Impala, 1998)
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Afinal
o meu ESPAÇO - Contos&Lendas (que não tem estado
ligado por ter sido feito para uma palestra específica...)
está em (permanente) elaboração, como aliás
todos os outros e foi preparado para uma palestra numa Escola e
tem material que dá para todo um curso...
Entre
as Páginas e Imagens tem cerca de 4MB...
ESPAÇO
- Contos&Lendas a que aliás se ligam outros espaços
desenvolvidos em:
- Mértola
as Vozes do Silêncio
- os
contos e Lendas etc. na Serra da Estrela Manteigas...
- e
já no espaço dedicado a Gil Vicente, a preocupação
dominante é remeter para as raízes da Cultura, nas
suas mais diversas manifestações...
Além
do imenso material que já tem e para o qual remete e a imensa
Bibliografia, claro que se, tudo isto, for trabalhado por uma equipa
mais alargada, podemos então criar um imenso espaço
que teria de ser interActivo e partilhado...
Apesar
de não me considerar satisfeito, perante o desafio do Dr.
Alexandre Parafita para pensar no tema:
o
papel que a internet poderá ter na recolha, estudo e divulgação
da Literatura Popular de Tradição Oral...
e
perante a resposta, amável, da Vercial, através de
José Machado,
lembrei-me que seria importante mandar esta proposta, mesmo que
seja para refundir dos pés à cabeça.
Um
abraço de
José Rabaça Gaspar
(Nota:
Estou a enviar este documento, ao mesmo tempo, para Projecto Vercial
- José Machado e para Alexandre Parafita e...)
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