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Autor:
José d'A MAR
Um deNómio de José Rabaça Gaspar. (www.joraga.net
)
Não
é um pseudónimo nem um heterónimo (exclusivo
de Pessoa) mas um neologismo inventado, um NOME (outro), anjo
ou demónio, musa inspiradora, que escreve através
do autor, o livro ou cada um dos poemas do autor, como se
pode ver nesta obra, com vários deNÓMIOS...
(quase um por poema)...
Apresentação
Como
a água das fontes e dos rios, a VIDA, todas as VIDAS,
correm sempre para O MAR
A MAR
AMAR
Nestes
poemas com a influência de Camões, Torga e Borges,
é proclamada a subversão: O MAR é A MAR!
edição virtual e em papel a pedido.
Sinopse
A
MAR é um pequeno livro - uma jóia preciosa -
dedicado:
À Fátima - companheira sofrida do percurso mais
tumultuoso (atormentado) desta longa e tormentosa VIAGEM -
como um RIO - que é a vida do autor
À Diana - a filha que foi parida pelo Pai (Homem) e
por isso ganhou o prémio como único Homem a
dar à luz (a parir) - prémio que não
recebeu
Ao David - o Filho que veio na última etapa, não
para ser filho mas para ser o Guia que leva pela mão
o Pai, neste derradeiro percurso desta Viagem
a mais
recente de muitas outras já vividas
Assim, a sinopse vai aparecer aqui feita pela Fátima
a tentar resumir o turbilhão de ideias que me ocorrem
e seria importante transmitir como resumo e apresentação
do significado que pode ter esta mensagem
A MAR até
conseguir realizar a VISÂO que o autor teve em sonho:
ver uma multidão de gente de todas as línguas
e lugares deste Planeta MAR a realizarem uma ONDA imensa (LA
OLA) com a palavra MAR
A MAR
AMAR
"A
MAR
José
d'A MAR poeta na alma traz consigo o ciclo de renascer da
força das águas.
O José é um mar de emoções vividas
num mundo demasiado interiorizado, manifestado aqui em turbilhões
de sentimentos e inconformismo dando vida às palavras
e dando voz a quantos nele se revêem. Escritos em diferentes
fases do seu percurso revelam todos eles o grito calado, de
um inconformismo com o Mundo dos Homens.
Vale a pena percorrer estes versos como rios de um mar em
contínua transformação.
Fátima Borges".
Seria
a descoberta de que os Humanos! Inteligentes! Teriam tomado
consciência de que TODOS vivemos num PLANETA que não
é nosso
vivemos numa casa emprestada PLANETA
MAR e que temos de cuidar dele com carinho pois temos contas
a prestar à sua legítima proprietária
MAR
A MAR
AMAR.
Este livro é uma série de contradições,
mas é um terramoto, um cataclismo, uma subversão
universal
José d'A MAR não é o nome do autor, não
é pseudónimo, não é heterónimo.
É deNÓMIO, uma entidade diferente, outro, anjo
ou demónio, ou musa, não que inspira mas escreve
ou fala
e não é UM, são muitos
Um para cada poema
O Poeta não é poeta, pois como diz noutra obra
"desisti de ser poeta
" porque não
aceita as regras impostas e não admite ser "capado"
por ninguém nem nenhuma autoridade, mesmo literária
É de língua portuguesa e da Europa, mas aparece,
pela primeira vez, em português, numa editora de língua
espanhola, e não em Espanha mas na América Latina,
y e não no Brasil mas num espaço mais amplo...
A palavra MAR em português é - o mar, masculino,
mas ele diz que é - A MAR e é feminino
A Humanidade, as Mulheres e Homens, que habitam este planeta,
pensam e dizem que vivem no planeta terra; mas ele diz que
vivemos TODOS - quer queiramos, quer não
quer
os políticos queiram, quer não
quer os
cientistas queiram, quer não
- TODOS vivemos
no PLANETA MAR
A MAR
AMAR.
E isto, só isto, tão pouco e tão pequeno,
é pura e simplesmente uma sublevação
universal.
As Mulheres e Homens (por suposto, Inteligentes e com Consciência)
ainda não deram conta que vivem num planeta que não
é deles
Quando tomarem CONSCIÊNCIA disso
e mudarem a linguagem, tudo MUDARÁ
as guerras
e agressões ao planeta e ao universo, terminarão.
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| Fragmentos
de OUTRAS OBRAS DO AUTOR |
Desisti
de ser poeta
por não poder suportar
as leis as modas as tretas
com que nos querem "capar"...
Assim, decidi ser livre
e como as aves voar
cantar a vida que vive
deixar os outros "falar"!!! (ladrar!!!)
(do
Zé que não é poeta)
SER
POETA É:
Viver na noite dos outros
para poder ler as letras das estrelas
e, ao lê-las,
tentar guardar, em sonho e em poesia,
algumas das suas mensagens...
Possam, algumas
alumiar, ao menos, como velas,
os caminhos dos cegos, que andam de olhos abertos,
durante as longas noites, a que chamam dias...
Há os que escolhem a noite para assaltar, roubar e
ferir e matar
aqueles que dormem...
Há outros, como os poetas
que escolhem a noite para iluminarem os sonhos
do sono dos outros...
e descobrirem a escuridão dos dias apressados
vividos sem sentido...
(do Fernando Fingidor - Poeta louco).
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