GENTE DE MANTEIGAS


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Afinal quem é
PAULO LUÍS MARTINS?

Gente de Manteigas in G+, de José Paiva Tacanho

FIGURAS HISTÓRICAS
de MANTEIGAS in «ANTOLOGIA»,
de José Lucas Baptista Duarte
1985
PRESIDENTES de CÂMARA
de 1910 a 2017 e AQUI
AUTORES e LIVROS e AQUI
de Gente de Manteigas
in TOPONIMIA, e AQUI
de José David Lucas Batista
in CONTOS SERRANOS,
de Dr. João Isabel e AQUI
in POIOS e PROSA
de António Leitão (PDF?)
in AQUELE PROFUNDO VALE, de José Cleto Estrela e AQUI


MONSENHOR MANUEL FERREIRA daSILVA
1918 12 02 - 2015 07 06


Publicou mais de 50 OBRAS - VER em:
Manteigas fundo Local
- Flor deLisEscutismo - Memória de África
in Manteigas Fundo Local

1967 - Triptico moçambicano - Sofala, Sabá e Ofir

1988 - Naquele Tempo - a humana história de Deus - a Divina história dos homens

1992 - No mundo de S. João de Deus, S. João de Deus no mundo: uma vida, uma obra, uma missão

1997 - A rainha D. Leonor e as misericórdias portuguesas: a pessoa, a obra, a mensagem


1999 - Os calvários da vida - tanta cruz nos nossos caminhos


2007 - Padre Joaquim Dias Parente: O homem. A obra. A missão. A mensagem nos 50 anos da sua morte 20-X-2007

2011 - Misericórdias portuguesas: padróes de fé de história e de cidadania: os direitos da razão e a razão de alguns direitos

CAPAS de algumas OBRAS


1967
Triptico moçambicano

1960
O Infante de SAgres e a Cruzada Missionária

1960
O Infante de SAgres e a Cruzada Missionária

1988
Naquele Tempo - a humana história de Deus - a Divina história dos homens

1992
No mundo de S. João de Deus, S. João de Deus no mundo: uma vida, uma obra, uma missão

1997
A rainha D. Leonor e as misericórdias portuguesas: a pessoa, a obra, a mensagem

1999
Os calvários da vida - tanta cruz nos nossos caminhos

2007
Padre Joaquim Dias Parente: O homem. A obra. A missão. A mensagem nos 50 anos da sua morte 20-X-2007

2011
Misericórdias portuguesas: padróes de fé de história e de cidadania: os direitos da razão e a razão de alguns direitos

in FLOR de LIS

Faleceu Manuel Ferreira da Silva - 2015 07 06

Partiu para o Eterno Acampamento aos 96 anos.

Nascido em Manteigas, Serra da Estrela, a 2 de Dezembro de 1918, Manuel Ferreira da Silva teve um papel muito importante no CNE e, também, nas Guias de Portugal ao longo da sua vida.
Realizou os cursos de Humanidades, Filosofia e Teologia nos seminários do Fundão, Guarda e Olivais, tendo sido ordenado sacerdote em 1941, na Sé Patriarcal de Lisboa.

Profundamente envolvido no rejuvenescimento do escutismo católico, foi o reanimador do CNE em Portugal, após o diferendo com a Mocidade Portuguesa. No CNE foi assistente regional de Lisboa, secretário nacional, assistente nacional adjunto e director da Flor de Lis. Empenhou-se profundamente na mudança da sede nacional de Braga para Lisboa, preparou a Conferência Internacional do Escutismo realizada na capital portuguesa em 1950, foi o obreiro do 9.º ACANAC, de Coimbra (1952), teve um papel preponderante na implantação do CNE em Tomar e contribuiu decisivamente para a reactivação das Guias de Portugal.

No CNE foi quase tudo, em Portugal e nas então colónias ultramarinas. A sua acção foi determinante no ressurgimento do escutismo no Ultramar, principalmente na Beira, para onde partiu, em missão, em 1957. Foi o primeiro padre português do clero secular a responder ao apelo da "Fidei Domum"; ao ser convidado pelo bispo da Beira, D. Sebastião de Resende, a colaborar com ele na causa missionária em Moçambique, partiu sem hesitação. Em 1963, foi-lhe concedida a dignidade de Monsenhor (Prelado Doméstico de S. Santidade) pelo papa João XXIII.

Autor de mais de 50 títulos publicados, escreveu sobre escutismo, pedagogia, história, sociologia, liturgia, etnografia, etc. Professor de Religião e Moral, foi-lhe oficialmente confiada, com o Pe. João Ferreira, a elaboração do livro único para o 2° Ciclo, que foi livro oficial durante vários anos. Teve a seu cargo programas de rádio e televisão, tendo sido durante largos anos responsável pelos programas religiosos da Rádio Renascença. Além dos seus inúmeros escritos sobre o escutismo e o CNE em particular, merece especial destaque a sua obra monumental "A Rainha D. Leonor e as Misericórdias Portuguesas", considerado o livro do V Centenário (1498-1998).

Na sua qualidade de jornalista e investigador, proferiu comunicações em congressos, em Portugal, Japão, Alemanha, Bélgica, França, Espanha, Brasil, Israel, E.U.A., Canadá, Macau, Moçambique e Itália.

Dispensado do ónus sacerdotal, foi-lhe concedida a canónica recondução ao estado laical em 1976. Contraiu matrimónio e constituiu família, mantendo-se, por espontânea opção, ao serviço da Igreja e de causas da solidariedade humanista.

O CNE atribui-lhe a sua mais alta distinção: o Colar de Nuno Álvares. Foi também agraciado com a principal condecoração do escutismo brasileiro, o Colar Tiradentes. Foi-lhe atribuída no Jubileu dos V séculos das Misericórdias Portuguesas (1498-1998) a Medalha (prata) da União das Misericórdias.

As cerimónias fúnebres terão lugar hoje, dia sete de Julho, pelas 15 horas, em Manteigas, sua terra natal.
Como reconhecimento do importante papel para a Associação o CNE decretou sete dias de luto Nacional, a contar desde dia seis de Julho.

Fonte e Fotografia: João Vasco Reis - Corpo Nacional de Escutas. Uma História de Factos; O Sonho comandou a Vida. História do Escutismo na Região de Lisboa.

in memória de África


19xx - Naquele tempo -a humana história de Deus


1960 - Escutismo: presença do futuro

1960 - Os grandes problemas da igreja do mundo de hoje


1961 - Também as passei boas...


1993 - Igreja. sociedade e missionação...

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