|
(Publicada em
2004 Agsoto)
in
- Buenos Aires, Agosto de 2004 - aparece, em edição
virtual, nas NOVEDADES em Agosto de 2004,
ISBN
1-4135-0185-0, da edição virtual
ISBN
1-4135-0186-9, da edição em papel
|


|
Autor:
José da Serra do Vale do Zêzere
Um deNómio de José Rabaça Gaspar. (www.joraga.net
Não
é um pseudónimo nem um heterónimo (exclusivo
de Pessoa) mas um neologismo inventado, um NOME (outro), anjo
ou demónio, musa inspiradora, que escreve através
do autor, o livro ou cada um dos poemas do autor, como se
pode ver nesta obra, com vários deNÓMIOS...
(quase um por poema)...
Apresentação
A
Moura ALFÁTIMA espera a sua libertação
gloriosa, quando Cristãos e Mouros se tornarem um só
POVO. O autor decide regressar ao FUTURO para ver esta UTOPIA.
Na
obra anterior publicada no e-libro.net A MOURA
com as Lendas da Moura do Alentejo, Terra cristã, com
nome pagão, o autor tentou mostrar como a UTOPIA, em
princípio Impossível, se pode tornar POSSÍVEL,
desde que os Homens, os Cavaleiros, os Guerreiros
as
Pessoas o queiram e decidam
Agora, com este livro sobre a LENDA da MOURA ALFÁTIMA
numa terra, na Serra da Estrela Manteigas
onde possivelmente, os mouros nunca estiveram, JRG, joraga,
agora com o nome de José da Serra do Vale do Zêzere,
e que já se chamou, José dA MAR, José
Penedo, José Penedo de Castro, de Serpa e de Moura,
decide regressar ao FUTURO (seu ou da Humanidade a crescer
para a Fraternidade universal?...) e dar início a uma,
talvez infindável VIAGEM, que são muitas
VIAGEM À MINHA STerra à Serra da Estrela
e Terra, onde nasceu, Manteigas, com 10 Lendas da Moura encantada
numa Caverna / Palácio encantado, cheio de tesouros
fabulosos, no Coruto de Alfátima, perto das Penhas
Douradas, o morro que já domina Gouveia e a planície
para Norte da Beira Alta, à espera de uma libertação
gloriosa, quando Cristãos e Mouros se tornarem um só
POVO.
Parece uma LENDA datada. O autor já a ouvia contar
à sua avó, que já vinha do século
XIX, (1874), tendo-o acompanhado todo o século XX,
à espera do Milagre!
Agora, no dealbar do século XXI, com o cenário
das guerras do Afeganistão, do Iraque, e a guerra interminável
do Médio Oriente, entre Israel e Palestina, esta LENDA
parece, afinal, cada vez mais fabulosa, carregando consigo
uma profecia irrealizável
Irrealizável?
Porquê?
Talvez esteja aí o fascínio do seu deslumbramento
pelo menos para o autor.
Pode
ver o espaço dedicado ao poeta na nossa Página
Principal, na altura em que é publicado o seu sétimo
livro na e-libro-net.
Disponível também em papel. Preço: US$
8.30 (mais gastos de envio).
|
Fragmento
gratuito

|
FRAGMENTO:
INTRODUÇÃO
NOVE versões da LENDA DE ALFÁTIMA e um SONHO?
deram origem à minha versão:
ALFÁTIMA
um REINO de OUTRO MUNDO este
Aquele SONHO fantasia com que me atrevo a abrir A/s
LENDA/s de ALFÁTMA é, possivelmente, mais que
um sonho!
queria ser o resultado de um estudo que gostaria
de fazer, baseado em nove versões da LENDA, que encontrei.
Sei, à partida, e baseado nas experiências, que
já fiz e tentei, que provavelmente não interessam
a ninguém
Sei, entretanto, também, de
certeza certa, que são Leituras / Estudos úteis,
que valem a pena, que são necessários, ir ao
passado para conseguirmos enraizar a nossa Identidade Cultural
e assim descobrir, ou pelo menos tentar descobrir a resposta
para as irrespondíveis perguntas universalmente buscadas
e irrespondíveis e tão simples
Quem Sou?
Donde Vim? Para Onde Vou? Decidi omitir os estudos que realizei
por não interessarem a ninguém
Decidi
escrever a minha versão que não tem escrita
possível, e, como mais uma vez verifiquei que, afinal,
não interessam a ninguém, vou seguir o exemplo
do Velho Segador de Erva dos Contos Orientais
de Pearl Buck, e, como tenho feito, ir guardando num pote
um dos poucos trabalhos que vou realizando, para um dia os
enviar pelo primeiro viajante que encontrar pelo caminho,
a fim de os levar à Pessoa mais digna e merecedora
que encontrar
E
pode ser que aí comece
a espiral da milagrosa Comunicação em Multiplicação
imparável
Talvez, quem sabe?, encontre, um dia,
o Harun-al-Rachid, da Bagdade das Mil e Uma Noites, que mande
os seus escribas reproduzir estas istórias em letras
de oiro e as guarde entre os seus tesouros para a posteridade
|

|