Serra da Estrela - Manteigas

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um ANDARILHO em viagem pelas
7 partidas... 7 jornadas... 7 mundos... 7 mares... 7 temas... 7 espaços... 7 tempos...

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CONTOS e LENDAS da minha STerra - Manteigas e da SERRA da ESTRELA

SERRA DA ESTRELA

 


José da Cruz Paixão - 1º Prémio - Concurso Fotos - 04.03.1995

 

1.a/s Lenda do Pastor da Serra da Estrela...

2. a/s Lenda de Alfátima...

e outras...

3. a Pedra de Ver A Mar,

4. Viriato,

5. Lagoa Escura,

6. as Mouras enCantadas...

7. o Coro dos Cântaros


... as Magas e as Fadas por detrás das Fragas... os medos, mistérios e segredos por detrás dos Penedos...

Além desta introdução com

1. o poema do tio Zé Moleiro, e

2. a LENDA O PASTOR da SERRA DA ESTRELA, versão curta, e um resumo para exercício oral

3. de algumas sugestões a partir da FALA do ÍNDIO...

Veja também (embora muitas PÁGINAS ainda estejam em construção):

UMA LENDA DE MANTEIGAS

LENDAS DE MANTEIGAS - in ANTOLOGIA - I de JLBaptista Duarte - 1985

Lenda/s do PASTOR da Serra da Estrela

Lenda/s de ALFÁTIMA

Lendas de MOURAS Encantadas

A verdadeira Lenda, contada no ano de 2000 metros de Altitude...
(Texto denso e longo)
A Moura de Manteigas, onde os Mouros, talvez, nunca estiveram...

Além da bela ALFÁTIMA, que espera o regresso dos mouros para perder o ENCANTO... há mais...

A Lenda da PEDRA de ver o A_MAR

Lenda de VIRIATO

o CORO dos CÂNTAROS

Talvez não seja Lenda, porque, em dias de bom tempo, avista-se, mesmo, o MAR ou A MAR?

Conta a Lenda, ou contava, antes da Expedição da SPG, 1888, que esta Lagoa tinha ligação com o MAR ou A_MAR?

Os heróis, quando não se sabe de onde são, são de quem se apropria deles... ou universais?

...escuta, ó viandante que cruzas a serra: o MAGRO em forma de ânfora... o GORDO, bojudo Buda... o RASO, qual fera adormecida...

Nota: Em breve vou pôr à disposição
dos interessados os textos completos
destes CONTOS e LENDAS

A SERRA e as LENDAS

INTRODUÇÃO

Quando eu era pequenino
eu mal sabia falar
e gostava de ouvir contar
contos para adormecer!
Eram mouros, eram fadas
vindas pelas madrugadas
ou em noites de luar...
Eram as lindas donzelas
encerradas em castelos
tranças louras, olhos belos,
tristes, tristes, a chorar!
Eu ficava impressionado
com tudo aquilo que ouvia...
depois, quando adormecia,
punha-me a sonhar com elas...
Agora que já sei ler
nas folhas que os livros têm
nelas aprendo também
contos lindos, coisas belas...
e tudo o que os livros ensinam
com carinho e com amor...
É milagre redentor
de suas letras singelas!


 Poema do Tio Zé Moleiro, Ribeira dos Aivados, Porto Covo, O poeta de cabelos brancos e olhos azuis que me contou tantas lendas, contos, patranhas e poesia... tantas histórias com tanta fantasia... e conhece com os pés e com as mãos, cada pedra e cada recanto das falésias do mar entre Porto Covo e Vila Nova de Mil Fontes, a ponto de me ensinar o esconderijo secreto onde tem a sua cana de pescar... Com ele, a minha homenagem à poesia popular e aos contadores de histórias, que seriam a continuação normal desta/s publicação/ões.

 

A LENDA DO PASTOR DA SERRA DA ESTRELA

A LENDA do PASTOR da SERRA da ESTRELA pode começar mais ou menos assim... 

Mas que história tão longa e complicada, aquela que vem nos  livros, e aquela, que o Zé da Serra, conta no seu LIVRO da VIAGEM À MINHA STerra!

Não se pode resumir ao essencial para poder ser contada à lareira num serão ou às criancinhas quando vão dormir?

Claro que pode...  assim...

PASTORes
DA
SERRA DA ESTRELA

   Era uma vez um pastor.... que vivia longe, muito longe...
Um dia deixou-se apaixonar por uma estrela que não era bem como as outras estrelas...
Correu montes e vales... viajou... perdeu países ... chegou até à porta dos montes ermos...
Ao entrar nos ermos onde só havia lendas, mistérios e fantasmas... descobre... o cão da serra... os rebanhos... os lobos... as feras... a serra... por onde vai passando, vai dando nomes às coisas e lugares... assenhoreando-se da serra... ao chegar ao cimo descobre a sua Estrela!...
A sua fama corre mundo e a cobiça de muitos cria-lhe numerosos inimigos...

Ele vence sozinho os exércitos do rei do mundo... a serra povoa-se de pastores... 
Mas, numerosos exércitos vencem, agora, os pastores...
Quem somos nós agora afinal? que fazemos? ...

                A LENDA DO PASTOR DA SERRA DA ESTRELA

(VERSÃO CURTA)

Era uma vez um pastor.... que vivia longe... muito longe... numa terra distante, talvez para os lados do Alentejo ou do Sul de Espanha... Não se sabe muito bem, porque esta estória, já vem dos tempos muito antigos, em que o Alentejo não se chamava assim.
Um dia, ou uma vez, que foram muitas, durante muito tempo, enquanto apascentava o gado e trabalhava no amanho dos campo
s deixou-se apaixonar por uma estrela, que parecia uma estrela das do céu, mas não era. Ele via-a brilhar, ao longe, muito ao longe,  nas noites que passava sem dormir, ou quando tinha de passar as noites a vigiar ou cuidar do gado que não escolhe horas para ter as crias. Via-a brilhar como um ponto  luminoso muito distante e indistinto, que por vezes lhe aparecia em forma de mulher vestida com um esplendoroso vestido branco com um manto a esvoaçar...

E um dia, apesar das desconfianças e olhares reprovadores dos vizinhos e das pessoas da família, abalou à procura da sua estrela... - Quem sabe? É, talvez mesmo, o destino que me chama?!!!

Correu montes e vales... viajou... perdeu terras e países por onde passou e conheceu muita gente e ia ganhando o seu sustento e... chegou finalmente a uma terra de encantamento... Ali estava, mesmo diante da sua vista, uma montanha vestida de branco, como a estrela brilhante que lhe aparecia por vezes em figura de mulher! Foi o deslumbramento! - Vou conquistar o cimo daqueles montes brancos, que desde há tanto tempo, tanto me fascinam! Avançou. As gentes das terras que bordejavam a serra bem o avisaram e tentaram dissuadir... - Aquilo são os Montes Ermos, os Hermínios, a Terra dos Segredos e Mistérios... Todos os que a tentaram conquistar, partiram e nunca mais voltaram!!!...

Ele ouviu e partiu...
Ao entrar nos ermos onde só havia lendas e fantasmas... descobre... é atacado por um corpulento animal que o desafia, mas logo se reconhecem e passa, afinal, a ser o cão seu companheiro e guia, que assim substituiu o seu cão de pastor que perdera durante a longa viagem que durara tantos anos de procura... Já com o seu Cão da Serra descobre os imensos rebanhos de cabras e ovelhas que povoavam a serra e o aceitam como seu pastor e guarda, para os defender dos lobos da serra e das feras que os dizimavam... Senhor de tanta riqueza, vai caminhando sempre para o alto e 
e à medida que subia ia dando nomes às coisas e lugares, que encontrava e o iam encantando... - Além, aquelas pedras que se erguem como sentinelas e marcam o lugar da fronteira, onde deixei de ver gente, casa e aldeias, ficam a chamar-se as Portas dos Hermínios... as portas para os que quiserem ir em busca dos mistérios e segredos... Este rio será chamado Zêzere por causa dos azereiros, aquela espécie de salgueiros, que lhe bordam as margens... Esta é a pedra do Urso, que o cão foi atacar e confundiu com a fera... Aqui são as Penhas da Saúde, onde tive de acampar durante os tempos bebendo do leite  e comendo dos rebanhos até descobrir o pão de centeio que ali engradece mais, no alto... e foi ali que recobrei as forças e fabriquei os agasalhos que me levariam ao cimo... Mais além ficaram as Arcas do Pão... Além a Argenteira... os Cântaros majestosos donde corre a água pura das montanhas... e a Rua dos Mercadores, a fenda na Montanha por onde hão-de vir os que me procuram, para mercar o leite e os queijos e as manteigas saborosas... Lá mais ao longe a Candeeira de mil luzes e desfiladeiros... e mais ao longe as Penhas Douradas, que brilham como o oiro ao Pôr do Sol ... e o Vale dos Cavalos Rocim... E o Vale das Éguas... e já a caminho do alto aparece o Terroeiro, que se despenha pelo Covão do Ferro... O Covão do Boi e as Quiejeiras, onde os bois e vacas se juntaram aos imensos rebanhos que pascia... E, enfim, o cimo, o alto, cercada pela Penha do Gato, a Penha dos Abutres, a Pedra de Ver o Mar, as Pedras Vermelhas o Malhão da Estrela de cinco pontas, à imagem da Estrela brilhante que, desde há tanto tempo o tinha seduzido lá do alto!!! Esta é, a partir de agora, a minha Serra, a minha Terra, a Serra da Estrela que eu chamo a minha STerra.

Quando o rei do mundo ouviu falar de um pastor audaz, que tinha conquistado a Serra dos Montes Ermos, onde nenhum humano se atrevera a entrar, a Montanha dos Segredos e Mistérios, que afinal lhe granjearam a fama de ter grandes riquezas, o rei do mundo enviou seus emissários para lhe exigir vassalagem! Eles foram e em tempo propício encontraram o Pastor. - dizem que vos intitulais o Rei dos Montes Ermos? Deveis vassalagem ao rei do mundo, - disseram. - Este meu Reino não é desse mudo... - retorquiu o pastor. - O rei do mundo dar-vos-á mil riquezas e poderes em troca do teu Reino. - Parti e ficai com o vosso rei e o vosso mundo... e não volteis porque a Terra, a Serra devora os cobiçosos e infames... Eles partiram, contaram ao rei do mundo as respostas do Pastor e furioso mandou os seus melhores generais com numeroso exército dar uma lição àquele Pastor. - Atrevido! Insubmisso! Não sabe que sou eu o rei do mundo?!!! Pois ficará a saber. Não ficou. O Pastor audaz e a Montanha e os seus Segredos e Mistérios vencem os exércitos do rei do mundo, que se perdem e afundam nos desfiladeiros e derrocadas arrepiantes... A partir daí, a Serra povoa-se de pastores, que fogem da tirania do rei do mundo e com ele partilham as suas enormes riquezas, mistérios e segredos... São os audazes antepassados de Viriato e seus suldórios, que derrotaram sucessivamente os numerosos exércitos da orgulhosa Roma e das Gentes que povoam a Serra da Estrela...
Mas outros numerosos exércitos apareceram e venceram... e vencem, agora, os pastores...
Quem somos nós agora afinal? Que fazemos? ... O que é para nós a Serra da Estrela?

José Penedo da Serra
1988, revisto e reescrito em 2001

RESUMO PARA EXERCÍCIO ORAL

A LENDA DO PASTOR DA SERRA DA ESTRELA, QUE SE TORNOU UM REI SEM REINO POR TER VENCIDO O REI DO MUNDO, E SER O ÚNICO (COMO QUALQUER UM DE NÓS) QUE TEM O CONDÃO DE TER E PODER FALAR COM A SUA ESTRELA...

 1.   Um pastor jovem, de longe (do Alentejo, da Estremadura Espanhola... do Outro Lado do Mundo...) sente-se seduzido, em sonhos acordado por uma estrela...

2.    A estrela, transformada em pastora, aparece-lhe com cântaro de água, ferrada de leite e cesta de pão centeio... as riquezas da serra...

3.   Seduzido, o pastor parte, acompanhado pelo seu cão, perante a reprovação e a mau augúrio dos velhos da terra que já viram mitos partir e desistir e morrer...

4.   Caminha durante anos, até que o seu cão morre de velho, trabalha em cada terra para não ser pesado e angariar meios para continuar; e parte sempre apesar dos maus presságios e ditos das gentes das terras que preferem ficar paradas...

5.   Chega à Cova da Beira e à Cova da lã, a partir do que, não há mais caminho... só ermos, segredos e montes proibidos...

6.   Caminha sozinho. Passa as PORTAS DOS HERMÍNIOS - A PORTA DOS MONTES ERMOS - 

7.   1º Encontra o CÃO DA SERRA DA ESTRELA que primeiro lhe parece uma Pedra negra ainda um pouco coberta de neve que se derrete...

8.   O CÃO leva-o até os novelos de neve ou lã que afinal é um imenso rebanho de ovelhas que precisam de protecção contra lobos, javalis, linces e outros animais que povoam a Serra...

9.   O Pastor com o seu Cão, torna-se senhor de grandes rebanhos, que defende e protege, sendo respeitado por todos os animais da Serra, que afinal ele sustenta com os seus imensos rebanhos...

10. Rodam as estações da Serra: a seguir ao manto de neve que se vai desfazendo ( no Inverno); a serra é coberta de um manto de verde e de flores de uma fragrância estonteante (a Primavera); depois fica deslumbrante e desoladamente nua (no Verão); e coberta de mil tons de castanho e atapetada de folhas secas (no Outono); até que volta de novo o Inverno... quando o pastor já tinha atingido o topo da Serra, o cimo, e na primeira noite, no mais alto, teve a visita, sonho, de falar e dormir com a sua ESTRELA...

11. A fama do Pastor correu Mundo e o Rei do Mundo manda-lhe emissários: Daria reinos e riquezas ao Pastor em troca da Serra e do segredo de falar com a sua Estrela...

12. O Pastor despede os emissários do Rei do Mundo, recusa qualquer preço e ameaça: a Serra não tolera nem perdoa cobiças e avidez...

13. O Rei do Mundo furioso, manda exércitos de milhares de homens atacar a Serra... Os exércitos são dizimados implacavelmente, pela estonteante fragrância da Primavera, pela desolada e deslumbrante nudez do Verão, pelo atapetado das folhas do Outono, e os que restam são irremediavelmente desbaratados e enterrados pelos precipícios e avalanches de neve do Inverno...

14. E assim, para todo o sempre aquele PASTOR DA SERRA DA ESTRELA, TORNOU-SE UM REI SEM REINO, POR TER VENCIDO O REI DO MUNDO, E SER O ÚNICO (COMO QUALQUER UM DE NÓS), QUE TEM O CONDÃO DE TER, E PODER FALAR COM A SUA ESTRELA...

 

A versão alargada da LENDA anterior e esta do índio 
(em eBOOK, em breve nesta PÁGINA da minha TEIA na REDE)

O GRITO DO ÍNDIO

FALA DO GRANDE CHEFE SEATTLE

A S  M I N H A S P A L A V R A S S Ã O
 
C O M O  A S 
E  S  T  R  E  L  A  S...

S O M O S   P A R T E      I N T E G R A N T E     D A     ST E R R A ...

ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, 1855

PENEDO GORDO, BEJA, 1985/1993, CORROIOS, 1999 - 2000

(Ver a versão completa em LENDAS, Serra da Estrela)

IDEIAS? PROPOSTAS para a LEITURA DRAMATIZAÇÃO REPRESENTAÇÃO... desta FALA, destas FALAS... destes GRITOS...

1. Numa sala. Num teatro. Num recinto qualquer... ao ar livre...

                Prever dois campos nitidamente separados...

                Ao meio, para separar estes dois campos, um fundo branco, um lençol, uma tela onde se podem estar a projectar... filme/s do oeste, uns westerns, umas coboyadas... uns diapositivos de índios, usos, costumes, símbolos... história dos EUA, cidades, monumentos, paisagens... imagens que por contraste, sintonia ou ironia... vão acompanhando e/ou ilustrando o discurso, A FALA DO ÍNDIO... ao mesmo tempo, noutra tela ou intervaladas na mesma, aparecem imagens da nossa SERRA, das nossas terras na Serra...

                À esquerda, possivelmente sentados no chão, em esteiras, vai aparecer a personagem que representarão Grande Chefe Índio acompanhado pelos seus conselheiros e/ou os seus bravos... que vão dizer em coro ou com falas marcadas de solistas ou coros, ou simplesmente acompanhar o que diz a FALA DO ÍNDIO...

Como são eles que vão dominar todo o tempo do discurso talvez tenha de se estudar um plano superior que os torne mais visíveis e audíveis pela plateia... e facilite a comunicação.

Por cima deles, atrás, em paralelo com a tela, uma foto antiga, um desenho, um esboço de um Chefe Índio ou grupo de Índios...

                Misturados, ou noutro lado em paralelo, Viriato e um grupo de pastores que eram também agricultores e tiveram de ser guerreiros... e depois foram e são industriais operários comerciantes funcionários... tudo o que são forças vivas, produtivas e culturais e fomentadoras de desenvolvimento...

                À direita e o mais perto possível da plateia de modo a dar a entender que o discurso é para a plateia e todos os da plateia somos os possíveis presidentes dos EUA, uma mesa com o Presidente dos EUA e seus conselheiros, 2?, ou só, que vai ou vão ouvir, atentamente! e pacientemente?! o discurso ou fala, tendo por de trás, acima, em paralelo/contraste com o quadro que faz de cenário aos Índios, um sóbrio e pomposo cenário próprio dos Presidentes dos EUA... a Bandeira, uma águia, as Estrelas dos 50 Estados..., enfim...

                Jogando em paralelo com Viriato e os pastores e/ou todos os que representam a Serra, fica na verdade sem se saber se o discurso é dito pelo grande Chefe Índio ou por Viriato, o grande Chefe Lusitano, ou pela Serra ou pela Natureza...

                 Em frente, na plateia, o mais descaída possível para a direita, o público, a assistência, os espectadores nos seus lugares normais que vão tentando seguir o filme e ou os diapositivos ou..., ouvir a FALA DO ÍNDIO... e seguir atentamente as reacções ao discurso do presidente e seus conselheiros, as deles e as dos outros que estarão a sentir-se mais no lugar do presidente, dos seus conselheiros... ou do índio ou dos seus conselheiros ou dos seus bravos...

                 Em vez de coboyadas ou monumentos, talvez seja aconselhável projectar filmes ou imagens de belezas naturais especialmente fascinantes... enfim!

                Pode estudar-se toda uma movimentação de grandes grupos que representam a Serra e as suas gentes, os seus montes, as pedras, as fragas, os cântaros, as penhas... os fragões... as fontes, os rios... as plantas... as flores... que representam, dançam, cantam... enfim! todo um mundo de sugestões que pode tornar-se num espectáculo GLOBAL e diversificado, rude e belo como é a SERRA.

Algumas dessas imagens, seleccionadas, podiam, claro, ilustrar este livro...

 Penedo Gordo, Beja, 1985 - Amora, Seixal, Julho de 1992 e 1993; Corroios, 1999 -2000


Da CABEÇA DO ÍNDIO pode seguir para o GRITO DO ÍNDIO
uma tradução livre do discurso do Grande Chefe Seatle, perante o Presidente dos Estados Unidos da América, em 1855...

 

Como na PÁGINA da SERRA da ESTRELA, aqui ficam alguns SÍMBOLOS e algumas FORMAS caprichosas da SERRA que podem servir de SEMENTE - FONTE de muita FANTASIA...

os SÍMBOLOS da SERRA as FORMAS das ROCHAS as FRAGAS as PRAGAS e as MAGAS os PENEDOS e os ( s/meus) SEGREDOS

 

              

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