MOURA
visto por um Cigano Castanho vindo
da Serra da Estrela
viagens do Cigano Castanho e da Cigana Mariana através do maravilhoso
por JORAGA o acrónimo de JOsé RAbaça GAspar e outros mais de 1001 deNÓMIOS

contacto © joraga ®

Uma visita a MOURA
a CONVITE da

as 3 UTOPIAS - Texto

FINAL DO PREFÁCIO

PLANO DA PALESTRA

A HISTÓRIA DAS 10 LENDAS e das 23 26 27

Prefácio
Plano da Apresentação
PALESTRA
as MULHERES e o PATRIMÓNIO CULTURAL
Pinturas de ANTÓNIO GALVÃO

SALÚQUIA 1 - 10 - 23 LENDAS

Diaporama
Diaporama
Diaporama
as 3 UTOPIAS

Texto

TEXTO

1ª UTOPIA

SALÚQUIA - 1000 ANOS PARA UM REGRESSO AO FUTURO

- Imagens finais do Slide Show A. Galvão, com som mais alto
de o Amor em Portugal, para ABRIR…

Para introduzir a proposta para a 1ª UTOPIA e proclamar O VALOR DO PETRIMÓNIO CULTURAL (PESSOAS) e a ORALIDADE...

O FACTO DE APARECEREM TANTAS VERSÕES DA MESMA LENDA, LENDA OU HISTÓRIA, FORA AS QUE SE NÃO CONHECEM, MOSTRA OU PODE MOSTRAR QUE HÁ UM MISTÉRIO... UM SIMBOLISMO ESCONDIDO que cada UM tem de descobrir: A VERDADE não é só o que aparece na televisão, nos livros e nos jornais... a VERDADE de CADA UM é só A VERDADE DE CADA UM... a VERDADE é mais complexa e completa que só se descobre com a junção das múltiplas "verdades"...

ESTUDAR E APRENDER COM O PASSADO PARA PODERMOS CONTINUAR / REVOLUCIONAR A HISTÓRIA DE 800 / 100 ANOS...

A SIMPLICIDADE, O VALOR, A RIQUEZA SIMBÓLICA desta LENDA DA MOURA SALÚQUIA deve ser considerada PATRIMÓNIO MUNDIAL:

Afinal os VENCIDOS vencem os VENCEDORES...
A MORTE afinal É - DAR A VIDA
HÁ ARMAS mais eficazes e úteis que as ARMAS que MATAM!

Sentido desta APRESENTAÇÃO:
Uma Troca e Partilha de Ideias "verdades" diferentes para tentar conseguir uma VISÂO mais completa... cada um descobrir e contar a sua LENDA sabendo que só em conjunto temos a Globalidade...

Introdução
Impõe-se uma explicação para justificar o honroso e surpreendente CONVITE de "A Moura Salúquia" - Associação das Mulheres do Concelho de Moura…
Um surpreendente, honroso e imerecido convite que tenho de agradecer pela oportunidade de falar de um tema que me seduziu e ao qual dediquei alguns anos de trabalho para recolha, investigação, estudo, e divulgação, tendo sido o tema principal do Ano Sabático no ano lectivo de 1993/1994.

A história começa com a leitura e estudo da versão - Lenda de Moura - de Fernanda Frazão, in - Lendas Portuguesas - 5º vol. de 6, pp. 99-106, Amigos do Livro Editores, s/d (adquirido em 1981), com três páginas de gráficos, apontamentos e sugestões de pistas de estudo... O resto é uma viagem surpreendente pela descoberta de mais 9/10 versões, de nove/dez autores diferentes...

(Vide Anexos -
a história de um estudo de 10+1 versões de uma lenda
)
(mais 13?!!! as 23 ... 26... 27 versões da lenda)
(mais a do Viale Moutinho... DN 2003 in "Domingo Ilustrado, Maio de 1898...)

Esta imperiosa necessidade que se me foi impondo de ir organizando as diversas versões de uma mesma Lenda, até aparecerem os que defendem que se trata de um episódio histórico da nossa história ainda no dealbar da nossa nacionalidade levou-me a equacionar o pouco que tinha estudado sobre Tradição Oral ou Literatura Popular Tradicional, escrita ou não escrita...

Duas reflexões se impõem.

Primeiro a arrogância e o dogmatismo dos teóricos, que do alto das suas "catedras" definem o que é ou não é Tradição ou Literatura Tradicional, sem curarem de se debruçar sobre os seus autênticos autores e saber da sua arte; e sutentam a equívoca e desprestigiante diferença entre Literatura dita Erudita e Literatura Popular, como se uma pudesse existir sem a outra e não fossem antes complementares; ou sendo uma a Fonte e Base da outra, sem necessidade de desprestigiar a Fonte para enaltecer o Produto posterior mais elaborado!

(Ver a MRD opinião: Modesta - Respeitável - Discutível)

Um episódio ilustrativo passa-se com uma professora da Escola do Magistério Primário em Beja (?JAcabado, esposa de JoãoR), contada nos anos 80, sobre o que se passara uns anos antes.

Tendo proposto aos alunos, que eram quase todos alunas, uma recolha de Lendas e Tradições da Região, uma das alunas aparece com uma história muito estranha: A Lenda do Touro e da Cobra, com este ou outro nome que ouvira da sua avó ou outro parente. Espanto geral! Nem a professora nem as colegas jamais tinham ouvido falar em tal! Onde é que foi inventar isso?... Mas que disparate!... Se isso fosse uma lenda de Beja todos nós e as suas colegas também haviam de conhecer, não é verdade!?... E, consciente do seu papel, não quis tomar uma decisão definitiva mas decidiu e muito bem, ir perguntar a um Mestre entendido e de formação superior que havia em Beja no início do século XX... Consultado o Mestre (O Dr. B. da F.), chega finalmente a uma aula e diz: Lamento muito mas, consultado um Mestre entendido nestas áreas, contatamos que esta não é de facto uma Lenda de Beja. E pronto!

A nossa perplexidade sobre aquilo que comumente se chama ou pode chamar de "imbecilidade diplomada" irredutível e dogmática porque não dá aso a dúvidas, diálogo ou descobertas, é e continua a ser um autêntico mistério. Nem se trata de pôr em causa a sabedoria, talento e conhecimentos do citado Mestre que segundo me consta era e é competentíssimo. O problema é ser contactado e invocado como autoridade sobre algo que, à partida seria muito fácil de saber, como explicou o próprio marido da citada professora, com mais de cinquenta anos: "Eu toda a vida ouvi essa história do Touro e da Cobra, contada pelos avós e pelos pais e que eu próprio contei muitas vezes... e logo ali a resumiu de pronto em três frases curtas! Afinal quem é o autor e autoridade sobre Tradição e Tradição Oral? Os Mestres, ditos, eruditos ou o povo que todos consideram como mestre, criador e garante da Língua Pátria?

É o primeiro ponto para reflectir.

Segundo fenómeno ou a segunda questão é a da autenticidade e uniformidade monolítica da história ou da lenda contada...

O que é Tradição é Tradição. O que é Tradição Oral é Trdição Oral e tem que ser baseada em algo de muito antigo e ancestral que possa ser garantido como autêntico!!!

Outro espanto! Outo fenómeno para reflectir.

Mesmo nos tempos actuais em que há gravadores e vídeos isto é algo de difícil garantia, quanto mais quer provar algo de que não pode haver registo fiável?!

Todos nós somos testemunhas do que é ou pode ser a Tradição Oral. As histórias e istórias que ouvi contar à minha avó, já as tinha ouvido contar aos meus irmãos mais velhos e ouvi-as contar depois aos meus irmãos mais novos. Sempre iguais, sempre diferentes... e basta pedir a cada um para contar uma das histórias ou istórias que ouviu e verificar. Qualquer família ou grupo pode fazer esta experiência... Os "Grimms", "Perraults" e "Andersens", são recolhas meritórias e de um valor incálculável, mas versões destes autores e não mais do que isso. Se houvesse um registo de versões de contos e lendas locais em cada escola e grupo cultural ou associação... ao longo de anos, como já propus com a criação do IAC/D, no distrito de Beja nos anos oitenta, teríamos agora material de sobra para uma ou muitas colectâneas, elaboradas pela Comunidade e por peritos que estivessem ao serviço da Cultura e não a impôr autoritariamente sobre o que é e não é Cultura.

Creio que é neste "mar" de dúvidas, interrogações e questões que se inscreve este trabalho de - mais de duas dezenas de versões de A MOURA SALÚQUIA - em boa hora promovido pela «MOURA SALÚQUIA» - «Associação das Mulheres do Concelho de Moura».

O meu atrevimento de ter organizado uma colectânea de 10 versões mais uma e de ter publicado um resumo desse trabalho na Revista Arquivo de Beja, vols. VI - série III, Dezembro de 1997; e depois conseguido uma publicação virtual passível de ser pedida em formato de papel na www.e-libro.net afinal, depois de diversas vicissitudes parece ter dado os seus frutos.

Quando esperaria que o meu modesto trabalho fosse um pouco divulgado e até questionado, eis que um dia, toca o telefone e me aparece uma voz com marca inconfundível de sua identidade de alentejana e me interpela:

«'Stá lá? O Senhor é que é José Rabaça? Daqui fala a Moura Salúquia...»

Podem imaginar o susto tremendo que apanhei. Eu que tantas vezes me tinha queixado de que ninguém ligava ao meu trabalho... que até tinha tido vários contactos com a Câmara Municial de Moura e em Janeiro de 2000 tinha trazido documentação vária e uma disquete com todo o trabalho pronto para impresão e entregue na Biblioteca Municipal com a espectativa de uma publicação para a Feira do Livro em Abril desse mesmo ano, imaginem a primeira reacção, ao ouvir as primeiras palavras, em que mil hipótese aparecem como um flash!!! Será uma camada do Além? Terei recuado mil anos no tempo e naquele tempo afinal já havia telefones? Estariam afinal os "mouros" já tão evoluídos...

Logo a seguir a minha interlocutora acalmou-me antes que pudesse dar asas a tantas fantasias que se cruzaram como um relâmpago:

«Somos a "Moura Salúquia" - "A Associação das Mulheres do Concelho de Moura". Mesmo sem o conhecermos, queremos que faça o prefácio da recolha que fizemos e venha fazer a apresentação da obra.»

Afinal a realidade era ainda mais estimulante e promissora do que a ficção. A «Moura Salúquia", em vez de um MITO, aparecia finalmente como uma realidade com "corpo e alma" encarnada num conjunto de Mulheres empreendedoras e dinâmicas: a AMCM!

Quando finalmente percebi o que me pediam, não a divulgação do meu trabalho, mas um prefácio para o seu trabalho, com uma recolha de mais de duas dezenas de versões da Lenda da Moura Salúquia, com versões em prosa e poesia, em teatro e imagens e até a opinião fundamentada de que se trata de um "episódio histórico" dos alvores da nosa nacionalidade, claro que me senti honrado, sobretudo quando o convite se estendia a fazer a apresentação da obra no Dia da Mulher, em Março de 2005. Fiquei comovido. Senti-me duplamente honrado e agradecido. Mas claro, fiquei perplexo e aflito. Que esperam de mim? Como é que vou tentar não desiludir esta Moura Salúquia que já me tinha fascinado e sobretudo agora que me aparece como "Moura Salúquia" incarnada numa associação de mulheres!?

- Tudo bem. Aceito. Como não vos conheço, nem conheço Moura, aproveito para sugerir uma recolha mais alargada... Já que organizaram uma recolha tão vasta sobre um tema, irei lá para lembrar que os "Valores Culturais" que são marca de uma Identidade Cultural, não se podem limitar a uma lenda... a um episódio... é um conjunto de Valores muito maior e alargado que é preciso recolher, estudar e divulgar, como venho sugerindo desde 1985, com o IAC/D (Instituto Alentejano de Cultura / Desenvolvimento) outra "Menina dos Olhos" que nunca consegui levar à prática.

Como resposta, no dia da formulação oficiosa do convite, aparece-me a Senhora Presidente da «MOURA SALÚQUIA» AMCM, com uma obra publicada em 2003 - «MULHERES - Modos de Vida Lidas e Saberes», Edição de "Moura Salúquia AMCM", com a colaboração de catorze autoras e coordenação de Ana Benedita.

Fiquei siderado. Afinal, está tudo feito, pensei eu. O trabalho afinal já está realizado. Fiquei sem tema da palestra que me propunha vir fazer.

Resta-me uma proposta:

No livro "Mulheres...", afinal, estão mais de seis dezenas de temas que darão para mais de uma centena de publicações...

A estes podem ser acrescentados os que fazem parte de outro trabalho de um ilustre filho de Moura - «Moura - Culturas e Mentalidades, de José António de Oliveira Correia, Edição da Câmara Municipal de Moura, 1997; com mais propostas de trabalhos a desenvolver. Mais duas dezenas pelo menos!

Não resisto à tentação de fazer mais um desafio... Algo a que alguns poetas e ilustres escritores do Alentejo não me deram ouvidos por pensarem que propunha algo menos adequado e digno, mas que estou convencido da sua grande oportunidade e valor. :

Um trabalho imenso e de valor e complexidade difícil de imaginar seria, e isto é quase inacreditável e irrealizável, conseguir o registo da oralidade característica e marca e sêlo de uma Identidade Cultural; uma identidade na diversidade que muda de terra para terra, de aldeia para aldeia de região para região!

É impossível, dizem-me alguns. Nós os Escritores e Artistas do Alentejo, somos Escritores e Artistas Nacionais e falamos o Português de Portugal. Não somos uns "coitadinhos" "regionalistas"! Somos Escritores Portugueses e assim queremos ser reconhecidos... Tudo certo. Mas depois queixamo-nos que o Poder Central e as Instituições Nacionais não conhecem e não dão VALOR aos nossos VALORES locais e regionais. Então se as Pessoas oriundas da Região, se envergonham e não dão a conhecer os seus VALORES de entre os quais esta marca indelével e única que é a FALA, quem é que o vai dar a conhecer?

Mas como há impossíveis que, se as MULHERES e os HOMENS quiserem, se tornam possíveis - impossível sem im - é por isso que vos deixo esta 1ª UTOPIA, PARA QUE SE TORNE POSSÍVEL...

A PERENIDADE INDESTRUTÍVEL E EM PERMANENTE RENOVAÇÃO DA TRADIÇÃO ORAL SEMPRE ADEQUADA ÀS CIRCUNSTÂNCIAS E AOS TEMPOS...

O MAIOR TESOURO DE UM POVO É O SEU PATRIMÓNIO CULTURAL...

QUEM CONSTRÓI O PATRIMÓNIO CULTURAL SÃO AS PESSOAS...

AS PESSOAS, OS RECURSOS HUMANOS SÃO O MAIOR PATRIMÓNIO CULTURAL DE UMA TERRA, DE UMA REGIÃO, DA HUMANIDADE...

A partir destas duas obras já realizadas, apoiadas nos outro trabalhos já esboçados e mais ou menos desenvolvidos, proponho um levantamento sistemático e exaustivo de todos os aspectos que podem definir uma Identidade Cultural da Nobre e Mui Ilustre Villa de Moura - a Cidadde de Moura e seu Concelho; incluindo nesses valores o inestimável e inimitável sotaque e melodia dos falares desta região...

Exemplos... e Crónicas de M Loendrero?

Promovido e desenvolvido pela «Moura Salúquia» AMCM, e por todas as Mulheres e Homens que se quiserem e puderem associar, estou convencido que a Tradição e os Valores Culturais deste Povo não correm o risco de se desvanecer e desaparecer porque estarão nas mãos das Mulheres, das Mães, das Educadoras, das que presidem e providenciam em casa o pão e o "pau" e conseguiremos que não sejamos submergidos por esta "globalização" avassaladora que parece poder tudo uniformizar e empobrecer.

A proposta para uma actividade a ser desenvolvida por todas as escolas, associações, grupos de cidadãos e a título individual, centrados por exemplo na Biblioteca Municipal, em conjunto com as Bibliotecas Escolares: a recolha, catalogação e estudo dos MODOS de VIDA, LIDAS e SABERES, Usos e Costumes, Contos, Lendas, Receitas, Lengalengas, Jogos, Tradições, Canções e Festas... (ver os dois livros citados: Mulheres - Modos de Vida Lidas e Saberes; e Moura - Culturas e Mentalidades de José António de Oliveira Correia) pelos diversos grupos etários, desde desenhos imagens, escrita, gravações nos diversos suportes, desde o audio, ao vídeo à utilização do computador e da internet...

 

1ª UTOPIA

Recolha estudo e divulgação dos valores Culturais

 

Os milagres de uma tradição…
Uma LENDA / HISTÓRIA de EN/CANTAR CONTADA por muitos e variados AUTORES…)


… Uma CANTATA com mais de duas dezenas de AUTORES a partir do ÍNDICE do LIVRO…

(Ver Índice da Livro com todos os Autores - as 10+13+...)

- Maria ORPHEU (p.44) - ARISBERTA & MANUEL ALEIXO…

- LEITURA expressiva / dramatizada de uma das LENDAS ou uma adaptação por Fátima Borges, Pedro Bernardino, Sofia Correia…

A RECOLHA, ESTUDO e DIVULGAÇÃO dos VALORES CULTURAIS de INDENTIDADE… uma obra já COMEÇADA por "MOURA SALÚQUIA" AMCM… os mais de 60 TEMAS numa obra de invulgar qualidade… 60 TEMAS para desenvolver em 60 OBRAS…
IAC/D - 1985

(Ver imagens MULHERES LIDAS E SABERES...
mais Moura Culturas e Mentalidades no final)

Os AUTORES de MOURA e um exemplo de um valor a salvaguardar - O REGISTO ESCRITO DA ORALIDADE desta Região…

"Carta a Fialho de Almeida" - e outros textos...
por Pedro Bernardino e Fátima ou… Grupo local

(VER ou falar por alto das Crónicas de Manuel Loendrero)

A proposta de organizar o GRANDE DICIONÁRIO de TERMOS e EXPRESSÕES do ALENTEJO

2ª UTOPIA

Para introduzir a proposta para a 2ª UTOPIA e proclamar AQUI e AGORA

MOURA CAPITAL DO INTERCÂMBIO CULTURAL
SEM ALIENAR A SUA IDENTIDADE

SALÚQUIA atira-se da Torre e podemos dizer: morre para não ter de entregar as Chaves da Cidade a Mãos erradas... ou podemos dizer melhor:
SALÚQUIA DÁ A VIDA para salvar o POVO que amava e A AMAVA!

podemos recorrer a um tão simples como elaborado passe de MAGIA:

Fechamos os olhos por uns intantes, concentramo-nos uns momentos e "decretamos" que AQUI e AGORA, somos a ASSEMBLEIA DAS NAÇÕES UNIDAS ou da UNESCO, com os mais altos representatntes de todos os países do MUNDO e proclamamos

MOURA CAPITAL DO INTERCÂMBIO CULTURAL
SEM ALIENAR A SUA IDENTIDADE

UMA CAPITAL MUNDIAL / UNIVERSAL da TOLERÂNCIA, da CONVIVÊNCIA, da COOPERAÇÃO INTERVENTIVA
As Pessoas diferentes, os Partidos diferentes, as Religiões diferentes, as Cores diferentes, as Ideias diferentes, as Minorias... só têm sentido e explicação para darmos conta da variedade, complexidade e riqueza da Sociedade e da Narureza Humana e TODOS em conjunto, encontrarem, não a GUERRA, mas as SOLUÇÕES complexas e completas para a complexidade da Sociedade em que vivemos...

Pela AUTORIDADE que nos é autorgada pela "MOURA SALÚQUIA" AMCM - NÓS, AQUI PRESENTES, DECIDIMOS E PROCLAMAMOS A NOBRE VILA DE MOURA - CIDADE - COMO CAPITAL DAS UTOPIAS (im)POSSÍVEIS.

Apresentando MOURA como CAPITAL DA CONVIVÊNCIA, pelo simbolismo e força inerente a esta LENDA da MOURA SALÚQUIA, podemos imaginar que a partir de agora, poderiam começar a realizar-se AQUI grandes encontros de intercâmbios Culturais com personalidades das mais diversas regiões do Globo com Fóruns, WhorkShops, Seminários, Conferências da mais diversa ordem, priveligiando as relações com países árabes.

Como Moura, podemos facilmente descobrir outras terras e localidades com a mesma vocação e relação.

Aqui na zona, por exemplo SERPA e a sua provável fundação por Cófilas, um rei dos turdetanos ou túrdolos que teriam vindo do Oriente, e teriam dado o nome a Serpa em homenagem à sua encantadora filha SERPÍNEA, que se apaixonou depois por POLÍPIO, um príncipe fenício que aportou em MÉRTOLA e segundo a LENDA relatada por C. Gonçalves de Serpa, mesmo antes da nossa nacionalidade teriam ficado abertas as PONTES entre o Ocidente e o Oriente com o casamento destes príncipes!
(Ver - A SERPE - de José Penedo de SERPA, in www.e-libro.net, Fevereiro de 2004 e como Separata de - SERPA Informação - 4ª série - Dezembro de 1996 / Janeiro de 1997 - Nº 17.

FÁTIMA, mais ao centro de Portugal, que se transformou num centro de religiosidade para os católicos, afinal está aberta a todas as religiões e o próprio nome da Virgem MARIA, Mãe de Jesus Cristo, tem ali afinal o nome de SENHORA de FÁTIMA, um nome cujas raízes nos levam até às princesas árabes, em especial à Filha / Mãe do Profecta Maomé. Afinal aqui, em Fátima, a mesma contradição, o mesmo simbolismo da Moura Salúquia - à terra conquistada pelos cristãos dá-se o nome de MOURA, à Virgem Mãe, MARIA, dos cristães dá-se o nome MOURO de FÁTIMA, e o profeta Maomé recebe a inspiração e missão através do Anjo Gabriel, o mesmo que anunciou à Virgem Maria o nascimento do Salvador...

Margarida Santos Lopes/PÚBLICO - 23.04.2003

«P - Qual o papel desempenhado por Fátima, a filha de Maomé?

R - Nascida pouco antes do início da revelação corânica, Fátima deu a Maomé os únicos descendentes masculinos que sobreviveram ao profeta. O culto de Fátima pelos xiitas é parecido com o dos cristãos em relação a Maria: ela é também "a pura" (algumas seitas chegam ao ponto de dizer que permaneceu virgem apesar das suas maternidades), a mãe de uma linha de "salvadores" (os imãs). Tendo recebido a revelação de que o seu último descendente, o décimo segundo imã, se chamaria Muhammad ou Maomé, Fátima foi chamada "mãe do seu pai" (Umm abihâ), tal como Maria é "a mãe do seu filho" ou "mãe de Jesus-Deus pai". Fátima é a personagem central do núcleo fundador da "Sagrada Família do Islão", que inclui, Maomé, o seu pai; Ali, o marido; e Hassan e Hussein, os filhos.

ALFÁTIMA, no coração da SERRA DA ESTRELA e por isso de PORTUGAL, é um cerro perto da Penhas Douradas onde estará escondido um Palácio fascinante, indescrítível, com mil tesouros guardados e a própria Princesa Fátima Encantada até ao dia do Encontro entre árabes e Cristãos!!!

Nada nos impede então de viver por momentos este MUNDO de FANTASIA e de MAGIA que, por decisão e vontade, podemos ir tornando realidade.

Uma maneira prática de incentivar este intercâmbio será a de promover as geminações com outras terras e localidades que podem ir aparecendo e mostrando já alguns pontos de contacto...

Moura já tem geminação com... pode ter com...

Serpa já tem com...

Mértola já tem com...

Manteigas e Gouveia, já têm com Moorlass em França e podem ter...

Outro passe de MAGIA e faríamos de MOURA um MODELO de governação consensual de tolerancia e convivência onde seja possível obter o contributo de todas as pessoas com ideias, credos, cores, partidos... diferentes, através de Encontros, Conferências, Fins de Semana, Seminários...

Vejamos a contradição da palavra em português para designar grupos ou forças políticas empenhadas no serviço da sociedade - PARTIDOS -

Ora para se organizar e transformar uma sociedade, embora se possa perceber que são necessários PARTIDOS para que se abarquem todas as diferenças e necessidades de uma sociedade em transformação, na hora e actuar e liderar, o que nós precisamos é de INTEIROS que se proponham aglutinar e pôr em acção todas as forças vivas duma sociedade empenhadas na prosperidade e melhoria geral, fazendo face a todas as vertentes, dando resposta a todas as necessidades e anseios de toda a população com justiça e equidade.

Podemos visualizar este Mundo de Fantasia duma sociedade colaborante e empenhada no Bem Comum e pouco a pouco transformá-la em realidade...

Ver o exemplo recente da Maioria Absoluta pedida por um PARTIDO!...

Ora se uma MAIORIA, justifica que se escolha um líder, um Presidente, um Primeiro Ministro, o que se lhe pede, como membro de um PARTIDO, não é que imponha a sua maneira de governar, mas o que se lhe pede é a Arte e Capacidade de conseguir o contributo de todos, dos melhores de todas as áreas para o BEM COMUM que é o cerne e verdade da POLÍTICA.

Não precisamos de "coisas" PARTIDAS mas INTEIRAS para servir o BEM COMUM.

Os cinco DEDOS de uma MÃO, todos diferentes, não servem para nada separados ou partidos...

O nosso CORPO funciona com todos os ÓRGÃOS diferentes, e se estiverem SÃOS têm de ser diferentes para as diferentes funções... se o não forem é a DOENÇA e a MORTE...

Uma CADEIRA, uma MESA... PARTIDAS... não servem...

(Em português a palavra escolhida é redutora e ambígua... a necessidade e validade de "partidos" só tem sentido e utilidade se "complementar"!!!)

Duas espreitadelas a modelos "preversos" de DEMOCRACIA:

- Olhar os EUA - em que 2 PARTIDOS (UM de Burros OUTRO de Elefantes, sem ofensa para os animais, e, mais ou menos IGUAIS, representam mais de 200 milhões de cidadãos!

- Um OLHAR rápido sobre as 2 maiores RELIGIÕES - Católica o Cristã e a Maometana... e o papel das MULHERES... e/ou a sua prática em relação às MULHERES!!!

Oxalá a FORÇA, a MENSAGEM, o SIMBOLISMO profundo desta LENDA da MOURA SALÚQUIA possa servir de inspiração e mola real para a partir de MOURA espalharmos este modelo de colaboração e empenho a todas as outras VILAS e CIDADES do país e do Mundo...

Salvé MOURA, CAPITAL e MODELO da SÃ e EFICAZ CONVIVÊNCIA, que, a partir deste momento, por decisão e vontade NOSSA, passa a ser um PONTO DE ENCONTRO, um CENTRO de debates com a participação das mais diversas ideias, credos ou correntes de pensamento, onde apareçam novas descobertas e soluções para a Humanidade!!!

 

2ª UTOPIA

Moura Capital da Convivência com Alfátima e Fátima...
(Moura - nome de Vila conquistada pelos Cristãos aos Mouros...)
(Fátima - nomede Moura dado à virgem dos Cristãos...)

SERPA e MÉRTOLA... Serpínea... Polípio... Níobe
"o esporão rochoso de onde correm dois rios de lágrimas..."
(ver - A SERPE - in e-libro.net e in www.joraga.net - Mértola)

CASTRO VERDE com a sua Feira de enContros e desEncontros...
em crescendo imparável, a semear sementes de vida, mais avassalador e fecundo do que a guerra que só semeia sementes de morte...
(Ver - A FEIRA - in e-libro.net e in www.joraga.net - a Feira -

MOURA CAPITAL DO INTERCÂMBIO CULTURAL
SEM ALIENAR A SUA IDENTIDADE

(Serpa e Serpínia... Mértola Serpínea e Níobe... Castro Verde e Feira...)

A MOURA AMOR A MORTE - DAR A VIDA
MOURA pode/deve ser A CAPITAL da UTOPIA IMPOSSÍVEL - CAPITAL DA TOLERÂNCIA… da CONVIVÊNCIA…

- Resumo de uma das LENDAS e o jogo do prefácio…
uma LENDA de há 1000 anos…
uma LENDA de daqui a 1000 anos (amanhã) por Fátima Borges, Pedro Bernardino, Sofia Correia… (no prefácio a Lenda daqui a 1000 anos - amanhã)

- Acontecer AMOR EM PORTUGAL - Dulce Pontes (ARISBERTA & MANUEL ALEIXO?…)

- Tentar uma experiência de visualização colectiva de um MUNDO MELHOR de tolerância e convivência onde caibam: pessoas com ideias, credos, cores, partidos… diferentes… em colaboração e complementaridade…

A necessidade / inutilidade de haver PARTIDOS diferentes para que se possam abarcar os diferentes aspectos da VERDADE e das NECESSIDADES culturais e sociais… Exemplos do nosso CORPPO… a MÃO com 5 dedos… se falha uma das partes não funciona… uma simples CADEIRA…
(USA - o modelo perverso da DEMO)
- Grupo local e/ou 2ª versão de ACONTECER o AMOR em PORTUGAL…

 

3ª UTOPIA

Para introduzir a proposta para a 3ª UTOPIA e proclamar AQUI e AGORA

A ARTE E VOCAÇÃO DAS MULHERES / MÃES de fazerem INTEIRAS as coisas PARTIDAS... de educarem os FILHOS por vezes tão diferentes...

O PODER DAS MULHERES… AS MULHERES E O PODER… A LEI DAS proporções e a democracia…

Se olharmos para as imagens que nos chegam dos países árabes, (ver as imagens da guerra do Afganistão e Iraque) a ideia com que ficamos é das mulheres aos gritos, cobertas de véus, sem liberdades, nem direitos, sem instrução... e o obrigadas a estarem fechadas em casa...

Ora, se isto acontece em pleno século XXI, como é possível imaginarmos que há 800 / 1000 anos, aqui, neste lugar, em MOURA, havia uma MULHER JOVEM e BELA e alcaidessa, ou governadora que amava o seu povo e era amada e admirada por ele!

Entretanto, quer acreditemos que era possível, ou não, quer consideremos esta istória uma lenda ou um episódio verídico da nossa história comum, o certo é que a LENDA DE SALÚQUIA existe e é contada em dezenas de variantes, como podemos constatar por esta obra hoje apresenada por «Moura Salúquia» - AMCM, e resistiu aos séculos e nada nos impede de imaginar que foi verdade e que pode ser verdade.

Vivemos em Democracia ou dizemos que pretendemos viver numa democracia civilizada que respeita os direitos e deveres de cada um e se baseia na lei das proporções.

Ora olhando para a sociedade (como quando olhamos para o Planeta que chamamos Terra, que afinal é mais MAR do que TERRA e verificamos que a linguagem nos trai) podemos constatar que esta lei da proporcionalidade não é respeitada nem vivida. As Mulheres são mais segundo todas as estatísticas; os lugares de chefia e comando são normalmente ocupados por Homens!

(Ver resumos de das Mulheres no Poder)

A Política, o governo - a gestão da res-publica - deve ser partilhado, entregue ou fortemente influenciado pelas MULHERES?

É ver alguns aspectos positivos e negativos do PODER.

O PODER pode e deve organizar a sociedade e congregar a contribuição de TODOS para o BEM COMUM... Mas o PODER, pode e não deve ser CEGO, ABSOLUTISTA, AUTISTA... mas "O PODER duradouro CORROMPE E CEGA..." e pode mas não PODE ser fonte de corrupção e privilégios para os que o detêm!!!

Podíamos ver ainda o PODER nestes dois aspectos, temperado ou agravado pelas qualidades e ou defeitos normalmente atribuídos às Mulheres, ao Feminino... Pode ser agravado pela vaidade e ou tendência para o desperdício e futilidade (ver as Damas que se procuram a "cura" esbanjando o pecúlio familiar); poderia ser temperado pelas qualidades de imaginação, a sua maneira de ser maternal, a Arte de Viver e Seduzir, o seu poder de organização, sabedoria de viver com o que se tem... de saber atender à diversidade de feitios, ideias e diferenças da sociedade, que afinal verificam nos seus próprios filhos...

Seria um tema largo demais para esta conversa e com muitas complexidades que se não resolvem com teorias fáceis de "machismos" ou "feminismos". O problema é mais complexo e sério pois mesmo nas sociedades matriarcais, embora o "chefe" seja o descendente por via materna, em muitos casos quem ocupa o lugar de chefia é o Homem.

Qual é então o lugar da Mulher no Poder e Gestão da "coisa pública"? Qual é o seu papel e contributo para se empenhar no progresso e desenvolvimento da sociedade em que está integrada?

É estar verdadeiramente integrada. É ter os mesmos direitos e deveres no acesso à Cultura e Educação... é ter iguais oportunidades de acesso aos lugares de chefia e gestão e por serem normalmente mais, teriam de ter mais oportunidades.

Ora basta olharmos de relance por exemplo para o resultado destas últimas eleições e ficarmos espantados com a hipocrisia das "cotas" que falam como ideal conseguir um terço de lugares para as Mulheres e verificarmos que nem essa meta, já viciada à partida, porque não respeita a lei da proporcionalidade, é atingida!

Estamos em tempo de viragem. Temos o direito AQUI e AGORA de nos movimentarmos um pouco no Mundo da Imaginação, da Fantasia, da Magia e, como nas outras duas UTOPIAS propostas, nada nos impede de "criarmos" ao menos, no Mundo dos Possíveis, a alteração ideal que é preciso realizar.

Apresento como reflexão o caso de TRÊS grandes MULHERES com quem me cruzei ao longo de mais de sessenta anos de vida...

1. na SERRA... uma AVÓ que ficou viúva cerca dos 40 anos, com seis filhos, três rapazes que emigraram para o Brasil nos anos 20 e três filhas que criaram e educaram numerosos filhos... A imagem que guardo é a dos seus 80, 90 anos sentada na sua cadeira de baloiço... "sem fazer nada"... e dar conta, logo a seguir à sua "partida", que, afinal, era ela que tudo "governava" e dirigia!!!

2. nos AÇORES... uma avó viúva, mãe de um grande proprietário de terras e gado... o dono do primeiro carro que houve no Faial... e parecia o Grande Homem da Casa... Afinal, era ela do seu canto que "dava os dias santos"... e decidia o que era preciso comprar ou vender... que terrenos se cultivavam... quando e com quê...

3. no Alentejo... A avó Beatriz, analfabeta, que só agora conhece as letras do nome e os números enormes dos telefones das filhas, viúva de um maioral que correu vários montes no Alentejo e tudo conhecia, afinal, foi ela sempre que governou a casa... e com a sua parca reforma ainda se dá ao luxo de "acudir" às filhas quando estão aflitas de dinheiro... e tem sempre um presente para os netos e com uma nota daquelas "rosadas" que raramente vemos!... A história da mudança dos escudos para euros é qualquer coisa de irreal... Desfez-se dos escudos todos... partiu do zero... e passados dois meses já tinha economias da sua parca reforma em euros!!! A sabedoria de saber viver com o que se tem... satisfazer todas as necessidades... e "sobrar" sempre para um extra ou um imprevisto... para uns presentes aos netos e aos filhos... até para poder ser "enganada" e "roubada"!!!

(Além destes, há o exemplo da MARIA, Mãe, nas Bodas de Caná: "Fazei o que Ele vos disser..." e aconteceu o primeiro milagre da água em vinho!)

Com casos destes que se podem multiplicar e cada um terá os seus, é verificar que afinal há muitas UTOPIAS que já estão a acontecer.

(Lembrar a istória anedota do "Saco das Nozes")

A realidade mais concreta que temos aqui em frente dos nossos olhos e nesta sala é verificar que afinal:

a «MOURA SALÚQUIA» existe, incarnada e incorporada nesta AMCM - Associação da Mulheres do Concelho de Moura, e constatarmos que por esta iniciativa da recolha de várias versões das LENDAS da MOURA SALÚQUIA e outras iniciativas já realizadas e muitas outras planeadas e previstas, podemos acreditar que estamos no bom caminho e que se estão a criar as condições ideais para verificar que esta terceira UTOPIA não é de facto uma utopia irrealizável, mas um sonho desejável e possível já a ser concretizado.

Tendo em conta as qualidades e os defeitos, como afinal acontece com os homens, a sociedade só tem a perder se não souber e não quiser pôr a render as características, capacidades, qualidades de gestão e chefia que as mulheres têm, sem precisarem de imitar os homens. Para um equilíbrio saudável, precisamos de homens, Homens e de mulheres, Mulheres... e NÃO com uma hipócrita percentagem determinada por uma COTA ridícula de UM TERÇO, mas democráticamente, na proporção da representatividade e papel que têm na SOCIEDADE.

As MULHERES que são MÃES e que para além desse PAPEL fundamental e insubstituível, sempre serviram para desempenhar os mais variados papéis na SOCIEDADE, inclusivé o de ESCRAVAS e de EDUCADORAS, para mencionarmos dois extremos, também podem e DEVEM desempenhar o PAPEL que lhes compete na construção e na GESTÃO da SOCIEDADE que geram (gestação).

Como o exemplo que nos é legado pelo gesto da MOURA SALÚQUIA, seja LENDA ou episódio da HISTÓRIA, podemos constatar que as MULHERES afinal são as que sabem DAR A VIDA!

DÃO A VIDA gerando...

Muitas vezes DÃO A VIDA, morrendo, para que os seus filhos VIVAM!

3ª UTOPIA

Uma MOURA de há MIL ANOS no PODER
para um regresso ao futuro

O PODER DAS MULHERES… AS MULHERES E O PODER… A LEI DAS proporções e a democracia…

A inconcebível História / LENDA de há 1000 anos perante a observação da MULHER / ÁRABE hoje… a projecção para daqui a 1000 ANOS - amanhã…

O contraste entre 2/3 versões:
- Conde de Ficalho e maioria (?) lenda e os cristãos disfarçados…
- Nicolas Perez - o ataque antes do cortejo… e o noivo e pai fogem para Serpa… por Fátima Borges, Pedro Bernardino, Sofia Correia…

Canção de exaltação ao papel da MULHER na Sociedade na Redenção… ó Virgem Maria (?) por Arisberta e Manuel Aleixo…

Resumo de 3 artigos recolhidos.
- As cotas da mulheres na política…
- Criadoras de empregas e serviços…
- O discurso da Indiana Prémio da PAZ…

Três RETATOS de 3 MULHERES
Na Serra, nos Açores, No Alentejo…
(Irmã Lúcia + Lurdes Pintasilgo + Amália Rodrigues + Sophia de Mello Breyner Andersen...)

(A istória anedota do saco das NOZES...)

Décima - MOTE
A MOURA VIVEU AMANDO
Grande FINAL com os/as
intervenientes locais… MS/AMCM

- A OFERTA (DESAFIO) da obra de 1994 - as 10 LENDAS seguidas de 10 estudos a completar agora com estas 23 versões...

resumo das 3 utopias:

- O PATRIMÓNIO - AS PESSOAS - trabalhos a continuar e o Grande Dicionário de termos e expressões...

- MOURA A CAPITAL DA CONVIVÊNCIA INTERCULTURAL... e as geminações a implementar com iniciatívas viáveis...

- O IMPRESCINDÍVEL (mesmo que discreto) PAPEL DA MULHER (com as suas características essenciais positivas de visão, previsão, intuição, ARTE de se governar com o que se tem... Ternura e Gestão de conflitos...

(os 10 ou os 27... dias de FESTA e CULTURA propostos em A MOURA, E-LIBRO e já antes na Revista Arquivo de Beja).

FINAL

Virgem Maria
Ao Sul
Alentejo Out.
Milhão Amigos

Adeus Moura

 

 

 

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