INOCÊNCIO de BRITO

Poeta Popular de S. Matias, Beja, MESTRE em DÉCIMAS e QUADRAS

in joraga.net - aminhaTEIAinterminávelnaREDEilimitada

contacto © joraga ®

3.
QUADRAS
& curtas estórias

PEQUENAS HISTÓRIAS E VERSOS RECORDADOS por Pessoas que conheceram o Mestre Inocêncio de Brito

Pode ver um DIAPORAMA com um resumo e muitos MOTES & QUADRAS

Ver alguns Motes Manuscritos por Inocêncio de Brito

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Já bastante idoso terá sido chamado pelos rendeiros do Monte Vale de Água, da família Guio-mar, de Ferreira do Alentejo, para guardar as vinhas e educar os filhos que estavam longe da Escola. (Ver a Décima MINHA TERRA, MINHA TERRA) e, possivelmente a que deu origem ao MOTE:

Já fui senhor professor
A um pai eduquei filhas
Agora sou não sei quem
Na Ribeira de Campilhas

Montes por onde terá andado?. Como trabalhador rural, andaria por onde era preciso para o amanho das terras da família e por onde lhe arranjavam trabalho à jorna ou às épocas ou até anos a fio...
Monte da Casa Branca a seguir ao cruzamento para Selmes, na direcção da Vidigueira;
Monte da Morena, na extrema Norte de S. Matias, até ao cruzamento para Selmes;
Monte Vale de Água, em Ferreira do Alentejo (Ver "Minha Terra, minha Terra...");
Ribeira de Campilhas (ver "Já fui senhor professor...");
Monte Corvesso? - referido na nota de NESTE LUGAR SOLITÁRIO.

Outros dados da época, relacionados com temas desenvolvidos nas décimas.

Afonso Costa: Político português, nasceu em Seia, Serra da Estrela, em 1871, morreu em Pa-ris em 1937. Foi professor de Direito nas Universidades de Coimbra e Lisboa. Foi deputado republicano combatendo com violência as instituições monárquicas. Foi Ministro da justiça no 1º governo da República e ficou célebre pelo seu sectarismo anti-religioso. Ver a Quadra "A instrução é precisa..."

Brito Camacho. Manuel de Brito Camacho, (1862-1934) nasceu em Aljustrel, foi médico, muito absorvido pela política, confirmou os seus créditos de prosador regionalista com - Nas Horas Calmas, 1920; Quadros Alentejanos, 1925, Gente Rústica, 1927, Gente Vária, 1928, Cenas da Vida, 1929. Foi amigo e correlegionário de homens como Afonso Costa, António José de Almeida que se destacaram na propaganda e implantação da República e de M. Teixei-ra Gomes que veio a ser eleito para a Presidência da República. Fundou, foi director e redactor principal do jornal A Luta, desde 1906 até 1934 quando saiu o último número e ano da sua morte.

Regicídio, de 1 de Fevereiro de 1908, e o

Rei D. Carlos: Nasceu a 28 de Setembro de 1863, morreu a 1 de Fevereiro de 1908. Foi rei de Portugal desde 1889 a 1908 a quando do regicídio. Foi um estadista de uma envergadura in-vulgar e muito fez para dignificar Portugal tanto na dimensão ultramarina como internamente. Foi cientista e desportista de mérito e pintor laureado internacionalmente.

Rainha D. Amélia - Foi a última rainha de Portugal. Nasceu em Twickenham, Inglaterra, em 1865 e morreu em Versalhes em 1951. Era filha dos Condes de Paris e casou com o Rei D. Carlos de Portugal em 22.5.1886. Criou a Assistência Nacional aos Tuberculosos, em 1899, o Sanatório do Outão, em 1900 e vários dispensários e outros sanatórios. Fundou o Museu dos Coches em 1905. Está sepultada no Panteão de S. Vicente, em Lisboa.

O Príncipe D. Luís Filipe - Príncipe herdeiro do trono, morreu no atentado contra a família real, nasceu a 21.3.1887 e morreu em 1.2.1908...

D. Manuel II: Foi rei de Portugal após o duplo regicídio do seu pai, o rei D. Carlos e de seu irmão mais velho, D. Luís Filipe, em 1908. Nasceu em Lisboa em 15.11.1888 e morreu em Twickenham, Inglaterra em 1932, onde viveu no exílio desde a implantação da República em 1910.

João Franco - Nasceu em Alcaide, concelho do Fundão em 14 de Fevereiro de 1855 e morreu em Lisboa a 4 de Abril de 1929. Formou-se em Coimbra aos 20 anos seguindo a carreira ad-ministrativa entre 1877 e 1885. Em 1886 torna-se deputado pelo círculo de Guimarães. Foi nomeado Ministro da Fazenda, pelo Partido Progressista, em 14 de Janeiro de 1890. Foi tam-bém ministro das Obras Públicas e foi ministro do Reino depois da I Revolta Republicana de 31 de Janeiro de 1891. Em 16 de Maio de 1903 funda o Partido Regenerador Liberal e coliga-do com os Progressistas assume o poder em 19 de Maio de 1906. Com a sua política contradi-tória e violenta contribuiu de forma decisiva para o regicídio de 1 de Fevereiro de 1908. Talvez por ironia do destino, uma trineta de Inocêncio de Brito veio a casar com um sobrinho neto de JOÃO FRANCO FRAZÃO, cuja família oriunda e residente na Beira Baixa, muito se orgulha deste seu antepassado. Detentora de abundante documentação deste seu familiar, sabem que se chegou a bater em duelo contra adversários da Monarquia e em defesa da Rainha e não terá sido o "João Franco malvado" que Mestre Inocêncio invectiva na Décima "NOBRE TERREIRO DO PAÇO". Em vez de a omitirmos, registamos a Décima como homenagem ao político e família e ao poeta que assim procurava interpretar a ideia sobre aquele político que se difundiu pelo povo naquele período agitado e de grandes convulsões políticas.

I Grande Guerra Mundial - 1914 - 1918 (Armistício assinado em 11/11/1918) (80 anos em 1998)
Guerra Civil Espanhola - 1936 - 1939

II Grande Guerra Mundial - 1939 - 1945

Hitler - o Kaiser déspota orgulhoso? Não se refere a ele. - Adolfo Hitler, 1889 - 1945, torna-se chefe de um pequeno Partido Alemão dos Trabalhadores, em 1921, que transforma em Partido Nacional Socialista. Torna-se chanceler em 1932 e em 1934 já é o chefe ditatorial da Alemanha. O seu sonho de domínio e expansão leva-o a desencadear a II Guerra Mundial.

Guilherme Segundo - O Kaiser déspota orgulhoso, neste caso é o Guilherme Segundo, Imperador alemão (1859-1941) subiu ao trono em 1888 e, com o seu espírito militarista e ex-pansionista veio a provocar a I Grande Guerra, 1914/18 e se exilou, nos Países Baixos, desde 1918. (Ver Décima p.46)


Mestre Inocêncio, andarilho de Feiras e Poeta repentista.

Segundo informações do Senhor Manuel de Sousa Aleixo e afinal confirmada pelo Mestre Paulino, nas festas de Ervidel, onde faziam um arraial pelo S. João, havia normalmente uma grande POPIA que era ganha por aquele que lhe fizesse os melhores versos... Claro que, quan-do estava o Mestre Inocêncio de Brito, era certo e sabido quem é que ganhava. Como sabiam que ele era muito desprendido, nunca publicou nenhum dos seus versos nem fez daquelas fo-lhas que os poetas populares costumavam fazer para vender nas feiras..., um dia um dos miú-dos foi pedir uns versos ao Ti Inocêncio... Primeiro ainda disse que não, mas já que ele não queria concorrer, perante a insistência do rapaz, ele perguntou-lhe: Então de que é feita a POPIA meu menino, diz lá... E o moço lá disse que, com a farinha, a POPIA levava manteiga e mel e... - Então presta bem atenção e leva lá esta que de certeza vais ganhar a POPIA... Claro que o júri do qual fazia parte o professor lá da terra logo viu que a quadra não era dele, mas perante a confissão de que era uma oferta do Mestre Inocêncio lá lhe deram o prémio que ele foi repartir com o Mestre, os amigos e a família...
A Manteiga nutritiva
Junta ao mel saboroso
À face de Deus unida
Faz um manjar delicioso.

Doutra vez teria ganho com a quadra seguinte:

Que lindo Arco Celeste
Que Deus mostrou a Noé
Que linda, agradável vista
Que aquela POPIA é.

Nessa altura, havia também em Beja um poeta popular muito considerado, um tal Francisco Campos, que, ao que parece, se considerava o melhor...
Consta que lhe terá dedicado os seguintes versos:

Francisco Campos não penses
Que és sábio sem ter segundo
Mais tolo é quem se persuade

(Tolo é considerar-se)?
Ser o único no mundo.

Mas também terão sido em sua defesa que fez estes:

Está muita gente enganada
Com respeito a Francisco Campos
Em motes ninguém lhe ganha
Só se forem alguns Santos.

Para o Manuel de Castro, poeta da Vila de Cuba, que seria um tanto mais novo do que ele, e a quem, segundo dizem, ele tratava por Mestre, fez esta quadra que parece ter o seu desenvol-vimento em Décimas:

Vila de Cuba tu és
A terra com que eu engraço
Ao contemplar-te imagino
Ser passarinho e tu laço.

Consta que, sobretudo, nas Feiras de Castro Verde, o Mestre Inocêncio de Brito se juntaria com o Manuel de Castro que ia de Cuba e o António Aleixo que vinha do Algarve... e como não podia deixar de ser tinha de haver um despique. Ainda nos anos 90 se têm juntado, na ta-berna do João das Cabeças, os poetas populares que cantam o baldão, que cantam ao despique acompanhados pela viola campaniça... Consta que haveria despiques de décimas ou décimas silvadas, que à semelhança do baldão, obrigavam o que respondia a pegar no último verso com que o primeiro poeta terminava a sua décima... (a ver...)
Como podemos ver pela recolha à frente, o Mestre Inocêncio de Brito glosou o mote que normalmente é atribuído a António Aleixo, mais conhecido por ter livros publicados. Seria dele o MOTE ou de Inocêncio de Brito que, segundo consta, pelo menos por ser mais velho, consi-derava seu Mestre, como o Manuel de Castro?

Descobre-te, milionário
Vai um enterro a passar
É a filha de um operário
Que morreu a trabalhar.

Falando ainda de poetas populares que se teriam cruzado com Inocêncio de Brito, existe uma grande disputa a respeito do MOTE que transcrevemos a seguir e muitos atribuem a Ti Bel-chior da Estação. O certo é que os dois terão glosado o mesmo mote e como assinalamos na transcrição, teriam nascido de histórias diferentes.

A Décima do ti Inocêncio terá nascido dum episódio em que o Afonso Costa vem a Beja, como advogado, defender um cigano bastante abastado, famoso, naquela altura, por aquelas redondezas. A caminho de uma feira, esse cigano que levava a sua caravana, ter-se-ia cruzado no caminho com um moiral que levava o seu gado e os animais enlearam-se uns com os outros o que provocou uma grande confusão. No meio da discussão o cigano puxou duma pistola e matou o outro lavrador. Quando a família meteu o processo em tribunal, o outro, que tinha dinheiro, apresenta como seu advogado, nada mais nada menos que o próprio Ministro da Jus-tiça, o Afonso Costa. A jovem República que tinha acabado com os males da Monarquia, para bem da Pátria, mostrava-se logo como defensora dos pobres!!!
A história do mesmo mote glosado pelo Ti Belchior da Estação, parece meter também outro conhecido da Primeira República, o Brito Camacho, que teria contado a um grupo de estudan-tes de Coimbra, esta habilidade de poetas "analfabetos" do Alentejo fazerem décimas a partir de um mote e então, consta que o mote seria do próprio Brito Camacho...

A instrução é precisa
A instrução não convém
A instrução embrutece
A quem muita instrução tem

Do Ti Belchiorinho da Estação seria esta quadra relacionada com o tabaco, já que o Mestre Inocêncio tinha umas sobre o vinho e parece que gostava bem dele... Contou-nos o Senhor Manuel de Sousa Aleixo:

Este vício do tabaco
Dos pobres e figurões
Não é vício é um costume
Onde se gastam milhões.

Como consta que gostava de afogar as mágoas na bebida, e não era só ele, num meloal onde havia vários encarregados de olhar pelos "amigos do alheio", às tantas, uma CHOÇA que ser-via de abrigo ao pessoal, era já um depósito de garrafas, onde já não se podia entrar... Então a quadra que saiu era assim:

Ai que belo meloal
Ai que choça que lá está
Não é choça é botica
Isso choça, espere lá!

Conta-se ainda que um dia o Mestre Inocêncio foi servir de testemunha num caso que foi jul-gado em Ferreira do Alentejo. No final o Juiz, ou por já ter ouvido falar, ou impressionado com as falas do homem, no final da audiência, depois de mandar todos em paz, disse: Aquele senhor além fica aqui para falar comigo... O Juiz, teria falta de um escrivão e teria convidado o Ti Inocêncio para o ofício, mas ele escusou-se, talvez a pensar no "Passarinho e no laço" que dedicou ao Manuel de Castro...

Um dia um colega do trabalho, perdeu a "pataca" onde guardava o tabaco e andou à procura por todo o lado e a perguntar a toda a gente... Então o Ti Inocêncio, como não podia deixar de ser, respondeu com uma quadra:

Eu não vi a sua pataca
Nem fechada nem aberta
Se achasse a sua pataca
O meu amigo tinha-a certa.

Já, possivelmente, nos últimos anos, quando trabalhava na "apanha da palha" para fazer os grandes montes onde era guardada, desabafou com a seguinte quadra:

No Monte da Casa Branca,
Fizeram-me carregar palha!
Cá no chão, 'inda lá vai,
A escada é que atrapalha!

Para mostrar o cuidado que este poeta tinha a escrever, uma vez que teve oportunidade de aprender a ler e escrever com o Padre Carreira, registamos estes versos que o seu neto Antó-nio Paulino de Brito recorda com os seus 91 anos e que afinal são o final uma adaptação da terceira décima da Décima: MINHA TERRA, MINHA TERRA

Manitas que tão bem escrevem
Escrevam a Deus que é Pai Nosso
Visto que eu lá ir não posso
Os anjos do Céu me levem

Para finalizar estes dados iniciais, recordando ainda versos que Mestre Paulino e a imã, D. Cla-ra (Maria Clara de Brito) recordam, acrescentamos ainda uns versos que teria feito o Mestre Inocêncio, ao sentir o fim dos seus dias:

O Tempo vai-se passando
E eu estou no fim com certeza
Tenho contas a ir dar
Ao autor da Natureza

A maneira como Inocêncio de Brito arquitectava as suas QUADRAS / DÉCIMAS é lembrada pelos netos António Paulino e Maria Clara de Brito: "Muitas vezes, dávamos com ele a falar sozinho e quando lhe perguntávamos o que estava a dizer, muitas vezes não respondia e pedia que o deixassem em paz, pois estava com certeza a engendrar os seus poemas... Algumas ve-zes, quando já tinha na cabeça os versos completos, voltava-se para nós e dizia: - Querem ou-vir? e ali desfiava as sua Décimas. E ainda nos disse mais: "Não misturem os meus versos com os dos outros..."

Para mostrar a sua grande memória e o gosto que tinha em ler, conta-se ainda um episódio que se passou numa daquelas representações do PRESÉPIO, um teatro popular ciosamente guar-dado por algumas famílias de S. Matias e poderá e deverá ser objecto de estudo e futura publi-cação, embora haja algumas pessoas que considerem que pode haver inconvenientes em se fa-zer isso. A representação mais recente foi levada ao palco no Natal de 1995 ou 1996 e a ante-rior tinha sido há cerca de 48 anos, em 1946 ou 1947. Conta-se que numa das representações anteriores, em que Inocêncio de Brito estava presente mas nu com uns amigos numa sala anexa àquela em que se representava o AUTO, a dada altura, o actor estava a declamar a genealogia do Menino Jesus, enumerando todos os descendentes desde David a Jesus, (Vide S. Mateus, I, 1 a 12), às tantas teve um perda de memória, atrapalhou-se, e ficou mudo. Do seu lugar, Mes-tre Inocêncio que parecia alheio à representação que se passava na sala ao lado, mas com a qual tinha ligação a sala em que se encontrava, calmamente, segue a citação da Genealogia de Jesus, sem falhar um nome. Todos se viraram para trás, aplaudiram, e o AUTO seguiu a sua representação.

Notas finais importantes: Como é evidente, a ortografia dos versos que nos fo-ram ditos oralmente foi feita segundo as leis actuais da escrita.
Como também será fácil de perceber, de todos os restantes textos a que pudemos ter acesso aos manuscritos escritos pelo próprio autor ou ditados por ele, procu-rámos manter a ortografia usada, apesar de poder haver alguns desvios mesmo às normas da época. Inocêncio de Brito não terá frequentado a escola oficial, mas, como já foi dito noutras notas, aprendeu a ler e escrever com o senhor padre José Maria Carreira e nota-se, pelas fotocópias dos manuscritos a que tivemos acesso, que procurava esmerar-se na caligrafia e ortografia. Além disso, como revelam certos testemunhos como o do mestre Paulino seu neto, D. Cremilde, bisneta e até o senhor Manuel de Sousa Aleixo, o poeta só confiava nas cópias escritas pela professora regente D. Mariana Ramalho - "Essa sim, é a única que escreve como eu digo" - pois muitos não ouviam o que ele dizia ou procuravam e procu-ram emendar o que achavam que o "pobre poeta pouco letrado" não podia saber!

É de considerar entretanto, apesar de estarem escritos, que o próprio autor, como é normal acontecer quando se trata de textos onde domina a oralidade, usasse por vezes termos diferentes de acordo com a inspiração ou memória do momento, como acontece frequentemente, embora o rigor da estrutura e das rimas não per-mita grandes alterações e divagações.

Voltamos a frisar que, na medida em que nos foi possível decifrar os manuscritos, procuramos manter a ortografia escrita ou ditada pelo autor.

Ver os casos do fizestes e quisestes para a segunda pessoa do singular tão comum no Alentejo e já ouvi esta deformação a muita gente ilustrada por esse país fora, e depois no plural, quando emprega o Vós, mesmo majestático é, por exemplo, fi-zesteis, quisesteis, deis... Há certamente ainda muito que estudar sobre expres-sões e características do "falare alentejano" que o estudo destes e outros poetas populares ajudariam a descobrir.

Como nunca nos passou pela cabeça conseguir obter todas as informações com-pletas, ficam aí as interrogações e reticências para cada leitor completar os dados que faltam e alguém mais habilitado as consiga compilar e escrever numa próxi-ma edição mais completa, mais elaborada e com maior divulgação.

José Rabaça Gaspar
S. Matias, Beja, Novembro de 1998

 

E-Mail: joraga@netcabo.pt e joraga@netc.pt
pelo Tel 212 553 223 ou pelos Tlm 917 632 524
e pelo CORREIO: Rua Almada Negreiros, 48 - 2855-405 CORROIOS.
visite ainda a minha TEIA na REDE além de joroga.net - joraga/alice/osrabaca/serradaesrela/gilvicente/cart2326/

Compatível com IE/Netscape na resolução 800x600
Joraga 2000 em viagem