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Para
mim e para os que ME vierem a ler, proponho uma viagem inesquecível,
que é a minha VIAGEM, desde os anos 30, do século XX, até aos
alvores do século XXI...
1 ... joragaemVIAGEM...
é o que eu chamo a esta introdução - - e que se
há-de ir transformando, à medida que a for tecendo, na minhaTEIAnaREDE...
... e esta
minhaTEIAnaREDE, que está a ser laboriosa e pacientemente
tecida, desde Maio de 2000, não com o intuito de apanhar moscas
ou mosquitos desprevenidos, mas com a finalidade de ME enCantar
à medida que a for tecendo, na sua simplicidade complexa,
e de, encantado-me,
com ELA enCANTAR Aqueles e Aquelas - os OUTROS - que vier
a enC/O/ANT/R/AR, quero dizer ao mesmo tempo enCANTAR e enCONTRAR,
para COMUNICAR... quero dizer: para ME enCANTAR com as TEIAS
que os Outro/as tiverem para ME Lançar...
... Reconheço que está a tronar-se uma TEIA
de tal modo delicada e talvez tão intricada e complexa, com
repetições, redundâncias, cruzamentos,
contradições, paradoxos, até oxímoros...
que corre o risco de ser tornar quase labiríntica... mas,
talvez esteja aí, precisamente o seu enCANTO e originalidade...
2 ... MILENIUM
III - A:MAR -00 a 12, é ainda, em jeito de introdução, pois
quis dedicar um poema por mês a cada ano do novo MILÉNIO,
com as saudações da sua chegada até assinalar, se lá chegar...
ao ano dois mil e muitos...
...depois
aparecem:
3 - ...
a FAMÍLIA dos RABAÇA e os OITO RAMOS que se abriram
desde os primórdios do século XX, tentando ir até à
raízes, e só vou até cerca de 2 Séculos,
aos finais do Século XVIII... 1770 - 1790? talvez para tentar
saber QUEM SOU... ?!
4 ... depois
vem a SERRA DA ESTRELA... o que eu chamo a ...viagem
à minha STerra, de José da Serra do Vale do Zêzere...
É o meu BERÇO, a minha Terra na Serra da Estrela, a
terra onde nasci, Manteigas, situada no fundo do vale
glaciar do Rio Zêzere... o rio que nasce na base do
Cântaro Magro e, depois de, serpenteando, atravessar as Beiras,
corre para se encontrar com o TEJO, já em Terras do
Poeta Maior, para, enfim, chegar ao MAR... chegar a A MAR...
... é ainda, possivelmente, a mesma tentativa, que me guia
desde o início, a de tentar saber QUEM SOU... eu, em
viagem... que nasci no seio de uma grande FAMÍLIA em que me
integro, abro espaço para conhecer a minha STerra, a terra
que me foi berço, as suas Gentes, os seus Nomes, as suas Falas,
o nome que dão às coisas...
fica entãoa minha SERRA, a SERRA da ESTRELA, com:
a NOMINÁLIA, a festa dos NOMES das GENTES, dos NOMES dos LUGARES,
nas PALAVRAS materializadas no vapor da FALA balbuciada no
frio - as EXPRESÕES mais características do FALAR...
passando para os CONTOS e para as LENDAS de enCANTAR...
5 - ...
e parto para as ANDANÇAS de um ANDARILHO, numa grande
VIAGEM de 7 JORNADAS, 7 DIAS, 7 PARTIDAS, 7 MARES, 7 SONS,
7 CORES, 7 ESTRELAS... com mil e um deNÓMIOS, que são EU...
para CONTINUAR A tentar saber QUEM SOU... e para ME dar a
conhecer...
... o que fiz ou tentei fazer... ?!
Talvez esta PÁGINA não devesse estar aqui, pois só queria
meter as duas: a minha STerra e o ALENTEJO, mas as OBRAS que
sobraram eram tantas que decidi abrir ESPAÇO aqui para:
- uma espécie de CURRICULUM...
- uma espécie de Bibliografia que pretensiosamente pode ser
uma AUTO - FOTO - BIO - BIBLIO - GRAFIA... com uma longa lista
de Obras... e com poemas... décimas... diários... guerras...
teatro... estórias e histórias...
incluindo aqui, por exemplo A_MAR - poema para
um título, que dá origem ao Livro, só, A MAR, de josé
d'Amar,
...porque, como os RIOS, como TODOS OS RIOS, a minha
VIDA, TODAS as VIDAS, correm sempre, sempre, para A MAR...
AMAR...
...porque, como diz um POETA meu amigo, ou meu deNómio,
o MAR, em Português, como em muitas outras línguas, não é
masculino, é feminino... e é A MAR, que leva a AMAR...
6. ... Quase
como continuação das ANDANÇAS com POESIA,
abro um espaço para o SISTEMA eScOLAR, para ter uma
oportunidade de dedicar POEMAS à minha ESCOLA e apresentar
outros trabalhos sérios... tão sérios,
que alguns têm de ser para brincar aos teatros e representações...
como a Parábola da VINHA... e o GATO do Telhado e a
GATA da Janela... e arriscar, se para tanto tiver engenho
e arte, o disparatado oxímoro da Criação
do Mundo, Génesis1, 1-31 a 2, 1-3 (7º Dia) - 4-25
("o homem e a mulher estavam nus e não se envergonhavam")
para revelar um MUNDO de Outro REINO!
7- ... finalmente... sigo pelo ALENTEJO com
o IAC/D o Instituto Alentejano de Cultura / Desenvolvimento,
ou Instituto de Animação Cultural / Desenvolvimento,
para recolha, estudo e divulgação dos Valores Culturais...
o CANTO DO CANTE, dando espaço ao GRUPOS CORAIS
ALENTEJANOS, de dentro e fora do Alentejo...
caminhando depois pela POESIA, pelas DÉCIMAS
e RIMAS...
passando para os CONTOS e para as LENDAS... de Beja,
de Serpa, de Moura, da Ilha do Pessegueiro...
andarilhando ainda pelas FEIRAS...
até chegar ao ameno CONVÍVIO do CONVERSAR(E) E das ANEDOTAS
ou ALENTEJAnedotas ...
... e agora,
sentado nesta velha CADEIRA DE BALOIÇO, onde ainda hoje vejo
a minha AVÓ velhinha, dirigir todo o governo da casa e contar
as suas fabulosas histórias, eis-me sentado na VARANDA ABERTA
para o VALE GLACIAR do ZÊZERE, dar-ME/VOS conta dos Caminhos
que percorri como Peregrino duma longa VIAGEM... sempre acompanhado
dos mil e um deNÓMIOS, que são EU... para ME/VOS enC/O/A/N/T/Rar...
BOA VIAGEM...
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