Serra da Estrela - Manteigas

in joraga.net aminhaTEIAinterminávelnaREDEilimitada

um ANDARILHO em viagem pelas
7 partidas... 7 jornadas... 7 mundos... 7 mares... 7 temas... 7 espaços... 7 tempos...

por JORAGA o acrónimo de JOsé RAbaça GAspar e outros mais de 1001 deNÓMIOS...

contacto © joraga - ® em construção desde Maio 2000 in joraga2000 - em rec. Outubro de 2002

 

José Cleto Estrela (José Magalhães)

 

Lendo o LIVRO do Zé Cleto Estrela – Zé Estrela - Zé Magalhães

… acompanhando as memórias do Zé Magalhães… como leitor, acontece que as suas memórias me trazem à memória imagens perdidas outras complementares… e fui procurar algumas imagens para ilustrar… se mais alguns leitores juntarem mais memórias… podemos construir um imenso quadro da Nossa Terra… Serra… e poderíamos construir o Presente e o Futuro com sólidas raízes…

Algumas Figuras típicas de Manteigas… (pp. 80 – 99)

(Umas mais notáveis, outras quase insignificantes, mas marcantes…)

Zulmira

 

O burro do Zulmira - CFraga

 

Professor Máximo

 

Padre José Baylão Pinheiro

Podemos acompanhar algumas figuras evocadas por José Estrela, nas pp. 80 – 99…

O burro carregado do Zé Zulmira – por Carlos Fraga

O Zé Zulmira

A avioneta do Zé Zulmira

por Carlos Fraga

pp. 80 – 99…

O PIRETE

tecelão e música nova

 

O MANECAS

filho de um açougueiro

 

O BICHA ROTA

Moço de fretes

 

O ZÉ DA ROSA

 

 

O FADOCAS

pedinte

 

O CORTA RABOS

Consertava guarda-chuvas

 

AFOGA PITAS

filho do chefe da cardação

 

AFOGA ALMAS

 

 

JOAQUIM SONO

Cabreiro… capa e cajado… grande garruço

 

TI ZÉ PALHAÇA

 

 

ANTÓNIO LILI

 

 

JOAQUIM RABACITA

 

 

TIA GRAÇA BORNELA

 

 

O ZÉ ELECTA

 

 

O Zé da Alice

 

 

O Cega

 

 

O TI MAU

era o tamanqueiro da época…

 

O ZÉ ZULMIRA

…tocador exímio de concertina figurada… com constantes pisca-pisca de olhos… cigarro de cu aberto…

 

«O TI MAU era o tamanqueiro da época…»

Conjunto dos heróis da coboiada de 1952

os heróis da coboiada


O CELSO

O ADELINO PASSIANDA

O MÁRIO CABELADAS

O TÓ CIGANO

O ZÉ MAGALHÃES (José Cleto Estrela)

O ZÉ MARICAS

A HERMÍNIA PASSIANDA

O LUÍS TOMILGO

Conjunto dos Pirata, cortejo de 1953

 

O CARLOS LUA

O FORTUNATO DAS SARNADAS

O ZÉMAGALHÃES

O ADELINO P’ASSIANDA

O TÓ CIGANO

O ZÉ MARICAS

O LUÍS TOMILGO

O JOAQUIM FADISTA

O TI JOÃO BOTAS

O ALBERTO CAFÉ

O LUÍS MOUQUITO

AS INSPECÇÕES MILITARES (120 – 139)

Festa da Inspecção militar na Nave de Santo António (1954?)

AS IDAS AO RIO

… e as partidas… os nós bem apertados… para “fazer os donos roer o cartucho…”

“ a malta encarrapatada… no Pego sob a ponte… onde passavam as mulheres…

~… na volta eram os cebolos crus ou as pêras e maças ainda verdes… no Quintal do Ferrão… na Barreira…

- saltos da Ponte para o Pego… 

- AÇUDE DO PALMEIRO

- AÇUDE DO ZÉ DA AVÓ

- POÇO DO GIDRO

- POÇO DO PEGO

- POÇO DO BARTOLOMEU

- AÇUDE DOS MOINHOS

…e mais tarde o DIQUE


http://www.slideshare.net/UmbertoPacheco/rio-zezere-da-foz-nascente - Saúl Jorge

  Professores dos anos 40: (os que tiverem fotos dos Professores e colegas… mandem…)

Professor Máximo

LIVROS de leitura da 1ª à 4ª Classe daquele tempo… (1940/50…)

Memórias da malta de 1934… 4ª classe em 1944?

«Actualmente, eu me recordo. Ainda, muitas vezes, com certa mágoa e saudade, de alguns companheiros de escola que nunca mais vi depois da quarta classe…

Deixo aqui pelo menos dois nomes: Aires Pires Roque e Victor Manuel Rabaça Gaspar.»

Há mais. Alguém sabe?

D. Resgate

D. Lucinda

 

D. Ida Capelo (D. Idinha)

 Nota indiscreta: Carinhosamente tratada como "Pernas de guita!»

D. Electa (D. Electinha)

 "A garotada tratava a Senhora de 'Bruxa Cutela'... Uma nota indiscreta de C.Fraga, quando a D. Elcctinha era professora agregada em S. Gabriel e morva ao Passadiço, perto da Igreja da Misericórdia (2005 05 31).

Alunos do Professor Máximo, que fizeram a 4ª Classe em 1949

foto em 2009 – a comemorar os 60 anos

Lista dos Alunos que concluíram a 4ª Classe em 1949:

Adalberto Paiva da Rosa

Amélia Aleixo da Cruz Filipe

António Duarte Félix

Aurora de Jesus Silva Santos

Carlos Neves Duarte Santos

João Lopes Isento

José Bernardino dos Santos Sabugueiro

José David Leitão

José de Carvalho Martins

José Rabaça Gaspar

Maria Ascensão Lopes Abrantes

Maria de La Salete Martins Cardoso

1. António Massano R. Carvalho (O Peia)

2. Afonso de Jesus Cerveira Direito

3. Sebastião Martins Registo

4. António da Cunha Direito

5. Eduardo de Melo Lucas Coelho

6. António Matos Martins

7. José Massano Duarte Serra

8. Joaquim Morais Pinho

9. Eduardo Almeida (o Setenta)

10. Alfredo José Lopes Gabriel

11. Aguinaldo Massano Pinheiro

12. José Lopes Ferrão

13. Carlos Augusto Saraiva Rosa (Polainas)

14. Porfírio Massano Monteiro

15. António (David?) Martins

16. Jaime Garcia Cruto


OS CARVOEIROS (100 119)

 

 - A FAMÍLIA DO TI ZÉ LOBO

- O TI DAMAS RABAÇA

- O TI MANEL RABAÇA DA TÁ BERTA

- O TI JAQUIM MUXANA

- O TI MANEL CARDOSO

- O TI ANTÓNIO GASPAR

- O TI ZÉ BICHA AMARELA

- O TI JOÃO PASSIANDA DA SENHORA DOS VERDES

- O TI ALBINO VERDELHEIRO

- TI ADELINO VERDELHEIRO

- O TI ANTÓNIO RASTEIRO, O PISTOLA

Os CARVOEIROS

nos versos do Zé Magalhães:

Infelizes os carvoeiros,
De madrugada, os primeiros,
Subindo à Serra, ao carvão.
Por caminhos rotineiros
Entre montes e atoleiros,
Mais negros que um tição!

A propósito dos CARVOEIROS, uma recolha de algumas canções mais conhecidas:

As Carvoeiras 

I

São tão bonitas as carvoeiras,
São tão catitas e feiticeiras.
Ó, que belo rancho da mocidade!
Dançai raparigas, viva a liberdade!

Refrão

Liberdade, liberdade,
Quem a tem chama-lhe sua.
Eu não tenho liberdade
Nem de pôr o pé na rua. (Bis)

II

As carvoeiras são engraçadas,
Passam ligeiras, enfarruscadas
Parecem morenas, é do carvão
São boas pequenas, com bom coração.

A Carvoeira saloia…

 

Ver outra pautas da música: http://purl.pt/742/1/mpp-21-a_1/mpp-21-a_1_item1/P34.html

 

OS MOINHOS
… as mós a rodar……
os rodízios sempre a girar…

… a moleirinha sempre a cantar…

Uma curiosidade a anotar: CANOUCO, cujo significado é acarretar comida para casa. Conversa com o Zé das Caldas, em fins de Maio de 2012: Vem aí muita genta da família passar uns dias e "Temos de tratar do canouco...


Os moinhos – Caldas de Manteigas


Até aos anos 60 havia 17 moinhos - «Moem-se agora de mágoa…» (73? 75?):

Os moleiros eram:

01 – António Pavana / Graça Gaspar

O2 – Fortunato Facadas / Conceição Facadas

03 – João Ferral (Jaqueta Curta) / Graça Ferral

04 – António Batata / Maria José vivência

05 – Manel Passianda /Hermínia Pêdra

06 – José Facadas / Maria do Carmo Tapum

07 – António Talancho / Senhora Leonora

08 – Joaquim do Velho / Senhora Judite

09 – José Talancho / Maria dos Anjos Talancho

10 – António Cabrito /Amélia do Cabrito

11 – Luís Rã /Glória Rã

12 – António Lila / Graça Lila

13 – José Caramelo / Maria Grila

14 – António Lagarto / Ana Bízaro

e, no Ribeiro

15 – Toninho da Carvalheira e sua mãe Guilhermina da Póvoa

16 – André Grilo / Cruz do Cachucho

17 – António Fadista / Etelvina Fadista

Algumas CANÇÕES a evocar os MOINHOS

MOLEIRINHA

Ó que lindos olhos tem,
Ai a filha da moleirinha
Tão mal empregada é ela
Andar ao pó da farinha…

Andar ao pó da farinha
Ai, andar de noite à geada
Ai mal empregada é ela,
Ai, há-de ser a minha amada…

Há-de ser a minha amada
Ai há-de ser o meu amor
Mal empregada é ela
Andar de noite ao calor.

Moleirinha

Ó QUE LINDOS OLHOS TEM
AI, A FILHA DA MOLEIRINHA, (bis)
TÃO MAL EMPREGADA É ELA
ANDAR AO PÓ DA FARINHA. (bis)

TRIGUEIRINHA ME CHAMASTE
EU DE SANGUE NÃO O SOU, (bis)
ISTO DE ANDAR A FARINHA
FOI O SOL QUE ME CRESTOU. (bis)

A moleirinha (Beira Baixa)

Ó que lindos olhos tem
Ai a filha da moleirinha - Bis
Ai Tão mal empregada ela
Ai d’Andar ao pó da farinha - Bis

Trigueirinha me chamaste
Ai eu de sangue não o sou - Bis
Isto é de andar à farinha
Ai Foi o sol que me crestou - Bis

Trigueirinha me chamaste
Ai por isso não me zanguei - Bis
Trigueirinha é a pimenta
E vai à mesa do rei - Bis

(outra relacionada)

Ora dizem mal. Ora dizem mal dos caçadores
Ai por matarem, por matarem os pardais…

???

Ó que lindos olhos,

lindos olhos tem menina

Que ainda hoje, que ainda hoje eu reparei

Se eu reparasse, se eu reparasse há mais tempo

Eu não amava, eu não amava a quem amei

 

Quadras

Ó que lindos olhos
Tem a padeirinha
São mal empregados
Andar à farinha

Andar à farinha
Andar ao calor
Ó que lindos olhos
Tem o meu amor

Tem o meu amor
Tem a minha amada
Bate padeirinha
Acerta a pancada

Acerta a pancada
Acerta-a no chão
Bate padeirinha
No meu coração

No meu coração
Que é de pedra dura
É como a laranja
Quando está madura

Quando está madura
Caída no chão
Bate padeirinha

No meu coração

A PADEIRINHA - (Padeira de Aljubarrota)

http://forum.modelismo-na.net/viewtopic.php?f=14&t=14523

A padeirinha saloia que ia de Mafra a Lisboa…


http://ullysseia.blogspot.pt/2011_01_01_archive.html

 

MOLEIRINHA – pauta com arranjo de José Lúcio 

Ó QUE LINDOS OLHOS TEM
AI, A FILHA DA MOLEIRINHA,       (bis)
TÃO MAL EMPREGADA É ELA
ANDAR AO PÓ DA FARINHA.           (bis)  

TRIGUEIRINHA ME CHAMASTE
EU DE SANGUE NÃO O SOU,              (bis)
ISTO DE ANDAR A FARINHA
FOl O SOL QUE ME CRESTOU.          (bis)

TRIGUEIRINHA ME CHAMASTE
EU POR ISSO NÃO ME ZANGUEI, (bis)
TRIGUEIRA É A PIMENTA
E VAI A MESA DO REI. (bis)

Ver em: http://www.jose-lucio.com/0%20Mapa/08%20Moleirinha.htm

Música: popular; adaptação de Eduardo de Melo Lucas Coelho

Letra: popular - Ai que lindos olhos tem - Origem: Coimbra - Data: 1962

http://guitarracoimbra.blogspot.pt/2010/02/balada-da-moleirinha.html

Ai que lindos olhos tem (bis)

(Ai) A filha da moleirinha (bis);

(Ai) Mal empregada é ela (bis)

(Ai) Andar ao pó da farinha (bis)

(Ai) Andar ao pó da farinha.

 

Andar ao pó da farinha,

(Ai) Andar ao frio da geada;

(Ai) Mal empregada é ela,

(Ai) Há-de ser a minha amada.

(Ai) Há-de ser a minha amada.

 

Há-de ser a minha amada,

(Ai) Há-de ser o meu amor;

(Ai) Mal empregada é ela

(Ai) Andar de dia ao calor.

(Ai) Há-de ser o meu amor.

 

… e que trabelo o trambelho, sobre as mós a saltitar…

… o moleiro a encher os sarrões… e as taleigas…

A MATANÇA DO PORCO (80 - 99)

(As imagens são de Bogas de Baixo! Alguém tem de Manteigas?)

http://bogasdebaixo.blogspot.pt/2012_02_01_archive.html

Os MERCEEIROS (100 – 119)

- Se fia um, fia dois… … no seu rol de dia a dia…

Loja do Senhor Nataniel

Loja do Senhor José da Cleta

Loja do Rato

Loja do senhor Miguel Esteves

(A Loja do Senhor ZÉ Roque, depois do Zezinho Roque)

(Algumas imagens para ajudar a evocar…)

FORNOS PÚBLICOS

- O FORNO DE SÃO PEDRO

- O DA RUA DE SANTO ANTÓNIO – na quelha do forno…

- O DA PRAÇA DA LOUÇA

- O DO SÍTIO DE SANTO ANTÓNIO

- OUTRO AO PÉ DO TI BAAIA…

- FORNO DA RUA CHÃ…

A Maria pôs o risco…
Manda rezar o olhado…

Pão centeio

Bolas de carne e chouriça
Com sardinhas pelo meio…
As bicas metem cobiça…
Bolos e bolinhas…

Aos domingos – as panelas dos feijões!...

As mulheres dão ao badalo…

… A Forneira ganha a POIA!

«Sei que houve mais fornos públicos em Manteigas, mas só faço referência àqueles que conheci.»

Forno da Rua Chã

Mais uma tradição em vias de extição

FORNOS PÚBLICOS DE MANTEIGAS

E, Manteigas, tristemento,
Vai perdendo as tradições:
O progresso, inclemente,
Só deixa recordações!

Fornos públicos, da terra,
Que coziam nosso pão:
Envolvidos nesta guerra,
Vão caindo, sem perdão!

Velho forno de S. Pedro,
Sempre tão enfarruscado:
Do progresso teve medo
E fechou-se, envergonhado!

Na rua de Santo António,
Outro forno se perdeu.
Tão pequeno purgatório,
Em que inferno se meteu?

E o da Praça da Louça,
Essa relíquia d’outrora?!...
Emalou também a trouxa,
Tranca a porta e foi-se embora!

No sítio de Santo António,
Nem Santo António valeu,
Aquele forno muito idóneo,
Que de lá desapareceu!

Outro ao pé do Ti Baaia,
Mais velhinho que uma avó:
Perdeu os rabos de saia,
Fecha a porta e fez ó, ó…

Foram-se perdendo assim,

Já não temos quase nenhum.

Deu-lhe o trim, carrim, tchapim

E dos seis, ficou só um!

 

Mantem-se o da Rua Chã

Coxo, coxo, vai andando.

Parece ter vida sã,

Vamos lá ver até quando.

 

Mas enquanto ele trabalhar,

Há tradição nessa jóia…

E continua a ganhar,

P’rà forneira, aquela poia!


 

 

 

 FORNOS PÚBLICOS DE MANTEIGAS

Aviar e amassar,
É recado p’ra tender;
Passa a forneira a gritar
P’ra quem quer, o pão cozer.

O forno já está a arder,
Os tabuleiros lá vão.
Agora é só varrer
E meter depois o pão.

O meu sinal é bandeira
E o teu é um belisco.
Não tem nada o da padeira,
A Maria pôs um risco.

O meu pão sai bem cozido
O teu sempre escodeado!...
Faz o que diz teu marido:
Manda rezar o olhado.

Coze o forno, pão centeio,
Bolas de carne e chouriça.
Com sardinhas pelo meio,
As bicas metem cobiça!

Coze bolos e bolinhos,
Assa carnes aos montões.
P’rós domingos, gostosinhos,
A panela dos feijões!

Enquanto o pão está no forno,
As mulheres dão ao badalo.
Dizer que fulano é corno,
É o seu maior regalo!

Ali fala-se de tudo,
Assim como no ribeiro.
Qualquer homem fica mudo,
De encavacado, primeiro!

De Sameiro vinham gentes que vendiam molhinhos de carqueja… carros de bois com a jouna; a chamiça para aquecer os fornos…: (jouna ou jóina - chamiço; graveto de lenha – in http://www.priberam.pt.)

O Ti Manel Gaspar

O ti Abílio Gaspar

O Ti Féliz

O Ti Churro…

com o seu Boirisco e Castanho…

"O Castanho e o Boirisco"

http://avataresdamemoria.blogspot.pt/2012/07/o-carro-de-bois-vem-de-tempos-remotos.html

 

De Vale Formoso, que naquele tempo era a Aldeia do Mato:

 

…vinham as frutas e hortaliças para vender na Praça Luís de Camões…

 

…cerejas, com fetos à roda para as manter frescas…

 

… feijão verde, alfaces, tomates, pepinos…

 

… mais montes de melancias… que os marotos por vezes faziam rolar pela praça… retirando a da ponta…

Ramo de cerejas

Melancias…

Frutas e hortaliças…

Melancias…

 BARBEARIAS…

«A Barbearia do Ti Alfredo, junto à Igreja da Misericórdia…»

http://ateaoscem.com/2012/06/22/



http://manteigasemimagens.blogspot.pt/2012/07/igreja-da-misericordia-e-praca-luis-de.html

Praça – Igreja da Misericórdia – Passadiço…

«Os Homens que andavam de tamancos…»

«O Ti MAU era o tamanqueiro da época….»

O Cine Sonoro Estrela… que exibia grandiosos filmes com 25… 30 partes…

Em 1949… A Virgem Peregrina (os 32 anos das aparições em Fátima…)

Os lobos empalhados “passeados” pelas ruas pelos pastores para recolherem a “paga” que depois iam beber nas patuscadas…


http://www.tagarelicesdaci.com/2012/05/caminhada-ecologica-26-maio-2012-monte.html


http://loboshomens.blogspot.pt/2012/07/comportamento-da-matilha.html

«A Confraria das Almas – com as opas verdes…»


http://bagosdeuva.blogspot.pt/2011_01_01_archive.html

…agora são mais as confrarias báquicas!

«A Confraria do Santíssimo, com as opas vermelhas…
(A Confraria das Almas com as opas verdes…)»


http://refoista.blogspot.pt/2006_08_01_archive.html


http://alcatruz.blogspot.pt/2011_11_01_archive.html

as Cruzadas com as crianças da catequese…


http://onovoblogdosforninhenses.blogspot.pt/2010/11/procissao-1977-ago-15-continuacao.html

«De Seia e Gouveia vinham as castanhas e pinhões… fazíamos terços com os pinhões…»


http://www.quintalagardamoira.com.pt/FotografiasFolares.htm

O FERREIRO… O FERRADOR… O LILA?…


http://erada.planetaclix.pt/museu/museu.htm

UMA CANÇÃO A EVOCAR os Ferreiros... Ferradores... Latoeiros?...

Ó ferreiro guarda a filha 

Ó ferreiro guard'a filha
Não a ponhas à janela!
And'aí um sujeitinho
Que não tira os olhos dela.

 Vai tu, vai tu, vai ela
Vai tu p'ra casa dela
É do meu gosto
É da minha opinião
Hei-de amar a moreninha
Da raiz do coração              Bis

 

 Ó ferreiro guard'a filha
Não a deixes ao postigo!
And'aí um sujeitinho
Que a quer levar consigo

 Ó ferreiro guard'a a filha
Não a deixes ao portão
And'aí um sujeitinho
Que lhe quer levar a mão

 Ó ferreiro guard'a filha
Não a deixes à varanda!
And'aí um sujeitinho
Que ao vê-la não desanda.

Na praça Luís de Camões, era o loja do Sr. Miguel Esteves com o seu SIERA… onde as pessoas iam ouvir rádio… o futebol…

http://manteigasemimagens.blogspot.pt/2012/07/igreja-da-misericordia-e-praca-luis-de.html


Um SIERA dos antigos!...

Tabernas… onde entravam os pastores… quando vinham à vila… com a sua maranha bem castiça….

O PASSIANDA

A CADOSA

O JANUÁRIO DA ROSA

… era cada borracheira… que saudades das litradas… do quartilho… das rodadas…


http://www.academia-vinhaevinho.com/menu_rodape/-/-/sobre

E as desgarradas… :

As zaragatas… as pazes…

“Manda vir uma litrada”…

“Ao canto eu, cantas tu…

“A malta sempre a beber…

“Até caírem de cu…”

- “Estás cá cuma brasa…” De gatas, às cambalhotas…

- “Tu também stás carregado…”

Ver a desgarrada entre o Cardincha que era o Zé e o Pastor, o Manel…

tabaco ÁGUIA e o livro de papel, mortalhas, TORO…

Jogava-se ao TRUCO…

A manilha ou o manilhão

E eu truco… “Eles tinham cavalo e sota…”

… jogar o fito… os patacos…


Página que pode ir continuando com achegas de mais memórias e imagens...

 

E-Mail: joraga@netcabo.pt e joraga@netc.pt
pelo telefone 212 553 223 ou pelo Telmv. 917 632 524
e pelo CORREIO: Rua Almada Negreiros, 48 - 2855-405 CORROIOS.
visite ainda a minha TEIA na REDE além de joraga.net - joraga.net/gilViTeatro/cart2325/bart2838/alice2000rgGaleria

Compatível com IE/Netscape na resolução 800x600
Joraga 2000 em viagem