CONTOS & LENDAS
A ARTE DE enCANTAR
na LITERATURA POPULAR PORTUGUESA

por JORAGA o acrónimo de JOsé RAbaça GAspar e outros mais de 1001 deNÓMIOS...

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Portugal à Lareira
Contos & Lendas de Todos para Todos, todos os dias...

luz&tnia@lareiranarede

Ligue-se a nós e Conte... Ligação em estudo

Vimos propor um ESPAÇO ABERTO ao país, desde as aldeias às fregursias, a todas as Escolas, Associações, Entidades, Famílias, Grupos de Cultura, animadores e fazedores de Cultura...

um ESPAÇO ABERTO para que apareçam as Lendas, os Contos, os Mitos... contados e recontados das mais diversas maneiras e formas...

e que uma equipa pluridisciplinar possa ir descobrindo as diversas leituras, significados e simbolismos que cada maneira de contar, em seu devido contexto, pode ter,

para continuarmos a descobrir Quem e o Que Somos, como Seres individuais e colectivos - seres Únicos, integrados em sucessivas e alargadas Sociedades...


portugal@lareiranarede - Portugal à Lareira

luz&tnia@lareiranarede - Lusitânia à Lareira

(de LuxEtnia - grupo humano com unidade linguística e cultural, numa região onde predominaria a Luz)
ou a imperecível força do efémero sempre a renascer... na linha mais pura da Kabala ou Tradição em que os Saberes acumulados por gerações sucessivas, a Sabedoria, é transmitida de Boca a Orelha em permanente redescoberta e re/creatividade... e até recreio...

Este projecto nasce a partir da abordagem do fenómeno (podemos dizê-lo assim) Alexandre Parafita e a sua Obra
a pedir um PROJECTO fascinante para o século XXI no campo da Literatura Popular de Tradição Oral, como ele decide chamar a esta Arte milenar...
(é proposta dele designá-lo, dignificando-o, por "literatura popular de tradição oral")
Na Era da Internet e da Comunicação sem Fronteiras, aproveitando a sua criatividade e dinâmica contagiante, é a Hora de propor uma interActividade de dimensão Nacional e, possivelmente, à escala Universal...

 

Alexandre Parafita, a afirmar-se, desde os anos setenta do século XX, neste Universo da Literatura Popular de Tradição oral, como, em boa hora decidiu chamar a esta Arte milenar de Contar, é já um valor incontornável nos primeiros anos do Século XXI a abrir horizontes para este 3º Milénio.

Este fenómeno Parafita vem demonstrar uma coisa muito simples. Afinal esta Arte milenar de Contar, sempre em vias de extinção e com mortes sucessivamente anunciadas, por profectas de desgraças e aprendizes de feiticeiros, é mesmo imperecível, apesar de todas as concorrências e das soluções desastradas dos que se arrogaram em "donos" da Cultura, em vez de estarem ao serviço da Cultura.

Alexandre Parafita, natural de Sabrosa (Trás-os-Montes), é Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade da Beira Interior (UBI) e prepara o Doutoramento em Cultura Portuguesa na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).
Julgamos pois, que a sua dinâmica de investigador incansável, e a sua criatividade contagiante, que põe dezenas de pessoas, alunos e conhecidos, em movimento, poderá ou deverá gerar um movimento imparável que nos permita encarar este fenómeno à luz das novas tecnologias, para dar resposta às necessidades e anseios das novas gerações, sem esquecer ou cortar com as raízes ancestrais, antes pelo contrário, re/descobrindo o segredo óbvio da sua perenidade indestrutível, que se baseia nas potencialidades sempre renováveis do efémero, que é cada Acto de enC(a)ontar.
Acomodados aos fenómenos geniais que nos foram legados desde Leite de Vasconcelos e seus antecessores e seguidores, como Adolfo Coelho e Teófilo Braga, chegou possivelmente o momento de restituir ao Povo aquilo que é do Povo e, alicerçados nesta sua obra já firmada, abrir uma Página, um Espaço na Rede Universal onde este fenómeno desta milenar ARTE Maior de CONTAR encontre o seu sentido e não perca nada da sua ancestralidade e enraizamento, criatividade e actualidade.
A Comunicação e a Literatura Popular
Alexandre Parafita
Plátano, 1999, 160 págs)
Ora vejamos.

Em todas as recensões, críticas e elogios, Parafita é apontado como mais um caso raro de "escritor e investigador", "é autor das mais interessantes recolhas feitas nos últimos anos sobre o filão ameaçado mas inextinguível da nossa tradição oral" como diz José Jorge Letria (in Revista "Tempo Livre", Dezembro/2002)

Afinal, aquilo que todos temiam, desde os alertas lançados desde os finais do século XIX por J. Leite de Vasconcelos e seus seguidores, continua a ser um "filão sempre ameaçado mas inextinguível". Porquê?Porque apesar de toda a concorrência que agora personificamos nos serões televisivos estupidificantes e massificadores, e apesar da "ameaça de extinção que a todos nos assusta", esta Arte milenária de Contar persiste, e tem sempre uma leitura, um significado e um simbolismo diferente em cada contextualização, de acordo com as circunstâncias de tempo e de espaço.

O Maravilhoso Popular - Lendas, Contos Mitos
Alexandre Parafita,
Manuel Trovisco (ilustr.)
Plátano, 2000, 192 págs.
Parafita vai às raízes que tem a felicidade de ter mantido "virgens" e tem sabido mobilizar e/ou acompanhar uma nova geração de Contadores de Histórias e de Estórias" que estão a descobrir que afinal esta é uma Arte imperecível, sempre a desafiar a criatividade e a Arte em cada Acto de Contar, como uma celebração ou um ritual em que acontece sempre algo de Novo e estimulante...

Ele foi, vai e manda ir às Raízes, às Fontes, e depois, num Acto de pura magia reconta, reconstrui, rescreve, recria..., em prosa e em verso... desafia outros a complementar... a ilustrar... a recontar... reinventando afinal o que já estava inventado e que torna assim esta ARTE de CONTAR imortal e imperecível.
Quando a minha avó me dizia que me contava os contos que tinha ouvido à sua avó, bastava ouvir a filha, a minha mãe, contar os mesmos contos, ou ouvir a mesma avó contar aos meus irmãos mais novos os mesmos contos, para verificar que "quem conta um conto..." e que cada Conto Contado é um Acto Único e irrepetível e por isso mesmo imorredoiro.

As Três Touquinhas Brancas,
Alexandre Parafita
Plátano Editora, Lisboa,2000
Então porque escrevê-los e registá-los? Para que não se perca a matriz e porque a "passagem" do tempo tronou-se agora voraz e implacável.

Muitas editoras e entidades deram conta deste fenómeno e estão a aproveitá-lo e, como ele diz e as suas inúmeras palestras, que faz por todo o lado, o demonstram, o Alexandre faz deste seu trabalho uma "Verdadeira Missão" de que alguma Entidade Superior o incumbiu!

É só questão de estarmos atentos e descobrirmos, todos, ou pelo menos muitos dos seus admiradores, o verdadeiro significado deste fenómeno.

Histórias de Natal contadas em verso
Alexandre Parafita
Âncora Editora, 2000

Muitas editoras e entidades deram conta deste fenómeno e estão a aproveitá-lo e, como ele diz e as suas inúmeras palestras, que faz por todo o lado, o demonstram, o Alexandre faz deste seu trabalho uma "Verdadeira Missão" de que alguma Entidade Superior o incumbiu!

É só questão de estarmos atentos e descobrirmos, todos, ou pelo menos muitos dos seus admiradores, o verdadeiro significado deste fenómeno.

O registo que ora fazemos não pode servir como registo definitivo e anunciador da morte da criatividade e da reinvenção...

Desempenhado o seu papel, o registo escrito, que desempenha hoje o papel que a transmissão oral de geração em geração permitia, há uns tempos atrás, durante um período razoável, o que hoje, perante a voragem da mudança, e as facilidades das alternativas sedutoras, se torna quase impossível, desempenhado esse papel, dará lugar a novas versões e formas, as mais diversificadas e...

Antologia de Contos Populares (Vol.1)
Alexandre Parafita
Plátano Editora, 2001
É neste sentido que queremos fazer um desafio ao Autor e ao Projecto Vercial.
Vimos propor um ESPAÇO ABERTO ao país, a todas as Escolas, Associações, Entidades, Famílias, Grupos de Cultura, animadores e fazedores de Cultura... um ESPAÇO ABERTO para que apareçam as Lendas, os Contos, os Mitos... contados e recontados das mais diversas maneiras e formas... e que uma equipa pluridisciplinar possa ir descobrindo as diversas leituras, significados e simbolismos que cada maneira de contar, em seu devido contexto, pode ter, para continuarmos a descobrir Quem e o Que Somos, como Seres individuais e colectivos - seres Únicos, integrados em sucessivas e alargadas Sociedades...
Antologia de Contos Populares (Vol.2)
Alexandre Parafita
Plátano Editora, 2002
Como se vai chamar?

- para o grande livro da

- Literatura Popular de Tradição oral.

- O Maravilhoso Popular - Lendas. Contos. Mitos

- Lendas Contos e Mitos (MitosContos&Lendas)

- Portugal à Lareira

Luzitania à Lareira

Luzitania ou LusitâniaContos&Lendas

Branca flor, o Príncipe e o Demóniode
Alexandre Parafita
Asa, 2001

Onde se vai alojar?

 

Poderá e deverá ter um suporte em papel para atingir os que ainda não têm acesso à internet e não só?
A mala vazia - algumas histórias de tradição oral
Alexandre Parafita
Âmbar, 2003
Propostas:
Ver Contos&Lendas em www.joraga.net
Diabos, Diabritos e outros Mafarricos
Alexandre Parafita
Texto Editora, 2003
Claro que um ESPAÇO no Projecto Vercial teria outra visibilidade e abrangência, com uma equipa adequada capaz de receber, arquivar, catalogar e divulgar os inumeráveis contributos que apareceriam das mais diversas origens.

Estas ideias de base já foram expostas em diversos trabalhos publicados por JRG:

1985 - Outubro, Évora - A Linguística e a Análise Literária como contributo para o Desenvolvimento do Alentejo - in ACTAS do CONGRESSO SOBRE O ALENTEJO, III volume, pp. 1127 - 1131

1995 - Março / Dezembro in LER EDUCAÇÃO Nºs 17/18 - Revista da Escola Superior de Educação de Beja

1996 - Dezembro - in Revista Arquivo de Beja- Vol. II e III, série III - INSTITUTO ALENTEJANO DE CULTURA (IAC/D)

Bruxas, Feiticeiras e suas Maroteiras
Alexandre Parafita
Texto Editora, 2003

 

OUTROS trabalhos de Parafita:

"Ah Trás-os-Montes!" (ed. autor, 1978)

"Retalhos deste povo" (ed. Câmara Municipal de Vila Real 1981)

Uma Andorinha no Alpendre (Civilização, 1994)

"A lenda da princesa marroquina" (Europress, 1995)

O Segredo do Vale das Fontes (Europress, 1996)

"A princesinha dos bordados de ouro" (Porto Editora, 1996)

"Chovia ouro no boque" (Porto Editora, 1996)

O Último Gaiteiro (Europress, 1997)

As Aventuras de Rik & Rok (co-autor, Impala, 1998)

 

Afinal o meu ESPAÇO - Contos&Lendas (que não tem estado ligado por ter sido feito para uma palestra específica...) está em (permanente) elaboração, como aliás todos os outros e foi preparado para uma palestra numa Escola e tem material que dá para todo um curso...

Entre as Páginas e Imagens tem cerca de 4MB...

ESPAÇO - Contos&Lendas a que aliás se ligam outros espaços desenvolvidos em:

- Mértola as Vozes do Silêncio

- os contos e Lendas etc. na Serra da Estrela Manteigas...

- e já no espaço dedicado a Gil Vicente, a preocupação dominante é remeter para as raízes da Cultura, nas suas mais diversas manifestações...

Além do imenso material que já tem e para o qual remete e a imensa Bibliografia, claro que se, tudo isto, for trabalhado por uma equipa mais alargada, podemos então criar um imenso espaço que teria de ser interActivo e partilhado...

Apesar de não me considerar satisfeito, perante o desafio do Dr. Alexandre Parafita para pensar no tema:

o papel que a internet poderá ter na recolha, estudo e divulgação da Literatura Popular de Tradição Oral...
e perante a resposta, amável, da Vercial, através de José Machado,
lembrei-me que seria importante mandar esta proposta, mesmo que seja para refundir dos pés à cabeça.

Um abraço de
José Rabaça Gaspar

(Nota: Estou a enviar este documento, ao mesmo tempo, para Projecto Vercial - José Machado e para Alexandre Parafita e...)

 

E-Mail: joraga@netcabo.pt e joraga@netc.pt
pelo telefone 212 553 223 ou pelo Telmv. 917 632 524
e pelo CORREIO: Rua Almada Negreiros, 48 - 2855-405 CORROIOS.
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