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um ANDARILHO em viagem pelas
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ANDARILHO 7partidas
Poesia Décimas
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Cancioneiro NIASSA

Canto do
ALENTEJO
NOVO(MÉRTOLA)

Canto do CANTE os COROS

 

in - Buenos Aires, Abril de 2003 - mas aparece, em edição virtual, nas NOVEDADES dia 2 de Maio de 2003 e recebo os primeiros, impressos em papel, no dia 6 de Julho.
ISBN
950 502 602-7, da edição virtual
ISBN 950 502 602-8, da edição em papel

Autor: José d'A MAR
Um deNómio de José Rabaça Gaspar. (www.joraga.net )

Não é um pseudónimo nem um heterónimo (exclusivo de Pessoa) mas um neologismo inventado, um NOME (outro), anjo ou demónio, musa inspiradora, que escreve através do autor, o livro ou cada um dos poemas do autor, como se pode ver nesta obra, com vários deNÓMIOS... (quase um por poema)...

Apresentação

Como a água das fontes e dos rios, a VIDA, todas as VIDAS, correm sempre para O MAR… A MAR… AMAR… Nestes poemas com a influência de Camões, Torga e Borges, é proclamada a subversão: O MAR é A MAR!

edição virtual e em papel a pedido.

Sinopse

A MAR é um pequeno livro - uma jóia preciosa - dedicado:
À Fátima - companheira sofrida do percurso mais tumultuoso (atormentado) desta longa e tormentosa VIAGEM - como um RIO - que é a vida do autor…
À Diana - a filha que foi parida pelo Pai (Homem) e por isso ganhou o prémio como único Homem a dar à luz (a parir) - prémio que não recebeu…
Ao David - o Filho que veio na última etapa, não para ser filho mas para ser o Guia que leva pela mão o Pai, neste derradeiro percurso desta Viagem… a mais recente de muitas outras já vividas…
Assim, a sinopse vai aparecer aqui feita pela Fátima a tentar resumir o turbilhão de ideias que me ocorrem e seria importante transmitir como resumo e apresentação do significado que pode ter esta mensagem… A MAR até conseguir realizar a VISÂO que o autor teve em sonho: ver uma multidão de gente de todas as línguas e lugares deste Planeta MAR a realizarem uma ONDA imensa (LA OLA) com a palavra MAR… A MAR… AMAR…

"A MAR

José d'A MAR poeta na alma traz consigo o ciclo de renascer da força das águas.
O José é um mar de emoções vividas num mundo demasiado interiorizado, manifestado aqui em turbilhões de sentimentos e inconformismo dando vida às palavras e dando voz a quantos nele se revêem. Escritos em diferentes fases do seu percurso revelam todos eles o grito calado, de um inconformismo com o Mundo dos Homens.
Vale a pena percorrer estes versos como rios de um mar em contínua transformação.
Fátima Borges".

Seria a descoberta de que os Humanos! Inteligentes! Teriam tomado consciência de que TODOS vivemos num PLANETA que não é nosso… vivemos numa casa emprestada PLANETA MAR e que temos de cuidar dele com carinho pois temos contas a prestar à sua legítima proprietária MAR… A MAR… AMAR.
Este livro é uma série de contradições, mas é um terramoto, um cataclismo, uma subversão universal…
José d'A MAR não é o nome do autor, não é pseudónimo, não é heterónimo. É deNÓMIO, uma entidade diferente, outro, anjo ou demónio, ou musa, não que inspira mas escreve ou fala… e não é UM, são muitos… Um para cada poema…
O Poeta não é poeta, pois como diz noutra obra "desisti de ser poeta …" porque não aceita as regras impostas e não admite ser "capado" por ninguém nem nenhuma autoridade, mesmo literária…
É de língua portuguesa e da Europa, mas aparece, pela primeira vez, em português, numa editora de língua espanhola, e não em Espanha mas na América Latina, y e não no Brasil mas num espaço mais amplo...
A palavra MAR em português é - o mar, masculino, mas ele diz que é - A MAR e é feminino…
A Humanidade, as Mulheres e Homens, que habitam este planeta, pensam e dizem que vivem no planeta terra; mas ele diz que vivemos TODOS - quer queiramos, quer não… quer os políticos queiram, quer não… quer os cientistas queiram, quer não… - TODOS vivemos no PLANETA MAR… A MAR… AMAR.
E isto, só isto, tão pouco e tão pequeno, é pura e simplesmente uma sublevação universal.
As Mulheres e Homens (por suposto, Inteligentes e com Consciência) ainda não deram conta que vivem num planeta que não é deles… Quando tomarem CONSCIÊNCIA disso e mudarem a linguagem, tudo MUDARÁ… as guerras e agressões ao planeta e ao universo, terminarão.

 

Fragmentos de OUTRAS OBRAS DO AUTOR

Desisti de ser poeta
por não poder suportar
as leis as modas as tretas
com que nos querem "capar"...
Assim, decidi ser livre
e como as aves voar
cantar a vida que vive
deixar os outros "falar"!!! (ladrar!!!)

(do Zé que não é poeta)

SER POETA É:
Viver na noite dos outros
para poder ler as letras das estrelas
e, ao lê-las,
tentar guardar, em sonho e em poesia,
algumas das suas mensagens...
Possam, algumas
alumiar, ao menos, como velas,
os caminhos dos cegos, que andam de olhos abertos,
durante as longas noites, a que chamam dias...
Há os que escolhem a noite para assaltar, roubar e ferir e matar
aqueles que dormem...
Há outros, como os poetas
que escolhem a noite para iluminarem os sonhos
do sono dos outros...
e descobrirem a escuridão dos dias apressados
vividos sem sentido...

(do Fernando Fingidor - Poeta louco).


 

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