MOURA
visto por um Cigano Castanho vindo
da Serra da Estrela
viagens do Cigano Castanho e da Cigana Mariana através do maravilhoso
por JORAGA o acrónimo de JOsé RAbaça GAspar e outros mais de 1001 deNÓMIOS

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Uma visita a MOURA
a CONVITE da

A HISTÓRIA DAS 10 LENDAS

 

Prefácio
Plano da Apresentação
PALESTRA
as MULHERES e o PATRIMÓNIO CULTURAL
Pinturas de ANTÓNIO GALVÃO

SALÚQUIA 1 - 10 - 23 LENDAS

Diaporama
Diaporama
Diaporama
as 3 UTOPIAS

Texto

 

TEXTO Imagem

SALÚQUIA – 1000 ANOS PARA UM REGRESSO AO FUTURO

- Imagens finais do Slide Show com som mais alto para ABRIR…

Introdução

Impõe-se uma explicação para justificar o honroso e surpreendente CONVITE de “A Moura Salúquia” – Associação das Mulheres do Concelho de Moura…

Um surpreendente, honroso e imerecido convite que tenho de agradecer pela oportunidade de falar de um tema que me seduziu e ao qual dediquei alguns anos de trabalho para recolha, investigação, estudo, tendo sido o tema principal do Ano Sabático no ano lectivo de 1993/1994.

(Vide Anexos – a história de um estudo de uma lenda)

1ª UTOPIA

Os milagres de uma tradição…

Uma LENDA / HISTÓRIA de EN/CANTAR CONTADA por muitos e variados AUTORES…)

… Uma CANTATA com mais de duas dezenas de AUTORES a partir do ÍNDICE do LIVRO…

- Maria ORPHEU (p.44) – ARISBERTA & MANUEL ALEIXO…

- LEITURA expressiva / dramatizada de uma das LENDAS ou uma adaptação por  Fátima Borges, Pedro Bernardino, Sofia Correia…

A RECOLHA, ESTUDO e DIVULGAÇÃO dos VALORES CULTURAIS de IDENTIDADE… uma obra já COMEÇADA por “MOURA SALÚQUIA” AMCM… os mais de 60 TEMAS numa obra de invulgar qualidade… 60 TEMAS para desenvolver em 60 OBRAS…

IAC/D - 1985

Os AUTORES de MOURA e um exemplo de um valor a salvaguardar – O REGISTO ESCRITO DA ORALIDADE desta Região… “Carta a Fialho de Almeida” – por Pedro Bernardino ou… Grupo local

2ª UTOPIA

A                      MOURA AMOR A MORTE – DAR A VIDA…

MOURA pode/deve ser A CAPITAL da UTOPIA IMPOSSÍVEL – CAPITAL DA TOLERÂNCIA… da CANVIVÊNCIA…

- Resumo de uma das LENDAS e o jogo do prefácio…

uma LENDA de há 1000 anos…

uma LENDA de daqui a 1000 anos (amanhã) por Fátima Borges, Pedro Bernardino, Sofia Correia…

- Acontecer AMOR EM PORTUGAL – ARISBERTA & MANUEL ALEIXO…

- Tentar uma experiência de visualização colectiva de um MUNDO MELHOR de tolerância e convivência onde caibam: pessoas com ideias, credos, cores, partidos… diferentes… em colaboração e complementaridade…

A necessidade / inutilidade de haver PARTIDOS diferentes para que se possam abarcar os diferentes aspectos da VERDADE e das NECESSIDADES culturais e sociais… Exemplos do nosso CORPPO… a MÃO com 5 dedos… se falha uma das partes não funciona… uma simples CADEIRA…

(USA – o modelo perverso da DEMO)

- Grupo local e/ou 2ª versão de ACONTECER o AMOR em PORTUGAL…

3ª UTOPIA

O PODER DAS MULHERES… AS MULHERES E O PODER… A LEI DAS proporções e a democracia…

A inconcebível História / LENDA de há 1000 anos perante a observação da MULHER / ÁRABE hoje… a projecção para daqui a 1000 ANOS – amanhã…

O contraste entre 2/3 versões:

- Conde de Ficalho e maioria (?) lenda e os cristãos disfarçados…

- Nicolas Perez – o ataque antes do cortejo… e o noivo e pai fogem para Serpa… por Fátima Borges, Pedro Bernardino, Sofia Correia…

Canção de exaltação ao papel da MULHER na Sociedade na Redenção… ó Virgem Maria (?) por Arisberta e Manuel Aleixo…

Resumo de 3 artigos recolhidos.

- As cotas da mulheres na política…

- Criadoras de empregas e serviços… Mulheres novas empresárias...

- O discurso da Indiana Prémio da PAZ…

Tês RETATOS de 3 MULHERES

Na Serra, nos Açores, No Alentejo…

Décima – MOTE

A MOURA VIVEU AMANDO

Grande FINAL com os/as

intervenientes locais… MS/AMCM
 

 

Anexo 01

A HISTÓRIA DAS RECOLHAS das 10 versões DESTA LENDA

 ver LISTA 23/26 versões - título - autores - notas

1986.10 - a 1ª CAPA de cartão com desenho de Ana Maria Batalha Ilhéu

 

outra tentativa pessoal para a capa 1986

 

1ª a Lenda que eu usava para análise estrutural

LENDA DE MOURA
por FERNANDA FRAZÃO,
Amigos do Livro Editores, s/d, s/local

2ª lenda

LENDA DA VILLA DE MOURA
por Cardoso dos Santos,

manuscrito fornecido pelos alunos da Escola do Magistério Primário, Beja, 1985

A MOURA SALÚQUIA
(Lenda do século XIII)
por Nícolas Díaz Pérez
in TRADIÇÃO

 

A LENDA DA MOURA SALÚQUIA
Ppor Vítor Mendes
in Etnografia e Folclore do Baixo Alentejo
de Manuel Joaquim Delgado

LENDA DA BELA SALÚQUIA
por Gentil Marques,
in LENDAS de PORTUGAL, III vol. Ed. Universus, 1964

 

A MOURA SALUQUIA E O NOME DA VILA
Teófilo Braga
in Panorama, T. IV, p. 4, 1840
transcrita in CONTOS TRADICIONAIS DO POVO PORTUGUÊS(1915), Vol. II,
Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1987, p. 302

 

 

LENDA DA MOURA SALÚQUIA
in LITERATURA POPULAR DO DISTRITO DE BEJA,
Col. SABER MAIS,
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA,
Direcção-Geral da Educação de Adultos,
Coordenação Distrital de Beja, 1986?

(Ver Também esta mesma versão in
MOURA - CULTURAS E MENTALIDADES
de José António de Oliveira Correia,
Edição Câmara Municipal de Moura, 1997

7ª B ou 11ª que não via antes da publicação do trabalho

LENDA DA MOURA SALÚQUIA
in MOURA - CULTURAS E MENTALIDADES,
de José António de Oliveira Correia
Edição - Câmara Municipal de Moura, 1977

A ALCAIDEÇA SALÚQUIA
pelo Conde de Ficalho,
in A TRADIÇÃO

Extracto da Nota X, onde refere a versão da LENDA

outro extracto da Nota X...

A LENDA DA MOURA SALÚQUIA
Texto de Maria José Balacho e Ana Maria Santos,
com ilustração de Henrique Cayatte,
in O PÚBLICO JUNIOR, Fim de Semana de 12? 13 de Maio de 1990

10ª

À TORRE DE MOURA
posta em verso pela Poetisa a Ex.ma Snrª
D. Maria Carlota Sousa Queiroga,
in ANAIS DE MOURA, Bilbioteca, 1980,
Nota de João F. Moura (25.07.1980)
pelo Dr. José Avelino da Silva Matta, 1855


1ª Página do texto de D. Maria Carlota Sousa Queiroga


pelo Dr. José Avelino da Silva Matta, 1855 (incompleto)


Texto completo do Dr. José Avelino da Silva Matta, 1855

MAIS UMA LENDA EXTRA
SÓ INCLUÍDA EM MARÇO DE 2005, após a publicaçãofeita por «Moura Salúqia» Associação das Mulheres do Concelho de Moura, a ser apresentado em 12 de Março e 2005

MOURA - 165
in LENDAS DE PORTUGAL, Viale Moutinho

(Lenda com o número 165, de uma colecção publicada durante vários meses como anexo do DN, durante 2003, em fichas cartonadas para arquivo..)

Título: Lendas de Portugal
Autor: Viale Moutinho
Ilustrações de: Joana Imaginário e Francisco Lança
Concepção Gráfica: José Maria Ribeirinho
Capa: Paulo Barata Corrêa
Maquetagem: Nuno Janela
Digitalização e Tratamento de Imagem: Sérgio Mateus, Carlos Castro, Inês Nazaré, Joaquim Damião, Manuel Silva, Nuno Espada, Pedro Nunes e Vítor Costa
Impressão: Printer Industria Gráfica, SA
Diário de Notícias, SA - 2003
ISBN 972-9335-05-2
Depósito Legal: B-51134-2002

Tinha uma filha por nome Salúquia

Folheando o Volume III do Domingo Ilustrado, do recuado ano de 1898, eis a lenda, aliás não assinada, da tomada de Moura aos mouros, feito este que deu base ao brasão de armas que o concelho ainda ostenta:
Corria o ano de 1166. D. Afonso Henriques, aclamado rei de Portugal nos plainos de Ourique, tinha expulsado os infiéis da Estremadura, e combatia sem descanso para os expelir do Alentejo, cujo terreno lhe disputavam palmo a palmo, em luta porfiosa e desesperada. Era então alcaide do Castelo da antiga Arucitana um mouro nobre e opulento, senhor de muitas terras do Alentejo. Abu Assan, que assim se chamava, tinha uma filha por nome Salúquia, a quem amava ternamente. Em prova do seu afecto dera-lhe em dote aquele castelo, por ele reedificado e guarnecido com tudo quanto era mister para conforto e defesa.
A jovem moura, tão ricamente dotada, não tardou a contratar o seu casamento com um agareno, não menos rico e poderoso, e também alcaide do forte Castelo de Arouce. Chegada a ocasião dos desposórios, pôs-se a caminho Braffma, era o nome do noivo, seguido de uma numerosa e luzidia cavalgada. Ao entrarem, porém, num vale estreito e sombreado por espesso arvoredo, caíram sobre eles alguns cavaleiros cristãos, tão de improviso, e com tal fúria e denodo, que em breve espaço de tempo se viu o chão juncado de cadáveres, não escapando com vida um só sarraceno.
Foi esta acção uma empresa de antemão combinada e disposta; e foram autores dela dois fidalgos da corte de Afonso Henriques, chamados Álvaro Rodrigues e Pedro Rodrigues. Apenas foi concluído este primeiro acto do drama apressaram-se os dois fidalgos, e os outros seus companheiros de armas, a despojar os corpos dos mouros de todos os fatos e adornos, e, trocando-se pelos seus, num momento se acharam transformados em perfeitos cavaleiros mauritanos.
Assim disfarçados seguiram o caminho do castelo da noiva, entoando alegres vozes e gritos ao modo dos sarracenos. A desditosa Salúquia, que esperava ansiosa a vinda do consorte, viu da janela do alcácer aproximar-se a brilhante e jovial comitiva. Com o riso nos lábios, e o coração a falar esperança da felicidade, correu a ordenar à sua gente que baixasse a ponte levadiça, e abrisse de par em par as portas da fortaleza para receber o seu novo senhor. A sua ilusão, porém, passou rapidamente, como o relâmpago. As vozes de alegria e paz, que os cavaleiros entoavam ao transpor os fossos do castelo, em breve se converteram no retinir das armas, nos alaridos da guerra, e enfim. Nos brados da vitória.
O sagrado pavilhão das quinas tremulava já triunfante sobre as ameias da cidadela. A praça estava rendida aos pés do vencedor, mas não assim a sua altiva senhora. A desgraçada Salúquia, preferindo a morte à escravidão, arremessara-se do alto da torre, que defendia a entrada da fortaleza. Em, memória deste sucesso tomou a terra o nome de vila de Moura, e por seu brasão de armas um escudo com um castelo, e junto à porta deste uma mulher morta.

OUTROS DOCUMENTOS

1993.01.20 – no projecto do ano Sabático

1993.03.29 – Parecer inicial de Dr. João David Pinto Correia

1994.05.11 Carta e Parecer do Dr. Arnaldo Saraiva

Fala de: PEREIRA, Benjamim Enes - Bibliografia analítica de etnografia portuguesa. Lisboa, CEEP, 1965

1994.08.30 – Trabalho final para apresentação, enviado como modelo…

1995.02.02 Parecer do Professor Dr. Arnaldo Saraiva


 

1994.06.21 - ver orçamentos Tipografia Guerra de Viseu;

1994.07.21 - através da Editorial Notícias (ver carta)

1994.07.25 - ver orçamento de Sociedade Instrutiva Regional Eborense

1994.08.14 - ver carta à Câmara de Moura de– com telefonema de resposta… e uma resposta que chega em 2000.01.11

1997 - tentativa através do Serpa Informação)

1997.06.16 carta e entrega como exemplar na sociedade Portuguesa de Autores

1997.07.00 – tentativa na Plátano Editora - Corroios

1997 Publicação – in revista Arquivo de Beja – Dezembro

 

1999.05.27 – resposta de Vasco Callixto do Correio da Manhã

 

2000.01.11 Enfim uma carta de Moura em resposta à carta de 1994.08.14… e conversa e material levado a Moura…

2002.07.18 – cartão do Director da BN António Reis

2002.08.08 – Biblioteca Nacional - Carta a notificar obras enviadas

 

2004.05 Publicação de A MOURA em www.e-libro.net e notícia para Moura…

 

2004.10?– finalmente um telefonema da chefe do Gabinete do Senhor Presidente da Câmara de Moura, falando de publicarem uma obra sobre as Lendas com mais de vinte trabalhos… enviei por correio verde um exemplar em papel…

2005.01.13 – Visita da D. Ana Benedita e gráfico Sr. Carlos Jorge, em Corroios…

2005.01.19 – envio do prefácio para Moura e Moita…

2005.02.03 – envio do plano da palestra para Mour

OFERTA À «MOURA SALÚQUIA» AMCM
(e verificar material oiferecido à Biblioteca da Câmara Municipal de Moura, através da Drª Zélia Fialho, em Janeiro de 2000, na expectativa de publicação para Abril de 2000, na feira do Livro:

- Estudo das 10 Lendas, 186 páginas A4
- Disquete com trabalho organizado das 10 Lendas e anexos
- Desenhos de António Vaz
- Maquete impresso em A5, em papel, de uma disquete de Serpa Informação, com as 10 Lendas

 

 

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pelo Tel. 212553223 ou pelos Tlm. 91 763 25 24
e pelo CORREIO: Avenida Amélia Rey Colaço, 5, r/c Esqº - 2855-500 CORROIOS.
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